{"id":705,"date":"2016-02-10T11:00:04","date_gmt":"2016-02-10T13:00:04","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=705"},"modified":"2021-10-10T03:49:24","modified_gmt":"2021-10-10T06:49:24","slug":"design-inteligente-em-acao-ciencia-forense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/10\/design-inteligente-em-acao-ciencia-forense\/","title":{"rendered":"Design Inteligente em A\u00e7\u00e3o: Ci\u00eancia Forense"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/ciencia-forense.jpg\" class=\"aligncenter size-full wp-image-342\" \/><br \/>\n<span class=\"aligncenter\" style=\"font-size:12px;\"><strong>Imagem:<\/strong> Alasca, Mar de Bering, Ilha Punuk; Capit\u00e3o Budd Christman, NOAA Corps.<\/span><\/p>\n<p>H\u00e1 pouco tempo, n\u00f3s consideramos a <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/05\/design-inteligente-em-acao-arqueologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">arqueologia<\/a> e a <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/08\/design-inteligente-em-acao-criptologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">criptologia<\/a> como exemplos da ci\u00eancia do Design Inteligente em a\u00e7\u00e3o. A ci\u00eancia forense \u00e9 outro exemplo. Ela procura distinguir causas intencionais de causas acidentais em situa\u00e7\u00f5es ou eventos humanos. Por exemplo, num julgamento de assassinato, todas as evid\u00eancias s\u00e3o examinadas para que se determine se a v\u00edtima morreu de causas naturais ou se foi morta intencionalmente. Quanto mais perfeito for o crime, mais dif\u00edcil ser\u00e1 essa tarefa.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nPor\u00e9m, declarar culpa ou inoc\u00eancia n\u00e3o \u00e9 a tarefa da equipe forense \u2014 e nem de identificar o assassino ou a motiva\u00e7\u00e3o dele. Seu trabalho \u00e9 apenas determinar se a morte foi acidental ou se foi projetada intencionalmente (neste caso, por um projeto mau). A vida de uma pessoa acusada pode estar em jogo. Talvez a presen\u00e7a do r\u00e9u na cena do crime tenha sido uma coincid\u00eancia, no momento em que a v\u00edtima teve um ataque card\u00edaco natural. Como qualquer um poderia saber, com toda a ci\u00eancia do Design Inteligente a disposi\u00e7\u00e3o, as evid\u00eancias s\u00e3o cruciais para fazer uma infer\u00eancia adequada ao design.<\/p>\n<p><strong>Ci\u00eancia forense nuclear<\/strong><\/p>\n<p>A ci\u00eancia forense se aplica a muito mais do que investiga\u00e7\u00f5es de cenas de crime. Na <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/news\/security-expand-nuclear-forensics-1.14223\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">revista <em>Nature<\/em><\/a> de novembro de 2013, Klaus Meyer alegou que a prolifera\u00e7\u00e3o de materiais nucleares exige a expans\u00e3o da &#8220;ci\u00eancia forense nuclear&#8221; \u2014 a capacidade de caracterizar materiais nucleares para deter o tr\u00e1fico il\u00edcito e o terrorismo. Mais especialistas com boas pr\u00e1ticas est\u00e3o sendo necess\u00e1rios neste trabalho t\u00e3o importante.<\/p>\n<p>Meyer lista alguns dos questionamentos que os peritos forenses nucleares fazem:<\/p>\n<pre>\nFuncion\u00e1rios <strong>detectam<\/strong> materiais nucleares il\u00edcitos nas fronteiras, nos portos e aeroportos ou nos territ\u00f3rios estaduais pela <strong>medi\u00e7\u00e3o<\/strong> da radia\u00e7\u00e3o direta ou agindo com <strong>informa\u00e7\u00f5es<\/strong> privilegiadas da pol\u00edcia ou dos servi\u00e7os de <strong>intelig\u00eancia<\/strong>. Sempre que uma amostra \u00e9 interceptada, as ag\u00eancias querem saber: quais leis foram quebradas? <strong>Quando e onde<\/strong> foi o material produzido? Qual foi o uso pretendido? Onde estava o material roubado ou desviado? Existem maiores quantidades do material? Cientistas forenses nucleares tentam responder a esses questionamentos.\n<\/pre>\n<p>Ningu\u00e9m pensaria que esses cientistas forenses nucleares n\u00e3o sejam cientistas s\u00f3 por acreditarem que algu\u00e9m agiu intencionalmente. N\u00e3o, eles est\u00e3o preocupados em avaliar provas emp\u00edricas e fazer infer\u00eancias de intencionalidade. Digamos que 300 gramas de \u00f3xido de plut\u00f4nio sejam interceptados, como aconteceu no aeroporto de Munique, em 1994. Identificar o material e conhecer a improbabilidade de ele ser encontrado em um aeroporto por causas puramente naturais \u2014 ou at\u00e9 mesmo causas acidentais, tal como um passageiro comum perd\u00ea-lo \u2014 justificaria uma infer\u00eancia de intencionalidade.<\/p>\n<p>Existem muitas coisas que um cientista forense nuclear poderia inferir por exame direto do material radioativo. Meyer explica:<\/p>\n<pre>\nAs <em>assinaturas<\/em> qu\u00edmicas e f\u00edsicas de um material radioativo \u2014 a partir da sua <strong>apar\u00eancia e microestrutura<\/strong> at\u00e9 \u00e0 sua composi\u00e7\u00e3o elementar e isot\u00f3pica \u2014 <strong>d\u00e3o esclarecimentos sobre sua origem e hist\u00f3ria<\/strong>. Por exemplo, as propor\u00e7\u00f5es de is\u00f3topos das impurezas de estr\u00f4ncio numa amostra de ur\u00e2nio natural podem indicar se ele foi extra\u00eddo na Austr\u00e1lia ou Nam\u00edbia. A presen\u00e7a de subprodutos de decaimentos nucleares revelam a data de produ\u00e7\u00e3o do material, e produtos, como o ur\u00e2nio-236, de rea\u00e7\u00f5es de n\u00eautrons indicam que ele foi irradiado em uma usina el\u00e9trica.\n<\/pre>\n<p>A ci\u00eancia forense nuclear \u00e9 um campo relativamente novo, pequeno e especializado da ci\u00eancia forense. Meyer argumenta que m\u00e9todos melhores para identificar assinaturas de materiais nucleares aumentar\u00e1 a solidez das suas respostas, e, assim, a sua credibilidade. Geralmente, isso \u00e9 verdadeiro para todas as ci\u00eancias de Design Inteligente. Quanto mais robustos forem os m\u00e9todos, maior ser\u00e1 a credibilidade da infer\u00eancia ao <em>design<\/em>. O receio de Meyer \u00e9 que, sem um n\u00famero suficiente de especialistas na \u00e1rea, contrabandistas e terroristas possam evitar serem processados. Eis aqui uma ci\u00eancia de Design Inteligente com implica\u00e7\u00f5es amplas para a seguran\u00e7a internacional.<\/p>\n<p>Considere este caso real da ci\u00eancia forense em a\u00e7\u00e3o. Ele est\u00e1 pronto para ser tratado como roteiro de cinema:<\/p>\n<pre>\nH\u00e1 alguns anos atr\u00e1s, num pa\u00eds europeu, um detector de radia\u00e7\u00e3o numa esta\u00e7\u00e3o de reciclagem de sucata disparou um alarme. Uma pe\u00e7a de a\u00e7o num carregamento vindo do sul da \u00c1sia tinha um dep\u00f3sito esverdeado, e que uma medi\u00e7\u00e3o r\u00e1pida mostrou que era ur\u00e2nio natural.\n\nUma amostra foi enviada para o nosso laborat\u00f3rio de investiga\u00e7\u00e3o nuclear em Karlsruhe, Alemanha, onde eu e minha equipe identificamos o material verde como tetrafluoreto de ur\u00e2nio, um produto intermedi\u00e1rio do processamento de ur\u00e2nio encontrado normalmente no enriquecimento do is\u00f3topo. A data\u00e7\u00e3o sugeriu que ele foi produzido em 1978. Mas as impurezas qu\u00edmicas, particularmente no padr\u00e3o dos elementos raros terrestres (incluindo lant\u00e2nio, neod\u00edmio e sam\u00e1rio), indicou que o ur\u00e2nio veio de um subtipo de arenito n\u00e3o encontrado no pa\u00eds suspeito de origem, mas sim na China, Austr\u00e1lia, N\u00edger ou na Rep\u00fablica Tcheca...\n<\/pre>\n<p>A hist\u00f3ria engrossou a partir da\u00ed. Pistas adicionais apontaram para N\u00edger como pa\u00eds de origem. Assim, a <strong>origem e a hist\u00f3ria<\/strong> do material mostraram que o processamento de ur\u00e2nio e seu enriquecimento j\u00e1 tinham sido pegos num est\u00e1gio muito precoce das atividades nucleares do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Este exemplo mostra como infer\u00eancias precisas podem ser feitas a partir de evid\u00eancias emp\u00edricas, baseadas na elimina\u00e7\u00e3o de pequenas probabilidades \u2014 assim como Bill Dembski descreve no livro <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/dp\/B00INYG5NG\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>The Design Inference<\/em><\/a>. A improbabilidade de o material ser proveniente de qualquer outro lugar ou momento permitiu que a equipe forense tirasse conclus\u00f5es concretas. Os detalhes do material, incluindo a forma das pastilhas, sua composi\u00e7\u00e3o e a quantidade de decaimento dos is\u00f3topos-pai, deram pistas que os cientistas usaram \u200b\u200bpara identificar a origem e inferir causas intencionais das causas naturais, <em>sem conhecer a identidade ou as motiva\u00e7\u00f5es dos autores<\/em>. Esta \u00e9 exatamente a abordagem que Stephen Meyer usou no livro <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/dp\/B002C949BI\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Signature in the Cell<\/em><\/a> para inferir intencionalidade no c\u00f3digo gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>Tal como acontece com o Design Inteligente na biologia, a ci\u00eancia forense depende de especialistas em v\u00e1rios campos. A ci\u00eancia forense nuclear precisa de &#8220;qu\u00edmicos nucleares especializados, f\u00edsicos nucleares e engenheiros nucleares com experi\u00eancia pr\u00e1tica no ciclo do combust\u00edvel nuclear e na produ\u00e7\u00e3o ou na an\u00e1lise de material nuclear&#8221;, aconselha Klaus Meyer. Da mesma forma, inferir intencionalidade na c\u00e9lula, na terra e no universo depende de especialistas em campos t\u00e3o diversos como a bioqu\u00edmica e cosmologia. No entanto, pode-se chegar a infer\u00eancias concretas com informa\u00e7\u00f5es suficientes, se n\u00e3o exaustivas: &#8220;<strong>A medi\u00e7\u00e3o de alguns par\u00e2metros pode fornecer informa\u00e7\u00f5es suficientes<\/strong> para fins de aplica\u00e7\u00e3o da lei&#8221;, diz Meyer. De forma similar, o c\u00e1lculo de pequenas probabilidades pode chegar um n\u00edvel suficiente, a partir do qual mais evid\u00eancias para a infer\u00eancia ao design se tornam sup\u00e9rfluas.<\/p>\n<p><strong>Ci\u00eancia forense hist\u00f3rica<\/strong><\/p>\n<p>Outro artigo sobre ci\u00eancia forense aparece na mesma edi\u00e7\u00e3o da revista <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v503\/n7477\/full\/503465a.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Nature<\/a>. Alison Abbott faz revis\u00e3o de um novo livro de Christian Jennings, Bosnia&#8217;s Million Bones Solving the World&#8217;s Greatest Forensic Puzzle. Dessa vez, os autores eram conhecidos: s\u00e9rvios b\u00f3snios assassinaram cerca de 100.000 de seus compatriotas durante os vergonhosos anos de 1992 a 1995. O que eram desconhecidas eram as identidades de milhares de v\u00edtimas cujos corpos tinham sido despejados em valas comuns e, em seguida, enterrados em outro lugar. As fam\u00edlias em luto queriam dar a seus queridos entes enterros mais apropriados.<\/p>\n<p>Procurar descobrir essas identidades era &#8220;o maior enigma forense do mundo&#8221;, Jennings descreve em seu livro. Os s\u00e9rvios, querendo encobrir suas atrocidades, tinham arrasado com as primeiras valas comuns e as redistribu\u00edram para mais de 30 locais distantes. O livro de Jennings &#8220;conta a hist\u00f3ria de como a inovadora <strong>gen\u00e9tica forense<\/strong> resolveu o terr\u00edvel enigma de identificar cada osso, de modo que as fam\u00edlias em luto pudessem ter alguma paz&#8221;.<\/p>\n<p>Observe que isso \u00e9 chamado de &#8220;gen\u00e9tica forense&#8221;, n\u00e3o de religi\u00e3o ou mitologia.<\/p>\n<p>A tarefa, uma obra-prima do inferno, requeria identificar os locais distantes de sepultamento a partir das pesquisas a\u00e9reas e terrestres de solos perturbados, desenterrando os restos, e ent\u00e3o interpretar metodicamente os &#8220;padr\u00f5es&#8221; para identifica\u00e7\u00e3o. Aqui se percebe uma quest\u00e3o a ser colocada na detec\u00e7\u00e3o de design: este peda\u00e7o de terra foi perturbado naturalmente \u2014 ou seja, por um deslizamento de terra, furac\u00e3o ou por uma debandada de animais \u2014 ou foi perturbado intencionalmente para encobrir uma vala comum? V\u00e1rias pistas foram necess\u00e1rias para garantir uma infer\u00eancia ao design:<\/p>\n<pre>\n<strong>Eles reuniram alguns ind\u00edcios de como e quando<\/strong> os assassinatos em massa aconteceram a partir de pistas como o estado de decomposi\u00e7\u00e3o dos corpos, as horas e datas em seus rel\u00f3gios de corda autom\u00e1tica, e os <strong>padr\u00f5es caracter\u00edsticos<\/strong> dos danos causados \u200b\u200bem cr\u00e2nios com balas. An\u00e1lise das cores e das texturas dos solos apontaram para onde alguns dos ossos tinham sido despejados primeiro. Por exemplo, lascas de vidro indicavam enterro perto de uma f\u00e1brica de vidro na \u00e1rea.\n<\/pre>\n<p>A partir de ent\u00e3o, o exame de DNA foi a \u00fanica forma segura de identificar as v\u00edtimas. &#8220;A tarefa de identificar os ossos foi extraordinariamente dif\u00edcil&#8221;, diz Abbott, mas os m\u00e9todos forenses funcionaram. Por meio dessa an\u00e1lise, mais de 80% dos restos mortais foram devolvidos \u00e0s suas fam\u00edlias para o enterro.<\/p>\n<p>Ambos os artigos na revista <em>Nature<\/em> confirmam a ci\u00eancia forense como uma ci\u00eancia leg\u00edtima. A ci\u00eancia forense trata de detec\u00e7\u00e3o de intencionalidade (causa\u00e7\u00e3o natural ou intencional), interpretando padr\u00f5es, e fazendo infer\u00eancias ao <em>design<\/em>. As vezes o <em>designer<\/em> \u00e9 conhecido; as vezes n\u00e3o. De qualquer forma, a identidade e as motiva\u00e7\u00f5es do <em>designer<\/em> s\u00e3o irrelevantes para a valida\u00e7\u00e3o de uma infer\u00eancia ao <em>design<\/em>. S\u00f3 importam as evid\u00eancias. Os cientistas forenses seguem as evid\u00eancias at\u00e9 onde elas levam. As <em>implica\u00e7\u00f5es<\/em> ficam para que outros as considerem.<\/p>\n<p><em>Postado originalmente no site <a href=\"https:\/\/wp.me\/p5uAGV-5v\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Universo Privilegiado<\/a> (e tamb\u00e9m no <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/UniversoPrivilegiado\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Facebook<\/a>).<\/p>\n<p>Texto traduzido e adaptado de <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2013\/12\/intelligent_des_14079741.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Evolution News &amp; Views<\/a>.<br \/>\n<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Imagem: Alasca, Mar de Bering, Ilha Punuk; Capit\u00e3o Budd Christman, NOAA Corps. 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