{"id":664,"date":"2016-01-29T11:00:19","date_gmt":"2016-01-29T13:00:19","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=664"},"modified":"2021-10-10T03:48:55","modified_gmt":"2021-10-10T06:48:55","slug":"problema-9-neo-darwinismo-se-esforca-para-explicar-biogeografia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/29\/problema-9-neo-darwinismo-se-esforca-para-explicar-biogeografia\/","title":{"rendered":"Problema 9: O Neo-Darwinismo se Esfor\u00e7a Muito para Explicar a Distribui\u00e7\u00e3o Biogeogr\u00e1fica de Muitas Esp\u00e9cies"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/pithecia.jpg\" alt=\"\" class=\"aligncenter\" \/><\/p>\n<p><em><b>Nota do tradutor:<\/b> esta \u00e9 a parte 9 da s\u00e9rie de 10 artigos sobre os problemas cient\u00edficos da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e qu\u00edmica. A s\u00e9rie \u00e9 baseada no cap\u00edtulo &#8220;The Top Ten Scientific Problems with Biological and Chemical Evolution&#8221; de autoria de <a href=\"https:\/\/www.discovery.org\/p\/188\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Casey Luskin<\/a> no livro <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/dp\/0991988027\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">More than Myth<\/a>, editado por Paul Brown e Robert Stackpole (Chartwell Press, 2014). Eis a lista de todos os artigos da s\u00e9rie: <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/18\/os-10-maiores-problemas-cientificos-evolucao-biologica-quimica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Artigo introdut\u00f3rio<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/19\/problema-1-nao-existe-mecanismo-viavel-sopa-primordial\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 1<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/20\/problema-2-processos-quimicos-sem-controle-nao-conseguem-explicar-origem-codigo-genetico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 2<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/21\/problema-3-mutacoes-aleatorias-gradativas-nao-produzem-a-informacao-genetica-necessaria-para-complexidade-irredutivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 3<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/22\/problema-4-selecao-natural-esforca-fixar-caracteristicas-vantajosas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 4<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/25\/problema-5-aparecimento-abrupto-especies-registro-fossil-nao-condiz-evolucao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 5<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/26\/problema-6-biologia-molecular-falhou-fornecer-arvore-vida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 6<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/27\/problema-7-evolucao-convergente-desafia-darwinismo-destroi-logica-da-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 7<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/28\/problema-8-diferencas-entre-embrioes-vertebrados-contradizem-previsoes-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 8<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/29\/problema-9-neo-darwinismo-se-esforca-para-explicar-biogeografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 9<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/01\/problema-10-longa-historia-previsoes-imprecisas-neo-darwinismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 10<\/a>.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>Biogeografia \u00e9 o estudo da distribui\u00e7\u00e3o dos organismos no tempo e no espa\u00e7o, tanto no presente como no passado da Terra. \u00c9 comum se afirmar que a biogeografia apoia fortemente a teoria neo-darwinista. Por exemplo, o National Center for Science Education (NCSE), um grupo defensor de Darwin, afirma que &#8220;a consist\u00eancia entre os padr\u00f5es biogeogr\u00e1ficos e evolutivos fornece evid\u00eancias importantes sobre a continuidade dos processos de condu\u00e7\u00e3o a evolu\u00e7\u00e3o e diversifica\u00e7\u00e3o de toda a vida&#8221;, e &#8220;essa continuidade \u00e9 o que seria esperado de um padr\u00e3o de descend\u00eancia comum&#8221;. No entanto, o NCSE exagera seu caso de forma dram\u00e1tica e ignora os muitos casos em que a biogeografia n\u00e3o mostra o tipo de &#8220;continuidade&#8221; que seria esperada sob um padr\u00e3o de descend\u00eancia comum.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nExplica\u00e7\u00f5es evolutivas da biogeografia falham quando organismos terrestres (ou de \u00e1gua doce) aparecem em um local (como numa ilha ou num continente) onde n\u00e3o exista nenhum mecanismo padr\u00e3o migrat\u00f3rio pelo qual eles chegassem l\u00e1 a partir de alguma popula\u00e7\u00e3o ancestral. Em outras palavras, quando encontramos duas popula\u00e7\u00f5es de organismos, a evolu\u00e7\u00e3o darwiniana afirma que, se voltamos atr\u00e1s num tempo suficiente, elas devem estar ligadas pela descend\u00eancia comum. Mas as vezes \u00e9 praticamente imposs\u00edvel de explicar como essas popula\u00e7\u00f5es poderiam ter chegado em suas respectivas localiza\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas do globo a partir de alguma popula\u00e7\u00e3o ancestral.<\/p>\n<p>Por exemplo, um dos enigmas biogeogr\u00e1ficos mais graves para a teoria darwiniana \u00e9 a origem dos macacos sul-americanos chamados de &#8220;platirrinos&#8221; (platyrrhini). Com base em evid\u00eancias moleculares e morfol\u00f3gicas, os macacos platirrinos do Novo Mundo s\u00e3o considerados descendentes dos macacos &#8220;catarrhini&#8221; do Velho Mundo africano. O registro f\u00f3ssil mostra que os macacos viveram na Am\u00e9rica do Sul pelos \u00faltimos 30 milh\u00f5es de anos <a href=\"#ref137\" name=\"back137\">[137]<\/a>. Mas a hist\u00f3ria das placas tect\u00f4nicas mostra que a \u00c1frica e a Am\u00e9rica do Sul se separaram por volta de 100 a 120 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, e que a Am\u00e9rica do Sul era um continente-ilha isolado h\u00e1 cerca de 80 &#8211; 3,5 milh\u00f5es de anos <a href=\"#ref138\" name=\"back138\">[138]<\/a>. Se os macacos da Am\u00e9rica do Sul se separaram dos macacos africanos em torno de 30 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, os proponentes do neo-darwinismo devem explicar de alguma forma como eles atravessaram centenas, se n\u00e3o milhares, de quil\u00f4metros de oceano aberto para chegar na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Esse problema para os bi\u00f3logos evolucionistas tem sido reconhecido por diversos especialistas. Um livro da Harper Collins sobre a evolu\u00e7\u00e3o humana afirma: &#8220;A origem dos macacos platirrinos intrigaram os paleont\u00f3logos por d\u00e9cadas (&#8230;) Quando e como os macacos chegaram \u00e0 Am\u00e9rica do Sul?&#8221; <a href=\"#ref139\" name=\"back139\">[139]<\/a> Os primatologistas John G. Fleagle e Christopher C. Gilbert escrevem dessa maneira em um volume cient\u00edfico sobre as origens dos primatas:<\/p>\n<pre>\nO aspecto biogeogr\u00e1fico mais desafiador da evolu\u00e7\u00e3o dos platirrinos concerne \u00e0 origem de todo o clado. A Am\u00e9rica do Sul era um continente-ilha durante a maior parte do Terci\u00e1rio e os paleont\u00f3logos tem debatido por muito tempo neste s\u00e9culo sobre como e por onde os primatas alcan\u00e7aram a Am\u00e9rica do Sul. <a href=\"#ref140\" name=\"back140\">[140]<\/a>\n<\/pre>\n<p>O especialista em primatas Walter Carl Hartwig \u00e9 igualmente contundente: &#8220;A quest\u00e3o das origens do platirrinos incorpora v\u00e1rias quest\u00f5es diferentes. Como os platirrinos chegaram \u00e0 Am\u00e9rica do Sul?&#8221; <a href=\"#ref141\" name=\"back141\">[141]<\/a> Perguntas b\u00e1sicas e irritantes certamente n\u00e3o d\u00e3o credibilidade \u00e0s alega\u00e7\u00f5es do NCSE sobre &#8220;consist\u00eancia entre os padr\u00f5es biogeogr\u00e1ficos e evolutivos&#8221;.<\/p>\n<p>Para aqueles que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com os tipos de argumentos feitos por bioge\u00f3grafos neo-darwinistas, as respostas a estes enigmas podem ser incr\u00edveis demais para serem acreditadas. Um livro da Harper Collins explica: &#8220;A hip\u00f3tese do &#8216;rafting&#8217; (jangada) argumenta que os macacos evolu\u00edram a partir de pross\u00edmios apenas uma \u00fanica vez na \u00c1frica, e fizeram a viagem de jangada pela \u00e1gua para a Am\u00e9rica do Sul&#8221; <a href=\"#ref142\" name=\"back142\">[142]<\/a>. E \u00e9 claro, n\u00e3o poderia haver apenas um macaco marinheiro, ou o macaco iria morrer em breve sem deixar descend\u00eancia. Ent\u00e3o, pelo menos dois macacos (ou talvez uma \u00fanica f\u00eamea gr\u00e1vida) deve ter feito a viagem de jangada.<\/p>\n<p>Fleagle e Gilbert observam que a hip\u00f3tese &#8216;rafting&#8217; &#8220;levanta uma quest\u00e3o biogeogr\u00e1fica dif\u00edcil&#8221;, porque &#8220;a Am\u00e9rica do Sul est\u00e1 separada da \u00c1frica por uma dist\u00e2ncia de pelo menos 2600 km, tornando muito improv\u00e1vel essa liga\u00e7\u00e3o filogen\u00e9tica e biogeogr\u00e1fica entre as faunas de primatas dos dois continentes&#8221; <a href=\"#ref143\" name=\"back143\">[143]<\/a>. Mas eles est\u00e3o presos em um paradigma evolucionista, o que significa que eles s\u00e3o obrigados a encontrar uma liga\u00e7\u00e3o sendo ela prov\u00e1vel ou n\u00e3o. Eles argumentam que, \u00e0 luz da &#8220;aus\u00eancia de quaisquer antrop\u00f3ides da Am\u00e9rica do Norte, combinada com a consider\u00e1vel evid\u00eancia morfol\u00f3gica de uma conex\u00e3o Am\u00e9rica do Sul e \u00c1frica do roedor e faunas primatas&#8221;, que portanto &#8220;a hip\u00f3tese &#8216;rafting&#8217; \u00e9 o cen\u00e1rio mais prov\u00e1vel para a origem biogeogr\u00e1fica dos platirrinos&#8221; <a href=\"#ref144\" name=\"back144\">[144]<\/a>. Em outras palavras, a hip\u00f3tese do &#8216;rafting&#8217; que era improv\u00e1vel passou a ser &#8220;prov\u00e1vel&#8221; s\u00f3 porque &#8220;sabemos&#8221; que a descend\u00eancia comum tem que ser verdadeira.<\/p>\n<p>Na verdade, a hip\u00f3tese &#8216;rafting&#8217; enfrenta s\u00e9rios problemas, porque tanto os mam\u00edferos como os macacos tem metabolismo alto e requerem grandes quantidades de comida e \u00e1gua <a href=\"#ref145\" name=\"back145\">[145]<\/a>. Fleagle e Gilbert, assim, admitem que &#8220;a dispers\u00e3o sobre a \u00e1gua durante a evolu\u00e7\u00e3o dos primatas parece surpreendente demais para a ordem dos mam\u00edferos&#8221;, e concluem, &#8220;as raz\u00f5es para a preval\u00eancia do &#8216;rafting&#8217; no curso da evolu\u00e7\u00e3o dos primatas precisa ser explicada&#8221; <a href=\"#ref146\" name=\"back146\">[146]<\/a>. Ou, como Hartwig coloca, &#8220;A evid\u00eancia esmagadora do isolamento da Am\u00e9rica do Sul no final do per\u00edodo Cret\u00e1ceo-Plioceno torna o aspecto mec\u00e2nico da dispers\u00e3o dos platirrinos praticamente insol\u00favel&#8221;, porque &#8220;qualquer modelo das origens do final do per\u00edodo eoc\u00eanico precisa recorrer a um mecanismo de passagem transoce\u00e2nica (&#8216;rafting&#8217;) que \u00e9 implaus\u00edvel, ou na melhor das hip\u00f3teses, suspeito&#8221; <a href=\"#ref147\" name=\"back147\">[147]<\/a>.<\/p>\n<p>E h\u00e1 problemas mais profundos: aparentemente, macacos fizeram a viagem da \u00c1frica para a Am\u00e9rica do Sul, mas outros primatas africanos menores n\u00e3o colonizaram o Novo Mundo. Se foi t\u00e3o f\u00e1cil para os macacos atravessarem de jangada o proto-oceano Atl\u00e2ntico, por que esses primatas menores tamb\u00e9m n\u00e3o fizeram a viagem? A raz\u00e3o que Fleagle e Gilbert nos d\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma raz\u00e3o, e tudo se resume ao mero acaso. Em suas pr\u00f3prias palavras, a hip\u00f3tese &#8216;rafting&#8217; seria &#8220;claramente um acontecimento fortuito&#8221; e &#8220;algu\u00e9m poderia especular que por um lance de sorte grande, antrop\u00f3ides foram capazes de &#8220;ganhar&#8221; os sorteios enquanto os lorises e g\u00e1lagos n\u00e3o&#8221; <a href=\"#ref148\" name=\"back148\">[148]<\/a>.<\/p>\n<p>Este n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico caso que faz apelo \u00e0 hip\u00f3tese &#8216;rafting&#8217; ou a outros mecanismos especulativos de &#8220;dispers\u00e3o oce\u00e2nica&#8221; para explicar os enigmas biogeogr\u00e1ficos que desafiam o neo-darwinismo. Exemplos incluem a presen\u00e7a de lagartos e grandes roedores caviomorfos na Am\u00e9rica do Sul <a href=\"#ref149\" name=\"back149\">[149]<\/a>, a chegada das abelhas, l\u00eamures e outros mam\u00edferos no Madagascar <a href=\"#ref150\" name=\"back150\">[150]<\/a>, o aparecimento de f\u00f3sseis de elefantes em muitas ilhas <a href=\"#ref151\" name=\"back151\">[151]<\/a>, o aparecimento de r\u00e3s de \u00e1gua doce em toda a cadeia de ilhas oce\u00e2nicas <a href=\"#ref152\" name=\"back152\">[152]<\/a>, e diversas exemplos similares <a href=\"#ref153\" name=\"back153\">[153]<\/a>. Esse problema tamb\u00e9m acontece em esp\u00e9cies extintas, como um artigo no Annals of Geophysics observa o &#8220;problema ainda n\u00e3o resolvido de distribui\u00e7\u00e3o desconexa de f\u00f3sseis nas costas opostas do Pac\u00edfico&#8221; <a href=\"#ref154\" name=\"back154\">[154]<\/a>. Uma avalia\u00e7\u00e3o de 2005 no Trends in Ecology and Evolution explica o problema:<\/p>\n<pre>\nUm problema cl\u00e1ssico na biogeografia \u00e9 explicar por que determinados t\u00e1xons terrestres ou de \u00e1gua doce t\u00eam distribui\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas que s\u00e3o quebradas por oceanos. Por que as faias do sul (Nothofagus spp.) s\u00e3o encontradas na Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia, Nova Guin\u00e9 e no sul da Am\u00e9rica do Sul? Por que existem iguanas nas Ilhas Fiji, enquanto todos os seus parentes pr\u00f3ximos est\u00e3o no Novo Mundo? <a href=\"#ref155\" name=\"back155\">[155]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Depois de analisar uma s\u00e9rie de exemplos biogeogr\u00e1ficos &#8220;inesperados&#8221; que requerem a dispers\u00e3o oce\u00e2nica, a avalia\u00e7\u00e3o conclui: &#8220;estes casos refor\u00e7am a mensagem geral do grande evolucionista (Darwin): dado um tempo suficiente, muitas coisas que parecem improv\u00e1veis podem acontecer&#8221; <a href=\"#ref156\" name=\"back156\">[156]<\/a>.<\/p>\n<p>Dessa forma, os evolucionistas neo-darwinistas s\u00e3o for\u00e7ados apelar para migra\u00e7\u00f5es &#8220;improv\u00e1veis&#8221; ou &#8220;inesperadas&#8221; de organismos, em alguns casos exigindo a travessia de oceanos para explicar os dados biogeogr\u00e1ficos. Esse tipo de dados n\u00e3o necessariamente falsifica o darwinismo em absoluto, mas em parte ele desafia o argumento simplista de que a biogeografia d\u00e1 suporte a descend\u00eancia comum universal pela congru\u00eancia entre as vias de migra\u00e7\u00e3o e hist\u00f3ria evolutiva. Em muitos casos, a congru\u00eancia simplesmente n\u00e3o existe.<\/p>\n<p><em>Texto traduzido e adaptado de <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2015\/02\/problem_9_neo-d091181.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Evolution News &#038; Views<\/a>.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/p>\n<p><a href=\"#back137\" name=\"ref137\">[137]<\/a> Alfred L Rosenberger e Walter Carl Hartwig, &#8220;New World Monkeys&#8221;, <em>Encyclopedia of Life Sciences<\/em> (Nature Publishing Group, 2001).<\/p>\n<p><a href=\"#back138\" name=\"ref138\">[138]<\/a> Carlos G. Schrago e Claudia A. M. Russo, &#8220;Timing the origin of New World monkeys&#8221;, <em>Molecular Biology and Evolution<\/em> 20(10):1620&#8211;1625 (2003); John J. Flynn e A.R. Wyss, &#8220;Recent advances in South American mammalian paleontology&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 13(11):449-454 (novembro de 1998); C. Barry Cox e Peter D. Moore, <em>Biogeography: An Ecological and Evolutionary Approach<\/em>, p. 185 (Blackwell Science, 1993).<\/p>\n<p><a href=\"#back139\" name=\"ref139\">[139]<\/a> Adrienne L. Zihlman, <em>The Human Evolution Coloring Book<\/em>, pp. 4-11 (Harper Collins, 2000).<\/p>\n<p><a href=\"#back140\" name=\"ref140\">[140]<\/a> John G. Fleagle e Christopher C. Gilbert, &#8220;The Biogeography of Primate Evolution: The Role of Plate Tectonics, Climate and Chance&#8221;, em <em>Primate Biogeography: Progress and Prospects<\/em>, pp. 393-394 (Shawn M. Lehman e John G. Fleagle, eds., Springer, 2006) (\u00eanfase nossa).<\/p>\n<p><a href=\"#back141\" name=\"ref141\">[141]<\/a> Walter Carl Hartwig, &#8220;Patterns, Puzzles and Perspectives on Platyrrhine Origins&#8221;, em <em>Integrative Paths to the Past: Paleoanthropological Advances in Honor of F. Clark Howell<\/em>, p. 69 (editado por Robert S. Corruccini e Russell L. Ciochon, Prentice Hall, 1994).<\/p>\n<p><a href=\"#back142\" name=\"ref142\">[142]<\/a> Adrienne L. Zihlman, <em>The Human Evolution Coloring Book<\/em>, pp. 4-11 (Harper Collins, 2000).<\/p>\n<p><a href=\"#back143\" name=\"ref143\">[143]<\/a> John G. Fleagle e Christopher C. Gilbert, &#8220;The Biogeography of Primate Evolution: The Role of Plate Tectonics, Climate and Chance&#8221;, em <em>Primate Biogeography: Progress and Prospects<\/em>, p. 394 (Shawn M. Lehman e John G. Fleagle, eds., Springer, 2006) (\u00eanfase nossa).<\/p>\n<p><a href=\"#back144\" name=\"ref144\">[144]<\/a> Ibid. em 394-395 (\u00eanfase nossa).<\/p>\n<p><a href=\"#back145\" name=\"ref145\">[145]<\/a> Ibid. em 404.<\/p>\n<p><a href=\"#back146\" name=\"ref146\">[146]<\/a> Ibid. em 403-404.<\/p>\n<p><a href=\"#back147\" name=\"ref147\">[147]<\/a> Walter Carl Hartwig, &#8220;Patterns, Puzzles and Perspectives on Platyrrhine Origins&#8221;, em <em>Integrative Paths to the Past: Paleoanthropological Advances in Honor of F. Clark Howell<\/em>, pp. 76, 84 (editado por Robert S. Corruccini e Russell L. Ciochon, Prentice Hall, 1994).<\/p>\n<p><a href=\"#back148\" name=\"ref148\">[148]<\/a> John G. Fleagle e Christopher C. Gilbert, &#8220;The Biogeography of Primate Evolution: The Role of Plate Tectonics, Climate and Chance&#8221;, em <em>Primate Biogeography: Progress and Prospects<\/em>, p. 395 (Shawn M. Lehman e John G. Fleagle, eds., Springer, 2006).<\/p>\n<p><a href=\"#back149\" name=\"ref149\">[149]<\/a> John C. Briggs, <em>Global Biogeography<\/em>, p. 93 (Elsevier Science, 1995).<\/p>\n<p><a href=\"#back150\" name=\"ref150\">[150]<\/a> Susan Fuller, Michael Schwarz e Simon Tierney, &#8220;Phylogenetics of the allodapine bee genus Braunsapis: historical biogeography and long-range dispersal over water&#8221;, <em>Journal of Biogeography<\/em>, 32:2135&#8211;2144 (2005); Anne D. Yoder, Matt Cartmill, Maryellen Ruvolo, Kathleen Smith e Rytas Vilgalys, &#8220;Ancient single origin of Malagasy primates&#8221;, <em>Proceedings of the National Academy of Sciences USA<\/em>, 93:5122&#8211; 5126 (maio de 1996); Peter M. Kappeler, &#8220;Lemur Origins: Rafting by Groups of Hibernators?&#8221;, <em>Folia Primatol<\/em>, 71:422&#8211;425 (2000); Christian Roos, J\u00fcrgen Schmitz e Hans Zischler, &#8220;Primate jumping genes elucidate strepsirrhine phylogeny&#8221;, <em>Proceedings of the National Academy of Sciences USA<\/em>, 101: 10650&#8211;10654 (20 de julho de 2004); Philip D. Rabinowitz e Stephen Woods, &#8220;The Africa&#8211;Madagascar connection and mammalian migrations&#8221;, <em>Journal of African Earth Sciences<\/em>, 44:270&#8211;276 (2006); Anne D. Yoder, Melissa M. Burns, Sarah Zehr, Thomas Delefosse, Geraldine Veron, Steven M. Goodman e John J. Flynn, &#8220;Single origin of Malagasy Carnivora from an African ancestor&#8221;, <em>Nature<\/em>, 421:734-777 (13 de fevereiro de 2003).<\/p>\n<p><a href=\"#back151\" name=\"ref151\">[151]<\/a> Richard John Huggett, <em>Fundamentals of Biogeography<\/em>, p. 60 (Routledge, 1998).<\/p>\n<p><a href=\"#back152\" name=\"ref152\">[152]<\/a> G. John Measey, Miguel Vences, Robert C. Drewes, Ylenia Chiari, Martim Melo, e Bernard Bourles, &#8220;Freshwater paths across the ocean: molecular phylogeny of the frog Ptychadena newtoni gives insights into amphibian colonization of oceanic islands&#8221;, <em>Journal of Biogeography<\/em>, 34: 7-20 (2007).<\/p>\n<p><a href=\"#back153\" name=\"ref153\">[153]<\/a> Alan de Queiroz, &#8220;The resurrection of oceanic dispersal in historical biogeography&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 20(2): 68-73 (fevereiro de 2005). Para uma discuss\u00e3o mais detalhada, ver Casey Luskin, &#8220;The Constitutionality and Pedagogical Benefits of Teaching Evolution Scientifically&#8221;, <em>University of St. Thomas Journal of Law &amp; Public Policy<\/em>, VI (1): 204-277 (outono de 2009).<\/p>\n<p><a href=\"#back154\" name=\"ref154\">[154]<\/a> Giancarlo Scalera, &#8220;Fossils, frogs, floating islands and expanding Earth in changing-radius cartography &#8211; A comment to a discussion on Journal of Biogeography&#8221;, <em>Annals of Geophysics<\/em>, 50(6):789-798 (dezembro de 2007).<\/p>\n<p><a href=\"#back155\" name=\"ref155\">[155]<\/a> Alan de Queiroz, &#8220;The resurrection of oceanic dispersal in historical biogeography&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 20(2): 68-73 (fevereiro de 2005).<\/p>\n<p><a href=\"#back156\" name=\"ref156\">[156]<\/a> Ibid.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Nota do tradutor: esta \u00e9 a parte 9 da s\u00e9rie de 10 artigos sobre os problemas cient\u00edficos da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e qu\u00edmica. 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