{"id":666,"date":"2016-02-01T11:00:19","date_gmt":"2016-02-01T13:00:19","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=666"},"modified":"2021-10-10T04:07:05","modified_gmt":"2021-10-10T07:07:05","slug":"problema-10-longa-historia-previsoes-imprecisas-neo-darwinismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/01\/problema-10-longa-historia-previsoes-imprecisas-neo-darwinismo\/","title":{"rendered":"Problema 10: A Longa Hist\u00f3ria de Previs\u00f5es Imprecisas do Neo-Darwinismo sobre \u00d3rg\u00e3os Vestigiais e o DNA Lixo"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/escorregar.jpg\" alt=\"\" class=\"aligncenter\" \/><\/p>\n<p><em><b>Nota do tradutor:<\/b> esta \u00e9 a parte 10 da s\u00e9rie de 10 artigos sobre os problemas cient\u00edficos da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e qu\u00edmica. A s\u00e9rie \u00e9 baseada no cap\u00edtulo &#8220;The Top Ten Scientific Problems with Biological and Chemical Evolution&#8221; de autoria de <a href=\"https:\/\/www.discovery.org\/p\/188\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Casey Luskin<\/a> no livro <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/dp\/0991988027\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">More than Myth<\/a>, editado por Paul Brown e Robert Stackpole (Chartwell Press, 2014). Eis a lista de todos os artigos da s\u00e9rie: <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/18\/os-10-maiores-problemas-cientificos-evolucao-biologica-quimica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Artigo introdut\u00f3rio<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/19\/problema-1-nao-existe-mecanismo-viavel-sopa-primordial\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 1<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/20\/problema-2-processos-quimicos-sem-controle-nao-conseguem-explicar-origem-codigo-genetico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 2<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/21\/problema-3-mutacoes-aleatorias-gradativas-nao-produzem-a-informacao-genetica-necessaria-para-complexidade-irredutivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 3<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/22\/problema-4-selecao-natural-esforca-fixar-caracteristicas-vantajosas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 4<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/25\/problema-5-aparecimento-abrupto-especies-registro-fossil-nao-condiz-evolucao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 5<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/26\/problema-6-biologia-molecular-falhou-fornecer-arvore-vida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 6<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/27\/problema-7-evolucao-convergente-desafia-darwinismo-destroi-logica-da-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 7<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/28\/problema-8-diferencas-entre-embrioes-vertebrados-contradizem-previsoes-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 8<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/29\/problema-9-neo-darwinismo-se-esforca-para-explicar-biogeografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 9<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/01\/problema-10-longa-historia-previsoes-imprecisas-neo-darwinismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 10<\/a>.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>Durante d\u00e9cadas, os evolucionistas afirmavam que os nossos corpos e os nossos genomas est\u00e3o cheios de partes in\u00fateis e de material gen\u00e9tico in\u00fatil &#8212; os chamados \u00f3rg\u00e3os &#8220;vestigiais&#8221; &#8211;, mostrando que a vida \u00e9 resultado de longos per\u00edodos de tempo de evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o controlada. Durante o julgamento de Scopes em 1925, o bi\u00f3logo evolucionista Horatio Hackett Newman argumentou que existem mais de 180 \u00f3rg\u00e3os vestigiais e estruturas do corpo humano, &#8220;suficiente para fazer de um homem um verdadeiro museu vivo de antiguidades&#8221; <a href=\"#ref157\" name=\"back157\">[157]<\/a>.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nAo longo do tempo, no entanto, essas previs\u00f5es sobre \u00f3rg\u00e3os vestigiais do corpo e sobre DNA in\u00fatil n\u00e3o permaneceram verdadeiras. Enquanto os cientistas aprendem mais e mais sobre o funcionamento da biologia, importantes fun\u00e7\u00f5es e prop\u00f3sitos foram descobertos para essas chamadas estruturas vestigiais. De fato, em 2008, a revista New Scientist relatou que, desde os dias do professor Newman, a lista de \u00f3rg\u00e3os vestigiais &#8220;cresceu, e ent\u00e3o encolheu novamente&#8221; a tal ponto que hoje &#8220;os bi\u00f3logos est\u00e3o extremamente cautelosos em falar de \u00f3rg\u00e3os vestigiais em tudo&#8221; <a href=\"#ref158\" name=\"back158\">[158]<\/a>. Estruturas que antes eram incorretamente consideradas vestigiais incluem:<\/p>\n<ul>\n<li>As am\u00edgdalas: Em algum momento, elas eram removidas com frequ\u00eancia. Agora sabe-se que elas servem a um prop\u00f3sito no sistema linf\u00e1tico para ajudar a combater a infec\u00e7\u00e3o <a href=\"#ref159\" name=\"back159\">[159]<\/a>.<\/li>\n<li>O c\u00f3ccix: Muitos evolucionistas ainda afirmam que este \u00e9 um remanescente das caudas dos nossos supostos ancestrais primatas <a href=\"#ref160\" name=\"back160\">[160]<\/a>, mas na verdade \u00e9 uma parte vital do nosso esqueleto, usada para a fixa\u00e7\u00e3o de m\u00fasculos, tend\u00f5es e ligamentos que suportam os ossos nas nossas p\u00e9lvis.<\/li>\n<li>A tire\u00f3ide: Acreditou-se uma vez que esta gl\u00e2ndula no pesco\u00e7o n\u00e3o tinha nenhum prop\u00f3sito, e foi ignorada e mesmo destru\u00edda por m\u00e9dicos que operam sob falsas premissas darwinianas. Agora os cientistas sabem que ela \u00e9 vital para a regula\u00e7\u00e3o do metabolismo.<\/li>\n<li>O ap\u00eandice: cientistas darwinistas afirmavam que o ap\u00eandice era um &#8220;vest\u00edgio da nossa ancestralidade herb\u00edvora&#8221; <a href=\"#ref161\" name=\"back161\">[161]<\/a>, e que, ao longo das eras evolutivas, a sua fun\u00e7\u00e3o nos seres humanos tem diminu\u00eddo e est\u00e1 sendo perdida. Mas hoje \u00e9 sabido que o ap\u00eandice desempenha fun\u00e7\u00f5es importantes, tais como providenciar um armaz\u00e9m de bact\u00e9rias ben\u00e9ficas, produzindo c\u00e9lulas brancas do sangue, e desempenhando pap\u00e9is importantes durante o desenvolvimento fetal <a href=\"#ref162\" name=\"back162\">[162]<\/a>. \u00c0 luz desta evid\u00eancia, o imunologista William Parker, da Universidade de Duke, observou que &#8220;muitos textos de biologia ainda hoje se referem ao ap\u00eandice como um \u00f3rg\u00e3o vestigial&#8221;, mas que &#8220;\u00e9 hora de corrigir os livros did\u00e1ticos&#8221; <a href=\"#ref163\" name=\"back163\">[163]<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Apesar da m\u00e1 reputa\u00e7\u00e3o das afirma\u00e7\u00f5es de que os \u00f3rg\u00e3os eram vestigiais, bi\u00f3logos evolucionistas tem aplicado esse mesmo tipo de pensamento nos nossos genomas. Muitos postularam que a natureza aleat\u00f3ria das muta\u00e7\u00f5es iria encher nossos genomas com lixo gen\u00e9tico in\u00fatil, apelidado de &#8220;DNA lixo&#8221;. Esta hip\u00f3tese foi aparentemente confirmada quando foi descoberto que apenas 2% do genoma humano era codificado por prote\u00ednas, deixando os outros 98% sem explica\u00e7\u00e3o. Muitos cientistas que atuam como porta-vozes da biologia evolutiva tem afirmado que esta evid\u00eancia d\u00e1 evid\u00eancias conclusivas da evolu\u00e7\u00e3o darwiniana:<\/p>\n<ul>\n<li>O bi\u00f3logo evolucionista Kenneth Miller da Brown University argumenta que &#8220;o genoma humano est\u00e1 repleto de pseudogenes, fragmentos de genes, os genes &#8216;\u00f3rf\u00e3os&#8217;, DNA lixo, e tantas c\u00f3pias repetidas de sequ\u00eancias de DNA sem sentido que isso n\u00e3o pode ser atribu\u00eddo a qualquer coisa que pare\u00e7a ter sido projeto inteligente&#8221; <a href=\"#ref164\" name=\"back164\">[164]<\/a>.<\/li>\n<li>Richard Dawkins igualmente escreve que &#8220;os criacionistas podem passar um bom tempo especulando sobre por que o Criador bagun\u00e7ou nos genomas colocando pseudogenes n\u00e3o traduzidos e repetidos DNA lixo lado a lado&#8221; <a href=\"#ref165\" name=\"back165\">[165]<\/a>.<\/li>\n<li>Em seu livro de 2006 The Language of God, Francis Collins alegou que por volta de &#8220;45 por cento do genoma humano&#8221; \u00e9 constitu\u00eddo por &#8220;flotsam e jetsam gen\u00e9ticos&#8221; <a href=\"#ref166\" name=\"back166\">[166]<\/a> (Flotsam e jetsam, \u00e9 claro, \u00e9 lixo flutuante no oceano). Soando muito parecido com Dawkins, ele faz implica\u00e7\u00f5es claras: &#8220;A menos que algu\u00e9m esteja disposto a assumir a posi\u00e7\u00e3o de que Deus colocou [DNA repetitivo e compartilhado sem fun\u00e7\u00e3o] nessas posi\u00e7\u00f5es precisas para confundir e nos enganar, a conclus\u00e3o de um ancestral comum para os seres humanos e ratos \u00e9 praticamente inevit\u00e1vel&#8221; <a href=\"#ref167\" name=\"back167\">[167]<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O problema com esses argumentos n\u00e3o \u00e9 teol\u00f3gico, mas sim cient\u00edfico: V\u00e1rios exemplos de fun\u00e7\u00f5es foram descobertas para o chamado DNA lixo.<\/p>\n<p>O bi\u00f3logo Richard Sternberg examinou a literatura e encontrou v\u00e1rias evid\u00eancias de fun\u00e7\u00f5es para o DNA repetitivo. Escrevendo na revista <em>Annals of a New York Academy of Sciences<\/em>, ele descobriu que, entre as fun\u00e7\u00f5es das repeti\u00e7\u00f5es, inclui-se a forma\u00e7\u00e3o de estruturas nucleares de ordem superior, centr\u00f4meros, tel\u00f4meros e centros de nuclea\u00e7\u00e3o para a metila\u00e7\u00e3o do DNA. Descobriu-se que o DNA repetitivo estava envolvido na prolifera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas, nas respostas ao stress celular, na tradu\u00e7\u00e3o de genes e no reparo de DNA <a href=\"#ref168\" name=\"back168\">[168]<\/a>. Sternberg concluiu que &#8220;a narrativa do DNA [lixo] ego\u00edsta e hist\u00f3rias associadas deveriam se juntar aos outros &#8216;\u00edcones&#8217; da teoria da evolu\u00e7\u00e3o neo-darwinista que, apesar do seu desacordo com as evid\u00eancias emp\u00edricas, no entanto, persistem na literatura&#8221; <a href=\"#ref169\" name=\"back169\">[169]<\/a>.<\/p>\n<p>Outras pesquisas continuam a descobrir fun\u00e7\u00f5es para v\u00e1rios tipos de DNA repetitivo, incluindo SINE <a href=\"#ref170\" name=\"back170\">[170]<\/a>, LINE <a href=\"#ref171\" name=\"back171\">[171]<\/a>, e elementos <em>Alu<\/em> <a href=\"#ref172\" name=\"back172\">[172]<\/a>. Um artigo chegou a sugerir que sequ\u00eancias <em>Alu<\/em> repetitivas podem estar envolvidas no &#8220;desenvolvimento da fun\u00e7\u00e3o cerebral superior&#8221; em humanos <a href=\"#ref173\" name=\"back173\">[173]<\/a>. Numerosas outras fun\u00e7\u00f5es foram descobertas para v\u00e1rios tipos de DNA n\u00e3o-codificante de prote\u00ednas, incluindo:<\/p>\n<ul>\n<li>reparo de DNA <a href=\"#ref174\" name=\"back174\">[174]<\/a>;<\/li>\n<li>auxilio na replica\u00e7\u00e3o de DNA <a href=\"#ref175\" name=\"back175\">[175]<\/a>;<\/li>\n<li>regula\u00e7\u00e3o de transcri\u00e7\u00e3o do DNA <a href=\"#ref176\" name=\"back176\">[176]<\/a>;<\/li>\n<li>aux\u00edlio no dobramento e na manuten\u00e7\u00e3o de cromossomos <a href=\"#ref177\" name=\"back177\">[177]<\/a>;<\/li>\n<li>controle da edi\u00e7\u00e3o e do entrela\u00e7amento de RNA <a href=\"#ref178\" name=\"back178\">[178]<\/a>;<\/li>\n<li>ajuda no combate de doen\u00e7as <a href=\"#ref179\" name=\"back179\">[179]<\/a>;<\/li>\n<li>regula\u00e7\u00e3o do desenvolvimento embrion\u00e1rio <a href=\"#ref180\" name=\"back180\">[180]<\/a>;<\/li>\n<\/ul>\n<p>Sternberg, juntamente com o geneticista da Universidade de Chicago James Shapiro, previu em 2005 no peri\u00f3dico <em>Cytogenetic and Genome Research<\/em> que &#8220;um dia, iremos pensar naquilo que costumava ser chamado de &#8216;DNA lixo&#8217; como sendo um componente essencial de um verdadeiro regime de controle celular&#8221; <a href=\"#ref181\" name=\"back181\">[181]<\/a>.<\/p>\n<p>O dia previsto por Sternberg e Shapiro talvez tenha vindo mais cedo do que eles esperavam. Em setembro de 2012, a revista <em>Nature<\/em> relatou os resultados de um projeto de pesquisa de muitos anos, envolvendo mais de 400 cientistas internacionais que estudavam as fun\u00e7\u00f5es do DNA n\u00e3o-codificante em humanos. Chamado de Projeto ENCODE, seu conjunto de 30 artigos inovadores informou que <strong>a grande maioria do genoma tem fun\u00e7\u00f5es<\/strong>. O artigo mais importante que informava os resultados do Projeto ENCODE afirmou:<\/p>\n<pre>\nEstes dados permitiram que n\u00f3s atribu\u00edssemos fun\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas para 80% do genoma, em particular, fora das regi\u00f5es bem estudadas de codifica\u00e7\u00e3o de prote\u00edna. <a href=\"#ref182\" name=\"back182\">[182]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Ewan Birney, coordenador-chefe de an\u00e1lise do ENCODE, comentou na <em>Discover Magazine<\/em> que, mesmo que o ENCODE tenha verificado apenas 147 tipos de c\u00e9lulas e que o corpo humano tem alguns milhares, &#8220;\u00e9 prov\u00e1vel que esses 80 por cento v\u00e3o para 100 por cento&#8221; <a href=\"#ref183\" name=\"back183\">[183]<\/a>. O mesmo artigo citou Tom Gingeras, um cientista s\u00eanior do ENCODE, observando que &#8220;quase todos os nucleot\u00eddeos est\u00e3o associados a uma fun\u00e7\u00e3o de algum tipo ou outro, e agora sabemos onde elas est\u00e3o, o que se liga a elas, quais s\u00e3o as suas associa\u00e7\u00f5es, e mais&#8221; <a href=\"#ref184\" name=\"back184\">[184]<\/a>. Outro coment\u00e1rio na <em>Nature<\/em> observou que &#8220;80% do genoma cont\u00e9m elementos ligados a fun\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas, despachando a vis\u00e3o generalizada de que o genoma humano \u00e9 em sua maior parte DNA lixo&#8221; <a href=\"#ref185\" name=\"back185\">[185]<\/a>. A <em>Discover Magazine<\/em> coloca desta forma: &#8220;O ponto principal \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 lixo&#8221; <a href=\"#ref186\" name=\"back186\">[186]<\/a>.<\/p>\n<p>Enquanto ainda h\u00e1 muito que n\u00e3o sabemos sobre o genoma, a tend\u00eancia da pesquisa est\u00e1 apontando claramente numa dire\u00e7\u00e3o: quanto mais estudamos o genoma, mais detectamos fun\u00e7\u00f5es para o DNA n\u00e3o-codificante. No entanto, o hoje duvidoso paradigma do &#8220;DNA lixo&#8221; nasceu e cresceu dentro do paradigma evolutivo, baseado na ideia de que nosso genoma foi constru\u00eddo por meio de muta\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias. Sim, alguns bi\u00f3logos velhacos se atreveram a buscar fun\u00e7\u00f5es para o DNA n\u00e3o-codificante, mas a vis\u00e3o darwiniana do &#8220;DNA lixo&#8221; da gen\u00e9tica tem, em geral, dificultado o progresso da ci\u00eancia, como foi admitido por um artigo de 2003 na revista <em>Science<\/em>:<\/p>\n<pre>\nEmbora cativante, o termo 'DNA lixo' repeliu por muitos anos os pesquisadores de linha de frente de estudar o DNA n\u00e3o-codificante. Quem, a n\u00e3o ser um pequeno n\u00famero de \"mendigos\" da ci\u00eancia gen\u00f4mica, gostaria de vasculhar lixo gen\u00e9tico? No entanto, na ci\u00eancia assim como na vida normal, existem alguns indiv\u00edduos que, sob o risco de serem ridicularizados, exploram territ\u00f3rios impopulares. Por causa deles, a vis\u00e3o do DNA lixo, especialmente dos elementos repetitivos, come\u00e7ou a mudar no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90. Agora, mais e mais bi\u00f3logos consideram os elementos repetitivos como um tesouro gen\u00f4mico. <a href=\"#ref187\" name=\"back187\">[187]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Apesar dos pressupostos darwinianos muito difundidos por\u00e9m contr\u00e1rios a isso, o artigo concluiu que &#8220;elementos repetitivos n\u00e3o s\u00e3o DNA lixo in\u00fatil, em vez disso s\u00e3o componentes importantes e integrais&#8221; <a href=\"#ref188\" name=\"back188\">[188]<\/a> dos genomas dos animais. Estudos sugerem que estas longas cadeias de DNA n\u00e3o-codificante entre genes &#8220;constituem uma camada importante da regula\u00e7\u00e3o do genoma numa gama ampla de esp\u00e9cies&#8221; <a href=\"#ref189\" name=\"back189\">[189]<\/a>.<\/p>\n<p>Assim como os elementos repetitivos, um outro tipo de DNA lixo para o qual algumas fun\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo descobertas s\u00e3o os <strong>pseudogenes<\/strong>. Pensa-se que os pseudogenes sejam c\u00f3pias de genes que j\u00e1 foram funcionais alguma vez, mas que foram inativados por muta\u00e7\u00f5es. Um artigo no peri\u00f3dico <em>Science Signaling<\/em> observa que &#8220;os pseudogenes foram considerados por muito tempo como DNA lixo&#8221; <a href=\"#ref190\" name=\"back190\">[190]<\/a>, mas nota:<\/p>\n<pre>\nAvan\u00e7os recentes permitiram concluir que o DNA de um pseudogene, o RNA transcrito a partir de um pseudogene, ou a prote\u00edna traduzida a partir de um pseudogene pode ter m\u00faltiplas e diferentes fun\u00e7\u00f5es e que estas fun\u00e7\u00f5es podem afetar n\u00e3o s\u00f3 os seus genes parentais, mas tamb\u00e9m genes n\u00e3o relacionados. Portanto, os pseudogenes surgiram como uma classe n\u00e3o apreciada anteriormente de moduladores sofisticados de express\u00e3o g\u00eanica, com um envolvimento multifacetado na patog\u00eanese do c\u00e2ncer humano. <a href=\"#ref191\" name=\"back191\">[191]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Na verdade, muitas fun\u00e7\u00f5es dos pseudogenes j\u00e1 foram descobertas <a href=\"#ref192\" name=\"back192\">[192]<\/a>: o projeto ENCODE sozinho encontrou mais de 850 pseudogenes que s\u00e3o &#8220;transcritos e associados com cromatina ativa&#8221; <a href=\"#ref193\" name=\"back193\">[193]<\/a>. Mas o que exatamente estes pseudogenes est\u00e3o fazendo? Um artigo de 2011 no jornal RNA argumenta outra vez que eles podem regular a express\u00e3o de genes:<\/p>\n<pre>\nOs pseudogenes tem sido rotulados como DNA de 'lixo', c\u00f3pias falhadas de genes que surgem durante a evolu\u00e7\u00e3o dos genomas. No entanto, resultados recentes est\u00e3o desafiando essa alcunha; de fato, alguns pseudogenes parecem possuir potencial de regular os seus primos codificadores de prote\u00ednas. <a href=\"#ref194\" name=\"back194\">[194]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Da mesma forma, um artigo de 2012 na revista <em>RNA Biology<\/em> afirmou similarmente que os &#8220;pseudogenes foram considerados por muito tempo como DNA gen\u00f4mico de lixo&#8221;, mas &#8220;a regula\u00e7\u00e3o pelos pseudogenes \u00e9 bem difundida&#8221; <a href=\"#ref195\" name=\"back195\">[195]<\/a> em organismos multicelulares complexos. O artigo prop\u00f4s que &#8220;a alta abund\u00e2ncia e conserva\u00e7\u00e3o dos pseudogenes numa variedade de esp\u00e9cies indicam que press\u00f5es seletivas preservam esses elementos gen\u00e9ticos, e sugerem que eles podem de fato desempenhar fun\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas importantes&#8221; <a href=\"#ref196\" name=\"back196\">[196]<\/a>.<\/p>\n<p>Os pseudogenes servem como mais um bom exemplo de como os bi\u00f3logos darwinistas tem assumido que um tipo de DNA n\u00e3o-codificante que eles n\u00e3o compreendiam era lixo gen\u00e9tico sem fun\u00e7\u00e3o e, portanto, ignoravam suas fun\u00e7\u00f5es. Na verdade, o artigo acima mencionado na revista <em>RNA Biology<\/em> explica que uma das raz\u00f5es pelas quais os evolucionistas tem sido t\u00e3o lentos para abandonar o pressuposto de que os pseudogenes sejam lixo \u00e9 porque as suas fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o dif\u00edceis de detectar. Os autores constatam que &#8220;quase todos os pseudogenes que apresentam atividade biol\u00f3gica significativa est\u00e3o expressos em linhas de c\u00e9lulas ou de tecidos espec\u00edficos&#8221;, o que significa que apenas esses tecidos espec\u00edficos ou linhas de c\u00e9lulas podem utilizar determinado pseudogene para alguma fun\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, \u00e9 dif\u00edcil de detectar as fun\u00e7\u00f5es dos pseudogenes porque nos faltavam as ferramentas de pesquisa para entender como eles influenciam a express\u00e3o do gene. O artigo prev\u00ea que &#8220;mais e mais pseudogenes funcionais ser\u00e3o descobertos assim que novas tecnologias para a biologia sejam desenvolvidas no futuro&#8221;, e conclui que &#8220;o estudo dos pseudogenes funcionais est\u00e1 apenas no come\u00e7o&#8221; <a href=\"#ref197\" name=\"back197\">[197]<\/a>. Na verdade, dois bi\u00f3logos importantes que escreveram na <em>Annual Review of Genetics<\/em> relataram que &#8220;os pseudogenes que tem sido investigados satisfatoriamente muitas vezes exibem pap\u00e9is funcionais&#8221; <a href=\"#ref198\" name=\"back198\">[198]<\/a>.<\/p>\n<p>Muitos bi\u00f3logos evolucionistas est\u00e3o apegados \u00e0 vis\u00e3o de que nossos genomas s\u00e3o cheios de lixo, e resistem \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o de que praticamente todo o DNA tem fun\u00e7\u00e3o. De fato, um livro de 2012 sobre evolu\u00e7\u00e3o ensina que &#8220;mais de metade do genoma n\u00e3o \u00e9 composto nem de genes, nem de vest\u00edgios de genes humanos, nem de regi\u00f5es reguladoras. Em vez disso, ele \u00e9 composto de segmentos que parecem parasitas de DNA&#8221; <a href=\"#ref199\" name=\"back199\">[199]<\/a>. Enquanto isso, as evid\u00eancias continuam a apontar na dire\u00e7\u00e3o oposta. Embora ainda falte muito a ser aprendido sobre o funcionamento do nosso genoma, a tend\u00eancia da pesquisa \u00e9 inequ\u00edvoca: quanto mais estudamos o DNA n\u00e3o-codificante, mais encontramos evid\u00eancias de fun\u00e7\u00e3o por toda parte.<\/p>\n<p><b>Problema B\u00f4nus: Os seres humanos exibem muitas habilidades comportamentais e cognitivas que n\u00e3o oferecem nenhuma vantagem aparente de sobreviv\u00eancia<\/b><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, os bi\u00f3logos evolucionistas tentaram explicar a origem das capacidades morais, intelectuais e religiosas dos seres humanos nos termos da evolu\u00e7\u00e3o darwiniana. O psic\u00f3logo evolucionista da Universidade de Harvard Marc Hauser tem promovido a hip\u00f3tese cada vez mais comum de que &#8220;as pessoas nascem com uma gram\u00e1tica moral montada em seus circuitos neurais pela evolu\u00e7\u00e3o&#8221; <a href=\"#ref200\" name=\"back200\">[200]<\/a>.<\/p>\n<p>Os seres humanos parecem montados para a moralidade, mas n\u00f3s fomos programados por processos evolutivos n\u00e3o controlados? A sele\u00e7\u00e3o natural n\u00e3o consegue explicar atos extremos de bondade humana. Independentemente da sua origem ou cren\u00e7as, na situa\u00e7\u00e3o de encontrar estranhos presos dentro de um ve\u00edculo em chamas, as pessoas arriscar\u00e3o suas pr\u00f3prias vidas para ajud\u00e1-los a escapar &#8212; sem vantagem evolutiva para si mesmas. Por exemplo, o bi\u00f3logo evolucionista Jeffrey Schloss explica que as equipes de resgate do Holocausto assumiram grandes riscos os quais n\u00e3o ofereciam nenhum benef\u00edcio pessoal:<\/p>\n<pre>\nA fam\u00edlia do socorrista, outros membros da fam\u00edlia e amigos ficaram todos em perigo, e eles foram reconhecidos por estarem em perigo pelo socorrista. Al\u00e9m disso, mesmo se a fam\u00edlia escapasse da morte, eles muitas vezes experimentaram priva\u00e7\u00e3o de alimentos, espa\u00e7o e com\u00e9rcio social; afli\u00e7\u00e3o emocional extrema; e perda da aten\u00e7\u00e3o pelo socorrista. <a href=\"#ref201\" name=\"back201\">[201]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Francis Collins d\u00e1 o exemplo de Oskar Schindler, o empres\u00e1rio alem\u00e3o que arriscou sua vida &#8220;para salvar mais de mil judeus das c\u00e2maras de g\u00e1s&#8221; <a href=\"#ref202\" name=\"back202\">[202]<\/a>. Como Collins ressalta, &#8220;isso \u00e9 o oposto de salvar seus genes&#8221; <a href=\"#ref203\" name=\"back203\">[203]<\/a>. Schloss acrescenta outros exemplos de comportamento &#8220;radicalmente sacrificial&#8221;, que &#8220;reduz o sucesso reprodutivo&#8221; e n\u00e3o oferece nenhum benef\u00edcio evolutivo, tais como a pobreza volunt\u00e1ria, o celibato, e mart\u00edrio <a href=\"#ref204\" name=\"back204\">[204]<\/a>.<\/p>\n<p>Apesar das reivindica\u00e7\u00f5es de psic\u00f3logos evolucionistas, muitas das habilidades mais impressionantes na caridade, na arte e no intelectualismo da humanidade ultrapassam os requisitos b\u00e1sicos da sele\u00e7\u00e3o natural. Se a vida for simplesmente uma quest\u00e3o de sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o, por que os seres humanos compoem sinfonias, investigam a mec\u00e2nica qu\u00e2ntica, e constroem catedrais?<\/p>\n<p>Philip Skell, membro da Academia Nacional de Ci\u00eancias dos EUA (Natural Academy of Sciences), explicou por que a psicologia evolucionista n\u00e3o prev\u00ea adequadamente o comportamento humano:<\/p>\n<pre>\nExplica\u00e7\u00f5es darwinianas para tais coisas s\u00e3o flex\u00edveis demais: A sele\u00e7\u00e3o natural torna os seres humanos ego\u00edstas e agressivos -- exceto quando se tornam altru\u00edstas e serenos. Ou a sele\u00e7\u00e3o natural produz homens viris que avidamente espalham suas sementes -- exceto quando ela prefere homens que sejam fi\u00e9is protetores e provedores. Quando uma explica\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o flex\u00edvel ao ponto de explicar qualquer comportamento, \u00e9 dif\u00edcil de testa-la experimentalmente, muito menos de usa-la como um catalisador para a descoberta cient\u00edfica. <a href=\"#ref205\" name=\"back205\">[205]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Ao contr\u00e1rio do darwinismo, a evid\u00eancia indica que a vida humana n\u00e3o se trata de mera sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o. Mas, al\u00e9m de nossa singularidade moral, os seres humanos tamb\u00e9m s\u00e3o distintos pelo seu uso de linguagem complexa. Como o professor e ling\u00fcista do MIT Noam Chomsky observa:<\/p>\n<pre>\nA linguagem humana parece ser um fen\u00f4meno \u00fanico, sem an\u00e1logo significativo no mundo animal. Se \u00e9 assim, \u00e9 bem insensato mostrar o problema de explicar a evolu\u00e7\u00e3o da linguagem humana a partir de sistemas mais primitivos de comunica\u00e7\u00e3o que aparecem em n\u00edveis mais baixos de capacidade intelectual. (...) N\u00e3o existem raz\u00f5es para se supor que as \"lacunas\" sejam \"atravess\u00e1veis\". <a href=\"#ref206\" name=\"back206\">[206]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Por \u00faltimo, o ser humano tamb\u00e9m \u00e9 a \u00fanica esp\u00e9cie que busca investigar o mundo natural atrav\u00e9s da ci\u00eancia. Na verdade, da pr\u00f3xima vez que algu\u00e9m tentar listar as diferen\u00e7as entre humanos e macacos, lembrem-no que s\u00e3o os seres humanos que escrevem artigos cient\u00edficos para estudar os macacos, e n\u00e3o o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p><b>Ci\u00eancia versus religi\u00e3o?<\/b><\/p>\n<p>Esta s\u00e9rie citou dezenas de artigos da literatura cient\u00edfica e t\u00e9cnica e de cientistas de muita credibilidade os quais, tomados em conjunto, representam fortes desafios cient\u00edficos \u00e0 moderna teoria da evolu\u00e7\u00e3o. No entanto, os defensores do neo-darwinismo afirmam comumente que obje\u00e7\u00f5es cient\u00edficas leg\u00edtimas para seu ponto de vista n\u00e3o existem, e que as \u00fanicas cr\u00edticas que ficam s\u00e3o baseadas em religi\u00e3o. \u00c9 claro que isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Na verdade, a tentativa de renomear as cr\u00edticas da evolu\u00e7\u00e3o neo-darwiniana como se fossem religiosas \u00e9 uma manobra t\u00edpica para ignorar as cr\u00edticas cient\u00edficas sem enfrenta-las.<\/p>\n<p>Toda a argumenta\u00e7\u00e3o, \u00e9 claro, levanta tanto argumentos religiosos como cient\u00edficos e que apoiam a vis\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o progressiva, segundo a qual Deus teria a vida na Terra ao longo de milh\u00f5es de anos. Este ponto de vista tem dimens\u00f5es religiosas e cient\u00edficas, sendo por isso diferente da abordagem estritamente cient\u00edfica feita nesta s\u00e9rie.<\/p>\n<p>O fato de que alguns argumentos possam ser baseados em religi\u00e3o n\u00e3o altera em nada o fato de que existem grandes desafios cient\u00edficos \u00e0 teoria neo-darwiniana. Da mesma forma, o fato de existirem importantes dimens\u00f5es religiosas neste debate n\u00e3o significa que os materialistas possam ignorar as fragilidades cient\u00edficas dos seus pr\u00f3prios argumentos. At\u00e9 que esses problemas cient\u00edficos sejam respondidos, os cientistas v\u00e3o continuar a aumentar seu ceticismo pela teoria da evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>Texto traduzido e adaptado de <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2015\/02\/problem_10_neo-091191.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Evolution News &#038; Views<\/a>.<\/em><\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/p>\n<p><a href=\"#back157\" name=\"ref157\">[157]<\/a> Horatio Hackett Newman, citado em <em>The World&#8217;s Most Famous Court Trial: Tennessee Evolution Case<\/em>, 2nd ed. (Dayton, TN: Bryan College, 1990), 268. Veja tamb\u00e9m Robert Wiedersheim, <em>The Structure of Man: An Index to His Past History<\/em> (London: MacMillan and Co, 1895; reimpresso por Kessinger, 2007).<\/p>\n<p><a href=\"#back158\" name=\"ref158\">[158]<\/a> Laura Spinney, &#8220;Vestigial organs: Remnants of evolution&#8221;, <em>New Scientist<\/em>, 2656 (14 de maio de 2008), em <a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/mg19826562.100-vestigial-organs-remnants-of-evolution.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.newscientist.com\/article\/mg19826562.100-vestigial-organs-remnants-of-evolution.html<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#back159\" name=\"ref159\">[159]<\/a> Sylvia S. Mader, <em>Inquiry into Life<\/em>, 10th ed. (McGraw Hill, 2003), 293.<\/p>\n<p><a href=\"#back160\" name=\"ref160\">[160]<\/a> Laura Spinney, &#8220;The Five things humans no longer need&#8221;, New Scientist (19 de maio de 2008), em <a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/dn13927-five-things-humans-no-longer-need.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.newscientist.com\/article\/dn13927-five-things-humans-no-longer-need.html<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#back161\" name=\"ref161\">[161]<\/a> Douglas Theobald, &#8220;29+ Evidences for Macroevolution&#8221;, TalkOrigins.org, em <a href=\"http:\/\/www.talkorigins.org\/faqs\/comdesc\/section2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.talkorigins.org\/faqs\/comdesc\/section2.html<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#back162\" name=\"ref162\">[162]<\/a> Veja Loren G. Martin, &#8220;What is the function of the human appendix? Did it once have a purpose that has since been lost?&#8221;, <em>Scientific American<\/em> (21 de outubro de 1999), em <a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/what-is-the-function-of-the-human-appendix-did-it-once-have-a-purpose-that-has-since-been-lost\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/what-is-the-function-of-the-human-appendix-did-it-once-have-a-purpose-that-has-since-been-lost\/<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#back163\" name=\"ref163\">[163]<\/a> William Parker citado em Charles Q. Choi, &#8220;The Appendix: Useful and in Fact Promising&#8221;, <em>LiveScience<\/em> (24 de agosto de 2009).<\/p>\n<p><a href=\"#back164\" name=\"ref164\">[164]<\/a> Miller, &#8220;Life&#8217;s Grand Design&#8221;, 24-32. Miller cita &#8220;genes \u00f3rf\u00e3os&#8221; mas esses genes n\u00e3o s\u00e3o considerados genes sem fun\u00e7\u00e3o. Ao inv\u00e9s disso, genes \u00f3rf\u00e3os s\u00e3o genes funcionais que n\u00e3o possuem hom\u00f3logo conhecido entre outros genes. Tais genes \u00f3rf\u00e3os d\u00e3o evid\u00eancias de design inteligente pois n\u00e3o h\u00e1 fonte plaus\u00edvel das informa\u00e7\u00f5es neles presentes.<\/p>\n<p><a href=\"#back165\" name=\"ref165\">[165]<\/a> Richard Dawkins, &#8220;The Information Challenge&#8221;, <em>The Skeptic<\/em>, 18 (dezembro de 1998).<\/p>\n<p><a href=\"#back166\" name=\"ref166\">[166]<\/a> Francis Collins, <em>The Language of God: A Scientist Presents Evidence for Belief<\/em> (New York: Free Press, 2006), 136-37.<\/p>\n<p><a href=\"#back167\" name=\"ref167\">[167]<\/a> Ibid., pp. 134-137.<\/p>\n<p><a href=\"#back168\" name=\"ref168\">[168]<\/a> Richard Sternberg, &#8220;On the Roles of Repetitive DNA Elements in the Context of a Unified Genomic- Epigenetic System&#8221;, <em>Annals of the New York Academy of Sciences<\/em>, 981 (2002): 154-88.<\/p>\n<p><a href=\"#back169\" name=\"ref169\">[169]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back170\" name=\"ref170\">[170]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back171\" name=\"ref171\">[171]<\/a> Tammy A. Morrish, Nicolas Gilbert, Jeremy S. Myers, Bethaney J. Vincent, Thomas D. Stamato, Guillermo E. Taccioli, Mark A. Batzer, and John V. Mora &#8220;DNA repair mediated by endonuclease-independent LINE-1 retrotransposition&#8221;, <em>Nature Genetics<\/em>, 31 (junho de 2002): 159-65.<\/p>\n<p><a href=\"#back172\" name=\"ref172\">[172]<\/a> Galit Lev-Maor, Rotem Sorek, Noam Shomron, and Gil Ast, &#8220;The birth of an alternatively spliced exon: 3&#8242; splice-site selection in Alu exons&#8221;, <em>Science<\/em>, 300 (23 de maio de 2003): 1288-91;<br \/>\nWojciech Makalowski, &#8220;Not junk after all&#8221;, <em>Science<\/em>, 300 (23 de maio de 2003): 1246-47.<\/p>\n<p><a href=\"#back173\" name=\"ref173\">[173]<\/a> Nurit Paz-Yaacova, Erez Y. Levanonc, Eviatar Nevod, Yaron Kinare, Alon Harmelinf, Jasmine Jacob-Hirscha, Ninette Amariglioa, Eli Eisenbergg, and Gideon Rechavi, &#8220;Adenosine-to-inosine RNA editing shapes transcriptome diversity in primates&#8221;, <em>Proceedings of the National Academy of Sciences USA<\/em>, 107 (6 de julho de 2010): 12174-79.<\/p>\n<p><a href=\"#back174\" name=\"ref174\">[174]<\/a> Morrish et al., &#8220;DNA repair mediated by endonuclease-independent LINE-1 retrotransposition&#8221;, 159-65;<br \/>\nAnnie Tremblay, Maria Jasin, and Pierre Chartrand, &#8220;A Double-Strand Break in a Chromosomal LINE Element Can Be Repaired by Gene Conversion with Various Endogenous LINE Elements in Mouse Cells&#8221;, <em>Molecular and Cellular Biology<\/em>, 20 (janeiro de 2000): 54-60;<br \/>\nUlf Grawunder, Matthias Wilm, Xiantuo Wu, Peter Kulesza, Thomas E. Wilson, Matthias Mann, and Michael R. Lieber, &#8220;Activity of DNA ligase IV stimulated by complex formation with XRCC4 protein in mammalian cells&#8221;, <em>Nature<\/em>, 388 (31 de julho de 1997): 492-95;<br \/>\nThomas E. Wilson, Ulf Grawunder, and Michael R. Lieber, &#8220;Yeast DNA ligase IV mediates non-homologous DNA end joining&#8221;, <em>Nature<\/em>, 388 (31 de julho de 1997): 495-98.<\/p>\n<p><a href=\"#back175\" name=\"ref175\">[175]<\/a> Richard Sternberg and James A. Shapiro, &#8220;How repeated retroelements format genome function&#8221;, <em>Cytogenetic and Genome Research<\/em>, 110 (2005): 108-16.<\/p>\n<p><a href=\"#back176\" name=\"ref176\">[176]<\/a> Jeffrey S. Han, Suzanne T. Szak, e Jef D. Boeke, &#8220;Transcriptional disruption by the L1 retrotransposon e implications for mammalian transcriptomes&#8221;, <em>Nature<\/em>, 429 (20 de maio de 2004): 268-74;<br \/>\nBethany A. Janowski, Kenneth E. Huffman, Jacob C. Schwartz, Rosalyn Ram, Daniel Hardy, David S. Shames, John D. Minna, e David R. Corey, &#8220;Inhibiting gene expression at transcription start sites in chromosomal DNA with antigene RNAs&#8221;, <em>Nature Chemical Biology<\/em>, 1 (setembro de 2005): 216-22;<br \/>\nJ. A. Goodrich, e J. F. Kugel, &#8220;Non-coding-RNA regulators of RNA polymerase II transcription&#8221;, <em>Nature Reviews Molecular e Cell Biology<\/em>, 7 (agosto de 2006): 612-16;<br \/>\nL.C. Li, S. T. Okino, H. Zhao, H., D. Pookot, R. F. Place, S. Urakami, H. Enokida, e R. Dahiya, &#8220;Small dsRNAs induce transcriptional activation in human cells&#8221;, <em>Proceedings of the National Academy of Sciences USA<\/em>, 103 (14 de novembro de 2006): 17337-42;<br \/>\nA. Pagano, M. Castelnuovo, F. Tortelli, R. Ferrari, G. Dieci, e R. Cancedda, &#8220;New small nuclear RNA gene-like transcriptional units as sources of regulatory transcripts&#8221;, <em>PLoS Genetics<\/em>, 3 (fevereiro de 2007): e1;<br \/>\nL. N. van de Lagemaat, J. R. Landry, e D. L. Mager, P. 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Felsenfeld, &#8220;Insulators and Boundaries: Versatile Regulatory Elements in the Eukaryotic Genome&#8221;, <em>Science<\/em>, 291 (19 de janeiro de 2001): 447-50;<br \/>\nM.-L. Pardue and P.G. DeBaryshe, &#8220;Drosophila telomeres: two transposable elements with important roles in chromosomes&#8221;, <em>Genetica<\/em>, 107 (1999): 189-96;<br \/>\nS. Henikoff, &#8220;Heterochromatin function in complex genomes&#8221;, <em>Biochimica et Biophysica Acta<\/em>, 1470 (fevereiro de 2000): O1-O8;<br \/>\nL. M.Figueiredo, L. H. Freitas-Junior, E. Bottius, Jean-Christophe Olivo-Marin, and A. Scherf, &#8220;A central role for <em>Plasmodium falciparum<\/em> subtelomeric regions in spatial positioning and telomere length regulation&#8221;, <em>The EMBO Journal<\/em>, 21 (2002): 815-24;<br \/>\nMary G. Schueler, Anne W. Higgins, M. Katharine Rudd, Karen Gustashaw, and Huntington F. Willard, &#8220;Genomic and Genetic Definition of a Functional Human Centromere&#8221;, <em>Science<\/em>, 294 (5 de outubro de 2001): 109-15.<\/p>\n<p><a href=\"#back178\" name=\"ref178\">[178]<\/a> Ling-Ling Chen, Joshua N. DeCerbo, and Gordon G. Carmichael, &#8220;<em>Alu<\/em> element-mediated gene silencing&#8221;, <em>The EMBO Journal<\/em> 27 (2008): 1694-1705;<br \/>\nJerzy Jurka, &#8220;Evolutionary impact of human Alu repetitive elements&#8221;, <em>Current Opinion in Genetics &amp; Development<\/em>, 14 (2004): 603-8;<br \/>\nG. Lev-Maor et al. &#8220;The birth of an alternatively spliced exon: 3&#8242; splice-site selection in Alu exons&#8221;, 1288-91;<br \/>\nE. Kondo-Iida, K. Kobayashi, M. Watanabe, J. Sasaki, T. Kumagai, H. Koide, K. Saito, M. Osawa, Y. Nakamura, and T. Toda, &#8220;Novel mutations and genotype-phenotype relationships in 107 families with Fukuyama-type congenital muscular dystrophy (FCMD)&#8221;, <em>Human Molecular Genetics<\/em>, 8 (1999): 2303-09;<br \/>\nJohn S. Mattick and Igor V. Makunin, &#8220;Non-coding RNA&#8221;, <em>Human Molecular Genetics<\/em>, 15 (2006): R17-R29.<\/p>\n<p><a href=\"#back179\" name=\"ref179\">[179]<\/a> M. Mura, P. Murcia, M. Caporale, T. E. Spencer, K. Nagashima, A. Rein, and M. Palmarini, &#8220;Late viral interference induced by transdominant Gag of an endogenous retrovirus&#8221;, <em>Proceedings of the National Academy of Sciences USA<\/em>, 101 (27 de julho de 2004): 11117-22;<br \/>\nM. Kandouz, A. Bier, G. D Carystinos, M. A Alaoui-Jamali, and G. Batist, &#8220;Connexin43 pseudogene is expressed in tumor cells and inhibits growth&#8221;, <em>Oncogene<\/em>, 23 (2004):4763-70.<\/p>\n<p><a href=\"#back180\" name=\"ref180\">[180]<\/a> K. A. Dunlap, M. Palmarini, M. Varela, R. C. Burghardt, K. Hayashi, J. L. Farmer, and T. E. Spencer, &#8220;Endogenous retroviruses regulate periimplantation placental growth and differentiation&#8221;, <em>Proceedings of the National Academy of Sciences USA<\/em>, 103 (26 de setembro de 2006):14390-95;<br \/>\nL. Hyslop, M. Stojkovic, L. Armstrong, T. Walter, P. Stojkovic, S. Przyborski, M. Herbert, A. Murdoch, T. Strachan, and M. Lakoa, &#8220;Downregulation of NANOG Induces Differentiation of Human Embryonic Stem Cells to Extraembryonic Lineages&#8221;, <em>Stem Cells<\/em>, 23 (2005): 1035-43;<br \/>\nE. Peaston, A. V. Evsikov, J. H. Graber, W. N. de Vries, A. E. Holbrook, D. Solter, and B. B. Knowles, &#8220;Retrotransposons Regulate Host Genes in Mouse Oocytes and Preimplantation Embryos&#8221;, <em>Developmental Cell<\/em>, 7 (outubro de 2004): 597-606.<\/p>\n<p><a href=\"#back181\" name=\"ref181\">[181]<\/a> Richard Sternberg and James A. Shapiro, &#8220;How repeated retroelements format genome function&#8221;, <em>Cytogenetic and Genome Research<\/em>, 110 (2005): 108-16.<\/p>\n<p><a href=\"#back182\" name=\"ref182\">[182]<\/a> The ENCODE Project Consortium, &#8220;An integrated encyclopedia of DNA elements in the human genome&#8221;, <em>Nature<\/em>, 489:57-74 (6 de setembro de 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back183\" name=\"ref183\">[183]<\/a> Ewan Birney, citado em Ed Yong, &#8220;ENCODE: the rough guide to the human genome&#8221;, <em>Discover Magazine<\/em> (5 de setembro de 2012), em <a href=\"https:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2012\/09\/05\/encode-the-rough-guide-to-the-human-genome\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2012\/09\/05\/encode-the-rough-guide-to-the-human-genome\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#back184\" name=\"ref184\">[184]<\/a> Tom Gingeras, citado em Ed Yong, &#8220;ENCODE: the rough guide to the human genome&#8221;, <em>Discover Magazine<\/em> (5 de setembro de 2012), em <a href=\"https:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2012\/09\/05\/encode-the-rough-guide-to-the-human-genome\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2012\/09\/05\/encode-the-rough-guide-to-the-human-genome\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#back185\" name=\"ref185\">[185]<\/a> Joseph R. Ecker, &#8220;Serving up a genome feast&#8221;, <em>Nature<\/em>, 489:52-55 (6 de setembro de 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back186\" name=\"ref186\">[186]<\/a> Ed Yong, &#8220;ENCODE: the rough guide to the human genome&#8221;, <em>Discover Magazine<\/em> (5 de setembro de 2012), em <a href=\"https:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2012\/09\/05\/encode-the-rough-guide-to-the-human-genome\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2012\/09\/05\/encode-the-rough-guide-to-the-human-genome\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#back187\" name=\"ref187\">[187]<\/a> Makalowski, &#8220;Not Junk After All&#8221;, 1246-47.<\/p>\n<p><a href=\"#back188\" name=\"ref188\">[188]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back189\" name=\"ref189\">[189]<\/a> David R. Kelley and John L. Rinn, &#8220;Transposable elements reveal a stem cell specific class of long noncoding RNAs&#8221;, <em>Genome Biology<\/em>, 13:R107 (2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back190\" name=\"ref190\">[190]<\/a> Laura Poliseno, &#8220;Pseudogenes: Newly Discovered Players in Human Cancer&#8221;, <em>Science Signaling<\/em>, 5 (242) (18 de setembro de 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back191\" name=\"ref191\">[191]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back192\" name=\"ref192\">[192]<\/a> Ver por exemplo D. Zheng and M. B. Gerstein, &#8220;The ambiguous boundary between genes and pseudogenes: the dead rise up, or do they?&#8221;, <em>Trends in Genetics<\/em>, 23 (maio de 2007): 219-24;<br \/>\nS. Hirotsune <em>et al.<\/em>, &#8220;An expressed pseudogene regulates the messenger-RNA stability of its homologous coding gene&#8221;, <em>Nature<\/em>, 423 (1 de maio de 2003): 91-96;<br \/>\nO. H. Tam <em>et al.<\/em>, &#8220;Pseudogene-derived small interfering RNAs regulate gene expression in mouse oocytes&#8221;, <em>Nature<\/em>, 453 (22 de maio de 2008): 534-38;<br \/>\nD. Pain <em>et al.<\/em>, &#8220;Multiple Retropseudogenes from Pluripotent Cell-specific Gene Expression Indicates a Potential Signature for Novel Gene Identification&#8221;, <em>The Journal of Biological Chemistry<\/em>, 280 (25 de fevereiro de 2005):6265-68;<br \/>\nJ. Zhang <em>et al.<\/em>, &#8220;NANOGP8 is a retrogene expressed in cancers&#8221;, <em>FEBS Journal<\/em>, 273 (2006): 1723-30.<\/p>\n<p><a href=\"#back193\" name=\"ref193\">[193]<\/a> The ENCODE Project Consortium, &#8220;An integrated encyclopedia of DNA elements in the human genome&#8221;, <em>Nature<\/em>, 489:57-74 (6 de setembro de 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back194\" name=\"ref194\">[194]<\/a> Ryan Charles Pink, Kate Wicks, Daniel Paul Caley, Emma Kathleen Punch, Laura Jacobs, and David Paul Francisco Carter, &#8220;Pseudogenes: Pseudo-functional or key regulators in health and disease?&#8221;, <em>RNA<\/em>, 17 (2011): 792-98.<\/p>\n<p><a href=\"#back195\" name=\"ref195\">[195]<\/a> Yan-Zi Wen, Ling-Ling Zheng, Liang-Hu Qu, Francisco J. Ayala and Zhao-Rong Lun, &#8220;Pseudogenes are not pseudo any more&#8221;, <em>RNA Biology<\/em>, 9(1):27-32 (janeiro de 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back196\" name=\"ref196\">[196]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back197\" name=\"ref197\">[197]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back198\" name=\"ref198\">[198]<\/a> Evgeniy S. Balakirev and Francisco J. Ayala, &#8220;Pseudogenes, Are They &#8216;Junk&#8217; or Functional DNA?&#8221;, <em>Annual Review of Genetics<\/em>, 37 (2003): 123-51.<\/p>\n<p><a href=\"#back199\" name=\"ref199\">[199]<\/a> Carl Zimmer and Douglas Emlen, <em>Evolution: Making Sense of Life<\/em>, p. 132 (Roberts and Company, 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back200\" name=\"ref200\">[200]<\/a> Nicholas Wade, &#8220;An Evolutionary Theory of Right and Wrong&#8221;, <em>The New York Times<\/em> (31 de outubro de 2006), acessado em 28 de abril de 2012, <a href=\"http:\/\/www.nytimes.com\/2006\/10\/31\/health\/psychology\/31book.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.nytimes.com\/2006\/10\/31\/health\/psychology\/31book.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#back201\" name=\"ref201\">[201]<\/a> Jeffrey P. Schloss, &#8220;Evolutionary Accounts of Altruism &amp; the Problem of Goodness by Design&#8221;, in <em>Mere Creation;<br \/>\nScience, Faith &amp; Intelligent Design<\/em>, ed. William A. Dembski (Downers Grove, IL, Intervarsity Press, 1998), 251.<\/p>\n<p><a href=\"#back202\" name=\"ref202\">[202]<\/a> Francis Collins quoted in Dan Cray, &#8220;God vs. Science&#8221;, <em>Time<\/em> Magazine (5 de novembro de 2006), acessado em 28 de abril de 2012, http:\/\/www.time.com\/time\/printout\/0,8816,1555132,00.html<\/p>\n<p><a href=\"#back203\" name=\"ref203\">[203]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back204\" name=\"ref204\">[204]<\/a> Jeffrey P. Schloss, &#8220;Emerging Accounts of Altruism: &#8216;Love Creation&#8217;s Final Law&#8217;?&#8221;, in <em>Altruism and Altruistic Love: Science, Philosophy, &amp; Religion in Dialogue<\/em>, eds. Stephen G. Post, Lynn G. Underwood, Jeffrey P. Schloss, and William B. Hurlbut (Oxford: Oxford University Press, 2002), 221.<\/p>\n<p><a href=\"#back205\" name=\"ref205\">[205]<\/a> Philip S. Skell, &#8220;Why do we invoke Darwin?&#8221;, <em>The Scientist<\/em>, 19 (29 de agosto de 2005): 10.<\/p>\n<p><a href=\"#back206\" name=\"ref206\">[206]<\/a> Noam Chomsky, <em>Language and Mind<\/em>, 3rd ed. (Cambridge: Cambridge University Press, 2006), 59.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Nota do tradutor: esta \u00e9 a parte 10 da s\u00e9rie de 10 artigos sobre os problemas cient\u00edficos da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e qu\u00edmica. 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