Um modelo testável para o Design Inteligente

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Em 2009, discuti um paper publicado pela BioEssays intitulado “MicroRNAs and metazoan macroevolution: insights into canalization, complexity and the Cambrian explosion” [MicroRNAs e a macroevolução dos metazoários: insights sobre canalização, complexidade e a explosão Cambriana] o qual atestava que “esclarecer a base materialista da explosão Cambriana tem se tornado mais ilusório, não menos, à medida que mais conhecemos acerca do evento em si, que não pode ser explicado pela extinção acoplada de intermediários em longos períodos do tempo geológico, apesar das reivindicações de alguns neodarwinistas modernos”. Naquela ocasião, notei que “os autores não indicam apoiar o Design Inteligente (DI), e ao que parece ainda têm esperanças quanto a uma explicação ‘materialista’ para a explosão Cambriana”. Recentemente, fui direcionado a um artigo de um dos autores daquele paper, Mark McPeek, professor de biologia no Dartmouth College, no qual ele ratifica não ser um proponente do DI. Dr. McPeek observa que é teísta, e que se considera um teísta evolucionista. Entretanto, penso que algumas de suas críticas ao DI são dignas de resposta, uma vez que refletem equívocos comuns quanto à teoria do design inteligente.

A passagem em questão é a que ele afirma:

O que faz de algo ciência não é meramente ter hipóteses. Ciência é ter hipóteses e então testá-las. A hipótese do Design Inteligente não é testável pela ciência, justamente porque jamais poderemos empiricamente saber ou entender as ações de Deus ou qualquer outro Designer Inteligente. O que de maneira alguma nega a validade da hipótese. Apenas significa que essa hipótese está fora do alcance da ciência, pois a ciência pode apenas apoiar ou refutar hipóteses que são empiricamente testáveis, e esta não é uma delas.

O artigo do Dr. McPeek erra ao atestar que: “A hipótese do Design Inteligente não é testável pela ciência, justamente porque jamais poderemos empiricamente saber ou entender as ações de Deus ou qualquer outro Designer Inteligente”. Tiremos Deus da equação, e a afirmação do Dr. McPeek fica: “A hipótese do Design Inteligente não é testável pela ciência, justamente porque jamais poderemos empiricamente saber ou entender as ações de … qualquer … Designer Inteligente”. Esta afirmação é incorreta.

É um exercício um tanto simples saber e entender as ações dos seres humanos, que por sinal são designers inteligentes. Por exemplo, ao estudarmos as ações dos humanos no mundo ao nosso redor podemos construir uma variedade de predições testáveis sobre design inteligente. Eis algumas observações:

Tabela 1. Como Designers Agem Quando Criam [Ways Designers Act When Designing] (Observações):

(1) Agentes inteligentes pensam com um “propósito” em mente, o que permite que resolvam problemas complexos utilizando-se de várias partes e arranjando-as em padrões intricados que realizam uma função específica (e.g. informação complexa e especificada):

“Agentes podem arranjar matérias com diversos fins em mente. Em seu uso da linguagem, eles rotineiramente ‘encontram’ sequências funcionais altamente isoladas e improváveis no meio de vastos espaços de possibilidades combinatórias.” (Meyer, 2004 a)

“Nós temos repetido a experiência de agentes conscientes e racionais – nós mesmos, em particular – ao gerarmos ou causarmos acréscimos em informação complexa especificada, ambos na forma de linhas de código sequenciais específicas e na forma de sistemas hierarquicamente particionados. … Nosso conhecimento baseado no fluxo da informação confirma que sistemas com grande quantidade de complexidade especificada (especialmente códigos e linguagens) invariavelmente são originados por uma fonte inteligente, e esta de uma mente ou agente pessoal.” (Meyer, 2004 b)

(2) Agentes inteligentes podem infundir rapidamente grandes quantidades de informação nos sistemas:

“O Design Inteligente fornece uma explicação causal suficiente para a origem de grandes quantidades de informação, uma vez que temos uma experiência considerável de agentes inteligentes que geram configurações informativas de matéria.” (Meyer, 2003)

“Sabemos por experiência que designers inteligentes muitas vezes concebem planos que antecedem à instanciação dos sistemas que confirmam os planos—isto é, o design inteligente de um desenho técnico muitas vezes precede a montagem das partes de acordo com um desenho ou projeto pré-concebido.” (Meyer, 2003)

(3) Agentes inteligentes reutilizam componentes funcionais que são empregados em diferentes sistemas (e.g., rodas para carros e aviões):

“Uma causa inteligente pode reutilizar ou reimplantar o mesmo módulo em sistemas diferentes, sem que haja necessariamente qualquer conexão física ou material entre tais sistemas. Simplificando, causas inteligentes podem gerar padrões idênticos de forma independente.” (Nelson and Wells, 2003)

(4) Agentes inteligentes tipicamente criam coisas funcionais (muito embora pensemos às vezes que algo não tenha uma função, sem percebermos sua real função):

“Uma vez que regiões não-codificantes não produzem proteínas, biólogos darwinistas as têm subestimado por décadas como ruído evolucionário aleatório ou ‘DNA lixo’. Da perspectiva do DI, todavia, é extremamente improvável que um organismo consumiria seus recursos a fim de preservar e transmitir algum chamado ‘lixo’.” (Wells, 2004)

Através da observação dos agentes inteligentes humanos, há muito que podemos saber e entender sobre designers inteligentes. Estas observações podem então ser convertidas em hipóteses e predições sobre o que deveríamos encontrar se um objeto tiver sido ‘projetado’ [designed].

Isto faz do design inteligente uma teoria científica capaz de gerar predições testáveis, como visto na Tabela 2 abaixo:

Tabela 2. Predições do Design (Hipótese)

(1) Serão encontradas estruturas naturais que contêm muitas partes arranjadas em padrões intricados que desempenham uma função específica (e.g. informação complexa e especificada).

(2) Formas contendo grandes quantidades de informações originais aparecerão no registro fóssil de forma abrupta e sem precursores similares.

(3) Convergência aparecerá rotineiramente. Ou seja, genes e outras partes funcionais serão reaproveitados em organismos diferentes e não relacionados.

(4) Muito do chamado “DNA lixo” revelará desempenhar funções importantes.

Conforme o Dr. McPeek afirma, “Ciência é ter hipóteses e então testá-las”. Não há nada de errado nesta afirmação. Ele ainda ressalta que “a ciência pode apenas apoiar ou refutar hipóteses que sejam empiricamente testáveis”. Não há nada de errado nesta afirmação, também. O problema é quando ele afirma que o DI “não é” uma hipótese testável. Porém, como visto na citação anterior, essa acusação é feita uma vez que Dr. McPeek imprecisamente afirma que nós “jamais poderemos empiricamente saber ou entender as ações de … qualquer … Designer Inteligente”. Do contrário, se pudermos empiricamente saber ou compreender as ações de agentes inteligentes, então poderemos elaborar predições testáveis sobre o que deveríamos observar se uma causa inteligente esteve em ação.

Isto é exatamente o que os proponentes do DI fazem. E as predições do DI podem ser submetidas a teste, como discutido na Tabela 3:

Tabela 3. Examinando a Evidência (Experimento e Conclusão)

(1) Códigos baseados em linguagem podem ser revelados ao procurar-se entender o funcionamento da genética e hereditariedade. Altos níveis de complexidade especificada e complexidade irredutível são detectados em sistemas biológicos através de análises teóricas, simulações computacionais e cálculos (Behe & Snoke, 2004; Dembski 1998b; Axe et al. 2008; Axe, 2010a; Axe, 2010b; Dembski and Marks 2009a; Dembski and Marks 2009b; Ewert et al. 2009; Ewert et al. 2010; Chiu et al. 2002; Durston et al. 2007; Abel and Trevors, 2006; Voie 2006), “engenharia reversa” (e.g. “knockout experiments”) (Minnich and Meyer, 2004; McIntosh 2009a; McIntosh 2009b) ou testes de sensibilidade mutacional (Axe, 2000; Axe, 2004; Gauger et al. 2010).

(2) O registro fóssil mostra que espécies muitas vezes aparecem abruptamente sem antecessores similares. (Meyer, 2004; Lonnig, 2004; McIntosh, 2009b)

(3) Partes similares são comumente encontradas em organismos extremamente diferentes. Muitos genes e partes funcionais não são distribuídos de forma predita por ancestralidade, e são muitas vezes encontrados em organismos claramente não relacionados. (Davison, 2005; Nelson & Wells, 2003; Lönnig, 2004; Sherman 2007)

(4) Tem havido inúmeras descobertas de funcionalidades para o “DNA lixo”. Exemplos incluem recentes descobertas de funcionalidades inesperadas em alguns pseudogenes, microRNAs, íntrons, LINES e elementos ALU. (Sternberg, 2002, Sternberg and Shapiro, 2005; McIntosh, 2009a)

Finalmente, numa seção adiante de seu artigo, Dr. McPeek escreve: “se a mão de Deus fosse aceita como uma explicação científica para alguma complexidade da natureza, a investigação científica sobre tal complexidade – por definição – terminaria”. Novamente, nada poderia estar tão longe da verdade. Abaixo é listada mais de uma dúzia de exemplos de áreas em que o DI está ajudando a ciência a gerar novos conhecimentos científicos e abrir novas avenidas para pesquisa. Cada exemplo inclui citações para artigos e publicações científicas importantes de proponentes do DI que discutem essa pesquisa:

  • O DI direciona pesquisas quem têm detectado altos níveis de informação complexa e especificada em biologia na forma de ajustes precisos [fine-tuning] de sequências de proteínas. Isso tem implicações práticas não apenas para explicar a origem biológica, mas, também, para o desenvolvimento de enzimas e à antecipação/combate da evolução futura de doenças. (v. Axe, 2004; Axe, 2000; Axe, 2010 ba)
  • O DI prediz que cientistas encontrarão indícios de ‘afinação’ [fine-tuning] nas leis e constantes da física para permitir vida, levando a uma variedade de argumentos de ‘ajuste fino’, incluindo a Zona Galáctica Habitável. Isto tem grandes implicações para a adequação dos modelos cosmológicos do universo, sugere a direção a ser tomada para “teorias do tudo” mais bem sucedidas que devam englobar o ‘ajuste fino’, e outras implicações em física teórica. (v. Gonzalez, 2001; Halsmer, 2009)
  • O DI tem auxiliado os cientistas a enxergar a inteligência como uma causa cientificamente pesquisável para a complexidade biológica, e a entenderem os tipos de informação geradas. (v. Meyer, 2004b; Dembski, 1998b; McIntosh, 2009a)
  • O DI tem guiado pesquisas teóricas e experimentais acerca das limitações quanto à habilidade da evolução darwiniana em desenvolver traços que requerem múltiplas mutações para funcionar. Isto, decerto, tem implicações práticas no combate a problemas como resistência antibiótica ou engenharia de bactérias. (v. Behe & Snoke, 2004; Gauger et al. 2010)
  • O DI implica que há limites para os poderes geradores das operações darwinianas, levando ao entendimento de que as habilidades operacionais dos processos darwinianos são limitadas, o que tem práticas implicações quanto à viabilidade em utilizar-se algoritmos genéticos na solução de problemas. Este exemplo é em particular relevante porque o Dr. McPeek cita a evolução da resistência a antibióticos, resistência a medicamentos antivirais, e a resistência a inseticidas como seus principais exemplos da utilidade da evolução darwiniana. Ironicamente, uma das formas primárias que cientistas têm utilizado para combater tais formas de resistência é baseada na premissa de que há LIMITES para a evolução dos organismos. Se realidades biológicas como limites para a evolução não existissem, seria inútil a tentativa dos médicos em tentar combater a resistência a antibióticos ou a resistência aos medicamentos antivirais, pois a evolução poderia sempre produzir uma adaptação de tal modo que o organismo alvo tornar-se-ia resistente, sem incorrer em um custo para aptidão. Assim, são as predições do DI sobre a existência de limites para a evolução que ajudam a combater a resistência a antibióticos, antivirais e pesticidas – e não o conhecimento da evolução darwiniana. (v. Dembski and Marks 2009a; Dembski and Marks, 2009b; Ewert et al. 2009; Ewert et al. 2010; Axe et al. 2008.; Axe 2010a; Axe 2010b; Meyer 2004b; McIntosh 2009a; e muitos outros)
  • A metodologia do DI tem auxiliado cientistas a avaliar de maneira apropriada a informação biológica funcional, levando a conceitos como informação complexa e especificada ou complexidade de sequência funcional. Isto nos permite quantificar melhor a complexidade e entender quais caraterísticas estão, ou não, no escopo da evolução darwiniana. (v., por exemplo, Meyer 2004b; Durston et al. 2007; Chiu e Thomas, 2002)
  • O DI tem levado cientistas a investigar propriedades computacionais no DNA e no genoma, na esperança de melhor entender a genética e a origem dos sistemas biológicos. (v. Sternberg, 2008; Voie, 2006; Abel & Trevors, 2006)
  • O DI serve de paradigma para a biologia, no que ajuda cientistas a usarem de engenharia reversa em máquinas moleculares, como o flagelo bacteriano, a fim de entenderem suas funções, e compreenderem como estas propriedades permitem o funcionamento de sistemas biológicos. (v. por exemplo Minnich e Meyer, 2004; McIntosh, 2009a)
  • O DI leva os cientistas a enxergarem os componentes celulares como “estruturas projetadas ao invés de produtos acidentais da evolução neodarwiniana”, o que permite proporem hipóteses testáveis para as causas do câncer. (v. Wells, 2005)
  • O DI leva à visão de que a vida foi carregada com informação tanto quanto tenha sido elaborada para evoluir, prevendo (e agora encontrando!) genes “fora do lugar” não antecipados em várias taxas. (v. por exemplo, Sherman, 2007; de Roos, 2005; de Roos, 2007; de Roos, 2006)
  • O DI explica a causa dos aspectos difundidos de graus extremos de “evolução convergente”, incluindo a evolução convergente genética. (v. Lönnig, 2004; Nelson & Wells, 2003; Davison, 2005)
  • O DI explica causas de explosões de biodiversidade (bem como a extinção em massa) na história da vida. (v. Lönnig, 2004; Meyer, 2004b; Meyer et tal., 2003)
  • O DI tem, um tanto quanto naturalmente, direcionado cientistas a predizer funções para o DNA-lixo, levando a diversas pesquisas em busca de funções para DNA-“lixo” não-codificante, o que nos permite entender o desenvolvimento e biologia celular. (v.Wells, 2004; McIntosh, 2009a; Seaman e Sanford, 2009)

Embora pareça claro que as críticas do Dr. McPeek sobre o DI estão baseadas em sua grave má compreensão da teoria, não espere que ele admita estar errado. O Dr. McPeek detém uma posição de prestígio em uma escola da Liga de Hera [Yvi League School, é um grupo formado pelas 8 principais universidades privadas norte-americanas] aonde ele realiza pesquisas relacionadas à biologia evolucionária. Se as ideias de Thomas Kuhn tiverem algum mérito, não é provável que ele admita a veracidade de um novo e concorrente paradigma da biologia. Além disso, seu artigo deixa claro que ele está rendido ao constructo NOMA, que alega, como ele diz, “que a ciência só pode ser muda sobre estas questões, já que não podemos testar empiricamente a existência, ações ou métodos de Deus.” Embora não possamos ser capazes de identificar cientificamente o designer como Deus, nós certamente podemos encontrar sinais de ação inteligente na natureza.

Dr. McPeek pode sentir que é cientificamente impossível testar a ação prévia de um agente inteligente, mas muitos outros cientistas discordam dele. Muitas de suas publicações científicas com revisão por pares são citadas entre as referências abaixo.


Referências citadas:

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Traduzido e adaptado de Evolution News and Views


Jônatas D. Lima
Sobre Jônatas D. Lima 4 Articles
Graduando em Engenharia e moderador do blog Engenharia Filosófica. Atualmente é profissional do setor de eficiência energética, com foco na otimização do uso da energia, projetos de implantação de energias renováveis e pesquisa e desenvolvimento (P&D).

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