{"id":654,"date":"2016-01-25T11:00:14","date_gmt":"2016-01-25T13:00:14","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=654"},"modified":"2021-10-10T03:48:55","modified_gmt":"2021-10-10T06:48:55","slug":"problema-5-aparecimento-abrupto-especies-registro-fossil-nao-condiz-evolucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/25\/problema-5-aparecimento-abrupto-especies-registro-fossil-nao-condiz-evolucao\/","title":{"rendered":"Problema 5: O Aparecimento Abrupto de Esp\u00e9cies no Registro F\u00f3ssil N\u00e3o Condiz com a Evolu\u00e7\u00e3o Darwiniana"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-202\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/abruptappear.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><em><b>Nota do tradutor:<\/b> esta \u00e9 a parte 5 da s\u00e9rie de 10 artigos sobre os problemas cient\u00edficos da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e qu\u00edmica. A s\u00e9rie \u00e9 baseada no cap\u00edtulo &#8220;The Top Ten Scientific Problems with Biological and Chemical Evolution&#8221; de autoria de <a href=\"https:\/\/www.discovery.org\/p\/188\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Casey Luskin<\/a> no livro <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/dp\/0991988027\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">More than Myth<\/a>, editado por Paul Brown e Robert Stackpole (Chartwell Press, 2014). Eis a lista de todos os artigos da s\u00e9rie: <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/18\/os-10-maiores-problemas-cientificos-evolucao-biologica-quimica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Artigo introdut\u00f3rio<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/19\/problema-1-nao-existe-mecanismo-viavel-sopa-primordial\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 1<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/20\/problema-2-processos-quimicos-sem-controle-nao-conseguem-explicar-origem-codigo-genetico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 2<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/21\/problema-3-mutacoes-aleatorias-gradativas-nao-produzem-a-informacao-genetica-necessaria-para-complexidade-irredutivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 3<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/22\/problema-4-selecao-natural-esforca-fixar-caracteristicas-vantajosas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 4<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/25\/problema-5-aparecimento-abrupto-especies-registro-fossil-nao-condiz-evolucao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 5<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/26\/problema-6-biologia-molecular-falhou-fornecer-arvore-vida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 6<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/27\/problema-7-evolucao-convergente-desafia-darwinismo-destroi-logica-da-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 7<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/28\/problema-8-diferencas-entre-embrioes-vertebrados-contradizem-previsoes-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 8<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/29\/problema-9-neo-darwinismo-se-esforca-para-explicar-biogeografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 9<\/a>, <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/02\/01\/problema-10-longa-historia-previsoes-imprecisas-neo-darwinismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Problema 10<\/a>.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>O registro f\u00f3ssil tem sido reconhecido por muito tempo como um problema para a teoria da evolu\u00e7\u00e3o. Em <em>A Origem das Esp\u00e9cies<\/em>, Darwin explicou que a sua teoria o levou a acreditar que &#8220;o n\u00famero de variedades intermedi\u00e1rias, que outrora existiram na Terra, deve ter sido verdadeiramente enorme&#8221; <a href=\"#ref65\" name=\"back65\">[65]<\/a>. No entanto, ele entendeu que o registro f\u00f3ssil n\u00e3o documentava essas formas &#8220;intermedi\u00e1rias&#8221; da vida, perguntando: &#8220;Por que ent\u00e3o que todas as forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas e todos os estratos n\u00e3o est\u00e3o cheios desses elos intermedi\u00e1rios?&#8221; <a href=\"#ref66\" name=\"back66\">[66]<\/a> A resposta de Darwin mostrou a natureza fr\u00e1gil das evid\u00eancias que apoiavam suas id\u00e9ias: &#8220;A geologia certamente n\u00e3o revela nenhuma cadeia org\u00e2nica finamente graduada, e isso talvez seja a obje\u00e7\u00e3o mais \u00f3bvia e mais grave que possa ser feita contra a minha teoria&#8221; <a href=\"#ref67\" name=\"back67\">[67]<\/a>.<\/p>\n<p>Hoje, cerca de 150 anos mais tarde, de tantos milhares de esp\u00e9cies conhecidas do registro f\u00f3ssil, s\u00f3 uma pequena fra\u00e7\u00e3o delas s\u00e3o consideradas candidatas para serem formas intermedi\u00e1rias de Darwin. A evid\u00eancia f\u00f3ssil de intermedi\u00e1rios evolutivos geralmente est\u00e1 em falta, como um dos modernos paleont\u00f3logos evolucionistas Stephen Jay Gould admite: &#8220;A aus\u00eancia de evid\u00eancia f\u00f3ssil nos est\u00e1gios intermedi\u00e1rios das principais transi\u00e7\u00f5es no design org\u00e2nico, e mesmo a nossa incapacidade, at\u00e9 em nossa imagina\u00e7\u00e3o, de construir intermedi\u00e1rios funcionais em muitos casos, tem sido um problema persistente e irritante para as explica\u00e7\u00f5es gradualistas da evolu\u00e7\u00e3o&#8221; <a href=\"#ref68\" name=\"back68\">[68]<\/a>.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nDarwin tentou salvar sua teoria de evolu\u00e7\u00e3o gradual ao afirmar que f\u00f3sseis intermedi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o encontrados por causa da &#8220;imperfei\u00e7\u00e3o extrema do registro geol\u00f3gico&#8221; <a href=\"#ref69\" name=\"back69\">[69]<\/a>. At\u00e9 Gould percebeu que o argumento de Darwin de que o registro f\u00f3ssil seja imperfeito &#8220;continua sendo a fuga preferida da maioria dos paleont\u00f3logos do constrangimento de um registro que parece mostrar t\u00e3o pouco da evolu\u00e7\u00e3o diretamente&#8221; <a href=\"#ref70\" name=\"back70\">[70]<\/a>. Mas, nas \u00faltimas d\u00e9cadas, essa desculpa perdeu credibilidade.<\/p>\n<p>Os paleont\u00f3logos hoje geralmente reconhecem que, embora o registro f\u00f3ssil seja imperfeito, ainda \u00e9 <em>adequado<\/em> para avaliar as quest\u00f5es sobre evolu\u00e7\u00e3o. Um estudo na revista <em>Nature<\/em> informou que &#8220;se focar no n\u00edvel taxon\u00f4mico da fam\u00edlia, os \u00faltimos 540 milh\u00f5es de anos do registro f\u00f3ssil fornecem uma boa e uniforme documenta\u00e7\u00e3o da vida do passado&#8221; <a href=\"#ref71\" name=\"back71\">[71]<\/a>. Outro artigo na <em>Paleobiology<\/em> avaliou nosso conhecimento do registro f\u00f3ssil e concluiu que &#8220;a nossa vis\u00e3o da hist\u00f3ria da diversidade biol\u00f3gica \u00e9 madura&#8221; <a href=\"#ref72\" name=\"back72\">[72]<\/a>. Paleont\u00f3logos cada vez mais est\u00e3o reconhecendo que os &#8220;saltos&#8221; entre as esp\u00e9cies, sem intermedi\u00e1rios, n\u00e3o s\u00e3o simplesmente resultado de um registro incompleto. Niles Eldredge, um paleont\u00f3logo evolucionista e curador do Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural, expressa dessa forma junto com Ian Tattersall: &#8220;Os saltos dos registros, e todas as evid\u00eancias, mostram que o registro \u00e9 real: as lacunas que vemos refletem acontecimentos reais na hist\u00f3ria da vida &#8211; e n\u00e3o artefatos de um registro f\u00f3ssil pobre&#8221; <a href=\"#ref73\" name=\"back73\">[73]<\/a>. Esta conclus\u00e3o n\u00e3o veio facilmente, como um cientista que estudou com Gould sentiu a necessidade de implorar a seus colegas que &#8220;os bi\u00f3logos evolucionistas n\u00e3o podem mais ignorar que o registro f\u00f3ssil na terra seja imperfeito&#8221; <a href=\"#ref74\" name=\"back74\">[74]<\/a>.<\/p>\n<p><b>Um padr\u00e3o de explos\u00f5es<\/b><\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o eventual de que o registro f\u00f3ssil n\u00e3o \u00e9 totalmente incompleto for\u00e7ou bi\u00f3logos evolucionistas a aceitar que o registro mostra um <em>padr\u00e3o de explos\u00f5es, e n\u00e3o uma evolu\u00e7\u00e3o gradual dos organismos vivos<\/em>. Um livro de biologia explica:<\/p>\n<pre>Muitas esp\u00e9cies permaneceram praticamente inalteradas durante milh\u00f5es de anos, e ent\u00e3o de repente desapareceram para serem substitu\u00eddas por uma forma bem diferente, mas relacionada. Al\u00e9m disso, a maioria dos principais grupos de animais aparecem abruptamente no registro f\u00f3ssil, j\u00e1 totalmente formados, e sem f\u00f3sseis ainda descobertos que formassem uma transi\u00e7\u00e3o do seu grupo pai. <a href=\"#ref75\" name=\"back75\">[75]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Provavelmente o exemplo mais famoso de aparecimento abrupto \u00e9 a explos\u00e3o cambriana, na qual quase todos os principais filos dos animais vivos aparecem pela primeira vez. Um livro de biologia dos invertebrados explica:<\/p>\n<pre>A maioria dos grupos de animais que s\u00e3o representados no registro f\u00f3ssil aparecem pela primeira vez, \"completamente formados\" e identific\u00e1veis quanto ao seu filo, no per\u00edodo Cambriano, cerca de 550 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Estes incluem tipos anatomicamente complexos e distintos tais como trilobitas, braqui\u00f3podes, equinodermos, moluscos e cordados (...) O registro f\u00f3ssil n\u00e3o oferece, portanto, nenhuma ajuda no que diz respeito a origem e a diversifica\u00e7\u00e3o primitiva dos v\u00e1rios filos de animais...<a href=\"#ref76\" name=\"back76\">[76]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Cientistas evolucionistas reconhecem que eles n\u00e3o conseguem explicar esse aparecimento r\u00e1pido de tantos planos corporais dos animais por processos darwinianos cl\u00e1ssicos, ou outros mecanismos materiais conhecidos. Robert Carroll, um paleont\u00f3logo da McGill University, argumenta no peri\u00f3dico <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em> que &#8220;a velocidade extrema das mudan\u00e7as anat\u00f4micas e da radia\u00e7\u00e3o adaptativa durante esse breve per\u00edodo de tempo requer explica\u00e7\u00f5es que v\u00e3o al\u00e9m das propostas para a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies dentro da biota moderna&#8221; <a href=\"#ref77\" name=\"back77\">[77]<\/a>. Outro artigo sustenta igualmente que &#8220;a microevolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o fornece uma explica\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria para a explos\u00e3o extraordin\u00e1ria de novidades durante a explos\u00e3o cambriana&#8221; e conclui que &#8220;as grandes transi\u00e7\u00f5es evolutivas na evolu\u00e7\u00e3o animal ainda precisam ser explicadas causalmente&#8221; <a href=\"#ref78\" name=\"back78\">[78]<\/a>. De maneira semelhante, um artigo de 2009 no peri\u00f3dico <em>BioEssays<\/em> admite que &#8220;elucidar a base materialista da explos\u00e3o cambriana tornou-se mais ilus\u00f3rio, e n\u00e3o menos, a cada vez que sabemos mais sobre o evento em si&#8221; <a href=\"#ref79\" name=\"back79\">[79]<\/a>.<\/p>\n<p>Mas a explos\u00e3o cambriana n\u00e3o \u00e9 de forma nenhuma a \u00fanica explos\u00e3o de vida mostrada no registro f\u00f3ssil. Quanto \u00e0 origem dos principais grupos de peixes, o ex-geocientista Arthur Strahler da Universidade de Columbia escreve que &#8220;esta \u00e9 uma acusa\u00e7\u00e3o por conta dos criacionistas que s\u00f3 poderia evocar um un\u00edssono dos paleont\u00f3logos como alega\u00e7\u00e3o de nolo contendere [sem controv\u00e9rsia]&#8221; <a href=\"#ref80\" name=\"back80\">[80]<\/a>. Um artigo na <em>Annual Review of Ecology and Systematics<\/em> explica que a origem das plantas terrestres&#8221; \u00e9 o equivalente terrestre da t\u00e3o debatida &#8216;explos\u00e3o&#8217; cambriana de faunas marinhas&#8221; <a href=\"#ref81\" name=\"back81\">[81]<\/a>. Quanto \u00e0 origem das angiospermas (plantas que d\u00e3o flores), os paleont\u00f3logos descobriram um tipo de evento de &#8220;grande bloom&#8221; explosivo. Como um artigo diz:<\/p>\n<pre>Apesar de muitas pesquisas e an\u00e1lises de diferentes fontes de dados (por exemplo, registro f\u00f3ssil e an\u00e1lises filogen\u00e9ticas com uso de tra\u00e7os morfol\u00f3gicos e moleculares), a origem das angiospermas permanece obscura. As angiospermas aparecerem repentinamente no registro f\u00f3ssil... sem antepassados \u00f3bvios por um per\u00edodo de 80 a 90 milh\u00f5es de anos antes do seu aparecimento. <a href=\"#ref82\" name=\"back82\">[82]<\/a>\n<\/pre>\n<p>De modo semelhante, muitas ordens de mam\u00edferos aparecem de forma explosiva. Niles Eldredge explica que &#8220;h\u00e1 todo tipo de lacuna: aus\u00eancia de formas de &#8216;transi\u00e7\u00e3o&#8217; graduais intermedi\u00e1rias entre as esp\u00e9cies, mas tamb\u00e9m entre grupos maiores &#8211; entre, digamos, fam\u00edlias de carn\u00edvoros, ou as ordens de mam\u00edferos&#8221; <a href=\"#ref83\" name=\"back83\">[83]<\/a>. H\u00e1 tamb\u00e9m explos\u00e3o de aves, com grandes grupos de aves que aparecem num per\u00edodo curto de tempo <a href=\"#ref84\" name=\"back84\">[84]<\/a>. Um artigo em <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em> intitulado &#8220;Evolutionary Explosions and the Phylogenetic Fuse&#8221; explica:<\/p>\n<pre>Uma leitura literal do registro f\u00f3ssil indica que o Cambriano primitivo (545 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s) e o Terci\u00e1rio primitivo (65 milh\u00f5es de anos) foram caracterizados por per\u00edodos extremamente acelerados de evolu\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica marcando o aparecimento dos filos de animais, e da ordem das aves modernas e dos mam\u00edferos placent\u00e1rios, respectivamente. <a href=\"#ref85\" name=\"back85\">[85]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Claro que existem muitos outros exemplos em que cientistas evolucionistas acreditam ter encontrado f\u00f3sseis de transi\u00e7\u00e3o que exibam a evolu\u00e7\u00e3o gradual darwiniana. A origem das baleias tem sido chamada de &#8220;garoto propaganda da macroevolu\u00e7\u00e3o&#8221; <a href=\"#ref86\" name=\"back86\">[86]<\/a>, onde se acredita que a cerca de 55 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, certos mam\u00edferos terrestres perderam seus membros posteriores e evolu\u00edram para baleias totalmente aqu\u00e1ticas. Em particular, afirma-se que existam f\u00f3sseis de mam\u00edferos terrestres com ossos de ouvido similares ao das baleias, e f\u00f3sseis de mam\u00edferos parecidos com baleia que retiveram seus membros posteriores.<\/p>\n<p>Mesmo que o especialista em vertebrados e baleias Phillip Gingerich admita que s\u00f3 temos &#8220;f\u00f3sseis que ilustram tr\u00eas ou quatro passos que unam o precursor das baleias aos mam\u00edferos de hoje&#8221; <a href=\"#ref87\" name=\"back87\">[87]<\/a>, vamos supor por um momento que exista uma sequ\u00eancia completa de f\u00f3sseis. Isso \u00e9 suficiente para demonstrar que essa transi\u00e7\u00e3o ocorreu? Mesmo se houvessem f\u00f3sseis que se pare\u00e7am com as potenciais formas intermedi\u00e1rias, se a hist\u00f3ria evolutiva geral n\u00e3o fizer sentido, ent\u00e3o os f\u00f3sseis podem n\u00e3o ser transit\u00f3rios. Nesse caso, a evolu\u00e7\u00e3o darwiniana de baleias a partir de mam\u00edferos terrestres enfrenta s\u00e9rios desafios matem\u00e1ticos da gen\u00e9tica de popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Muitas mudan\u00e7as teriam sido necess\u00e1rios para converter um mam\u00edfero terrestre em uma baleia, incluindo:<\/p>\n<ul>\n<li>Surgimento de narinas, com musculatura e nervo controle<\/li>\n<li>Modifica\u00e7\u00e3o do olho para a vis\u00e3o subaqu\u00e1tica permanente<\/li>\n<li>Habilidade para beber \u00e1gua do mar<\/li>\n<li>Membros anteriores transformados em nadadeiras<\/li>\n<li>Modifica\u00e7\u00e3o da estrutura do esqueleto<\/li>\n<li>Capacidade de cuidar das crias embaixo de \u00e1gua<\/li>\n<li>Origem das solhas da cauda e musculatura<\/li>\n<li>Gordura para isolamento t\u00e9rmico <a href=\"#ref88\" name=\"back88\">[88]<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Muitas dessas adapta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias exigiriam m\u00faltiplas mudan\u00e7as coordenadas. Mas, como vimos no Problema 3, tais muta\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas exigem per\u00edodos de tempo extremamente longos para surgir atrav\u00e9s do mecanismo darwiniano. A evolu\u00e7\u00e3o da baleia agora incorre em um grave problema. O registro f\u00f3ssil requer que a evolu\u00e7\u00e3o das baleias a partir de pequenos mam\u00edferos terrestres deveria ter ocorrido em menos de 10 milh\u00f5es de anos <a href=\"#ref89\" name=\"back89\">[89]<\/a>. Isso parece soar como um tempo longo, mas na verdade ele se torna drasticamente curto, especialmente levando em considera\u00e7\u00e3o que as baleias t\u00eam tamanhos pequenos de popula\u00e7\u00e3o e tempos longos de gera\u00e7\u00e3o <a href=\"#ref90\" name=\"back90\">[90]<\/a>. O bi\u00f3logo Richard Sternberg examinou os requisitos desta transi\u00e7\u00e3o matematicamente e coloca desta forma: &#8220;Muitos rearranjos gen\u00e9ticos, muito pouco tempo&#8221; <a href=\"#ref91\" name=\"back91\">[91]<\/a>.<\/p>\n<p>A origem da baleia fornece, assim, um estudo de caso interessante sobre transi\u00e7\u00f5es evolutivas: numa ocasi\u00e3o rara em que realmente existem f\u00f3sseis que mostram potenciais tra\u00e7os intermedi\u00e1rios, a evolu\u00e7\u00e3o neo-darwinista sem controle \u00e9 invalidada pelo per\u00edodo curto de tempo permitido pelo registro f\u00f3ssil. Se este &#8220;garoto propaganda&#8221; da macroevolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o subsiste ao escrut\u00ednio, o que isso nos diz sobre outros casos em que os evolucionistas falam de supostos f\u00f3sseis de transi\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>A origem do homem e o registro f\u00f3ssil<\/strong><\/p>\n<p>Na verdade, ao p\u00fablico \u00e9 comumente dito que existem f\u00f3sseis que documentam a evolu\u00e7\u00e3o dos seres humanos a partir de precursores de macacos, mas um olhar mais atento \u00e0 literatura t\u00e9cnica conta uma hist\u00f3ria diferente. F\u00f3sseis de homin\u00eddeos geralmente se enquadram em um dos dois grupos: esp\u00e9cies parecidas com macacos e esp\u00e9cies parecidas com humanos, com grandes diferen\u00e7as e sem liga\u00e7\u00e3o entre eles. Em 2004, o famoso bi\u00f3logo evolucionista Ernst Mayr reconheceu o aparecimento abrupto dos seres humanos:<\/p>\n<pre>Os f\u00f3sseis mais antigos de Homo, o <em>Homo rudolfensis<\/em> e <em>Homo erectus<\/em>, est\u00e3o separados dos <em>Australopithecus<\/em> por uma grande lacuna sem liga\u00e7\u00e3o. Como podemos explicar esse aparente salto? Em n\u00e3o tendo quaisquer f\u00f3sseis que possam servir como elos perdidos, teremos que recorrer ao m\u00e9todo consagrado pelo tempo da ci\u00eancia hist\u00f3rica, a constru\u00e7\u00e3o de uma narrativa hist\u00f3rica. <a href=\"#ref92\" name=\"back92\">[92]<\/a>\n<\/pre>\n<p>\u00c0 luz dessas provas, um artigo no <em>Journal of Molecular Biology and Evolution<\/em> chamou o aparecimento do <em>Homo sapiens<\/em> de &#8220;uma revolu\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica&#8221;, onde &#8220;nenhuma esp\u00e9cie Australopithecus \u00e9 obviamente transicional&#8221; <a href=\"#ref93\" name=\"back93\">[93]<\/a>. A falta de evid\u00eancia f\u00f3ssil para essa transi\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica \u00e9 confirmada pelos paleoantrop\u00f3logos de Harvard David E. Lieberman, Daniel R. Pilbeam, e Richard W. Wrangham:<\/p>\n<pre>Das v\u00e1rias transi\u00e7\u00f5es que ocorreram durante a evolu\u00e7\u00e3o humana, a transi\u00e7\u00e3o do <em>Australopithecus<\/em> ao <em>Homo<\/em> foi sem d\u00favida uma das mais cr\u00edticas em sua magnitude e nas consequ\u00eancias. Assim como acontece com muitos eventos importantes da evolu\u00e7\u00e3o, h\u00e1 boas e m\u00e1s not\u00edcias. Primeiro, a m\u00e1 not\u00edcia \u00e9 que muitos detalhes dessa transi\u00e7\u00e3o s\u00e3o obscuros por conta da falta de f\u00f3sseis e de registros arqueol\u00f3gicos <a href=\"#ref94\" name=\"back94\">[94]<\/a>.\n<\/pre>\n<p>Quanto \u00e0s &#8220;boas not\u00edcias&#8221;, eles ainda admitem: &#8220;embora n\u00e3o temos muitos detalhes sobre exatamente como, quando e onde a transi\u00e7\u00e3o de <em>Australopithecus<\/em> ao <em>Homo<\/em> ocorreu, temos dados suficientes de antes e depois da transi\u00e7\u00e3o para fazer algumas infer\u00eancias sobre a natureza global das principais mudan\u00e7as que ocorreram&#8221; <a href=\"#ref95\" name=\"back95\">[95]<\/a>. Em outras palavras, o registro f\u00f3ssil nos mostra o Australopithecus semelhante ao macaco (&#8220;antes&#8221;), e tamb\u00e9m semelhante \u00e0 forma humana <em>Homo<\/em> (&#8220;depois&#8221;), mas n\u00e3o mostra f\u00f3sseis que documentam a transi\u00e7\u00e3o entre eles. Na aus\u00eancia dos intermedi\u00e1rios, ficamos com &#8220;infer\u00eancias&#8221; de uma transi\u00e7\u00e3o estritamente baseada na suposi\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o darwiniana. Um comentarista prop\u00f4s que a evid\u00eancia implica numa &#8220;teoria do big bang&#8221; do aparecimento do nosso g\u00eanero <em>Homo<\/em> <a href=\"#ref96\" name=\"back96\">[96]<\/a>. Isso n\u00e3o contribui para uma descri\u00e7\u00e3o evolutiva convincente da origem humana. <a href=\"#ref97\" name=\"back97\">[97]<\/a><\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s de mostrar uma evolu\u00e7\u00e3o gradual darwiniana, a hist\u00f3ria da vida mostra um padr\u00e3o de explos\u00f5es, onde novas formas f\u00f3sseis v\u00eam a exist\u00eancia sem precursores evolutivos claros. O antrop\u00f3logo evolucionista Jeffrey Schwartz resume o problema:<\/p>\n<pre>N\u00f3s ainda estamos no escuro a respeito da origem da maioria dos principais grupos de organismos. Eles aparecem no registro f\u00f3ssil assim como Athena apareceu na cabe\u00e7a de Zeus - totalmente desenvolvida e pronta, em contradi\u00e7\u00e3o com a descri\u00e7\u00e3o evolutiva de Darwin como sendo resultante da acumula\u00e7\u00e3o gradual de in\u00fameras varia\u00e7\u00f5es infinitesimalmente pequenas...\" <a href=\"#ref98\" name=\"back98\">[98]<\/a>\n<\/pre>\n<p>Isso imp\u00f5e um grande desafio \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o darwiniana, incluindo tamb\u00e9m a vis\u00e3o de que todos os animais estejam relacionados atrav\u00e9s da ancestralidade comum.<\/p>\n<p><em>Texto traduzido e adaptado de <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2015\/01\/problem_5_abrup091141.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Evolution News &amp; Views<\/a>.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/p>\n<p><a href=\"#back65\" name=\"ref65\">[65]<\/a> Charles Darwin, <em>The Origin of Species<\/em> (1859), p. 292 (reimpress\u00e3o, London: Penguin Group, 1985).<\/p>\n<p><a href=\"#back66\" name=\"ref66\">[66]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back67\" name=\"ref67\">[67]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back68\" name=\"ref68\">[68]<\/a> Stephen Jay Gould, &#8220;Is a new and general theory of evolution emerging?&#8221;, <em>Paleobiology<\/em>, 6(1): 119-130 (1980).<\/p>\n<p><a href=\"#back69\" name=\"ref69\">[69]<\/a> Charles Darwin, <em>The Origin of Species<\/em> (1859), p. 292 (reimpress\u00e3o, London: Penguin Group, 1985).<\/p>\n<p><a href=\"#back70\" name=\"ref70\">[70]<\/a> Stephen Jay Gould, &#8220;Evolution&#8217;s erratic pace&#8221;, <em>Natural History<\/em>, 86(5): 12-16, (Maio de 1977).<\/p>\n<p><a href=\"#back71\" name=\"ref71\">[71]<\/a> M. J. Benton, M. A. Wills, e R. Hitchin, &#8220;Quality of the fossil record through time&#8221;, <em>Nature<\/em>, 403: 534-536 (03\/02\/2000).<\/p>\n<p><a href=\"#back72\" name=\"ref72\">[72]<\/a> Mike Foote, &#8220;Sampling, Taxonomic Description, and Our Evolving Knowledge of Morphological Diversity&#8221;, <em>Paleobiology<\/em>, 23: 181-206 (Spring, 1997).<\/p>\n<p><a href=\"#back73\" name=\"ref73\">[73]<\/a> Niles Eldredge e Ian Tattersall, <em>The Myths of Human Evolution<\/em>, p. 59 (New York: Columbia University Press, 1982).<\/p>\n<p><a href=\"#back74\" name=\"ref74\">[74]<\/a> David S. Woodruff, &#8220;Evolution: The Paleobiological View&#8221;, <em>Science<\/em>, 208: 716-717 (16\/05\/1980).<\/p>\n<p><a href=\"#back75\" name=\"ref75\">[75]<\/a> C.P. Hickman, L.S. Roberts, e F.M. Hickman, <em>Integrated Principles of Zoology<\/em>, p. 866 (Times Mirror\/Moseby College Publishing, 1988, 8\u00aa ed).<\/p>\n<p><a href=\"#back76\" name=\"ref76\">[76]<\/a> R.S.K. Barnes, P. Calow e P.J.W. Olive, <em>The Invertebrates: A New Synthesis<\/em>, pp. 9-10 (3\u00aa ed., Blackwell Sci. Publications, 2001).<\/p>\n<p><a href=\"#back77\" name=\"ref77\">[77]<\/a> Robert L. Carroll, &#8220;Towards a new evolutionary synthesis&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 15(1):27-32 (2000).<\/p>\n<p><a href=\"#back78\" name=\"ref78\">[78]<\/a> Jaume Bagu\u00f1a e Jordi Garcia-Fern\u00e1ndez, &#8220;Evo-Devo: the Long and Winding Road&#8221;, <em>International Journal of Developmental Biology<\/em>, 47:705-713 (2003) (cita\u00e7\u00f5es internas removidas).<\/p>\n<p><a href=\"#back79\" name=\"ref79\">[79]<\/a> Kevin J. Peterson, Michael R. Dietrich e Mark A. McPeek, &#8220;MicroRNAs and metazoan macroevolution: insights into canalization, complexity, and the Cambrian explosion&#8221;, <em>BioEssays<\/em>, 31 (7):736-747 (2009).<\/p>\n<p><a href=\"#back80\" name=\"ref80\">[80]<\/a> Arthur N. Strahler, <em>Science and Earth History: The Evolution\/Creation Controversy<\/em>, pp. 408-409 (New York: Prometheus Books, 1987).<\/p>\n<p><a href=\"#back81\" name=\"ref81\">[81]<\/a> Richard M. Bateman, Peter R. Crane, William A. DiMichele, Paul R. Kenrick, Nick P. Rowe, Thomas Speck, e William E. Stein, &#8220;Early Evolution of Land Plants: Phylogeny, Physiology, and Ecology of the Primary Terrestrial Radiation&#8221;, <em>Annual Review of Ecology and Systematics<\/em>, 29: 263-292 (1998).<\/p>\n<p><a href=\"#back82\" name=\"ref82\">[82]<\/a> Stefanie De Bodt, Steven Maere, e Yves Van de Peer, &#8220;Genome duplication and the origin of angiosperms&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 20:591-597 (2005).<\/p>\n<p><a href=\"#back83\" name=\"ref83\">[83]<\/a> Niles Eldredge, <em>The Monkey Business: A Scientist Looks at Creationism<\/em> (New York: Washington Square Press, 1982), 65.<\/p>\n<p><a href=\"#back84\" name=\"ref84\">[84]<\/a> Ver Alan Cooper e Richard Fortey, &#8220;Evolutionary Explosions and the Phylogenetic Fuse&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 13 (abril de 1998): 151-156; Frank B. Gill, <em>Ornithology<\/em>, 3rd ed. (New York: W.H. Freeman, 2007), 42.<\/p>\n<p><a href=\"#back85\" name=\"ref85\">[85]<\/a> Alan Cooper e Richard Fortey, &#8220;Evolutionary Explosions and the Phylogenetic Fuse&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 13: 151-156 (abril de 1998).<\/p>\n<p><a href=\"#back86\" name=\"ref86\">[86]<\/a> J.G.M. Thewissen e Sunil Bajpai, &#8220;Whale Origins as a Poster Child for Maccroevolution&#8221;, <em>BioEssays<\/em>, 51: 1037-1049 (dezembro de 2001).<\/p>\n<p><a href=\"#back87\" name=\"ref87\">[87]<\/a> Philip Gingerich, &#8220;Fossils and the Origin of Whales&#8221;, ActionBioScience.org (dezembro de 2006), no endere\u00e7o http:\/\/www.actionbioscience.org\/evolution\/gingerich.html.<\/p>\n<p><a href=\"#back88\" name=\"ref88\">[88]<\/a> Cortesia do Dr. Richard Sternberg.<\/p>\n<p><a href=\"#back89\" name=\"ref89\">[89]<\/a> Alan Feduccia, &#8220;&#8216;Big bang&#8217; for tertiary birds?&#8221;, <em>Trends in Ecology and Evolution<\/em>, 18: 172-176 (2003).<\/p>\n<p><a href=\"#back90\" name=\"ref90\">[90]<\/a> Ver Walter James ReMine, <em>The Biotic Message: Evolution Versus Message Theory<\/em> (Saint Paul: MN, Saint Paul Science, 1983).<\/p>\n<p><a href=\"#back91\" name=\"ref91\">[91]<\/a> Comunica\u00e7\u00e3o privada com o Dr. Richard Sternberg.<\/p>\n<p><a href=\"#back92\" name=\"ref92\">[92]<\/a> Ernst Mayr, <em>What Makes Biology Unique?<\/em>, p. 198 (Cambridge University Press, 2004).<\/p>\n<p><a href=\"#back93\" name=\"ref93\">[93]<\/a> John Hawks, Keith Hunley, Sang-Hee Lee, e Milford Wolpoff, &#8220;Population Bottlenecks and Pleistocene Human Evolution&#8221;, <em>Journal of Molecular Biology and Evolution<\/em>, 17(1):2-22 (2000).<\/p>\n<p><a href=\"#back94\" name=\"ref94\">[94]<\/a> Daniel E. Lieberman, David R. Pilbeam, e Richard W. Wrangham, &#8220;The Transition from Australopithecus to Homo&#8221;, <em>Transitions in Prehistory: Essays in Honor of Ofer Bar-Yosef<\/em>, p. 1 (John J. Shea e Daniel E. Lieberman eds., Oxbow Books, 2009) (cita\u00e7\u00f5es internas removidas).<\/p>\n<p><a href=\"#back95\" name=\"ref95\">[95]<\/a> Ibid.<\/p>\n<p><a href=\"#back96\" name=\"ref96\">[96]<\/a> &#8220;New study suggests big bang theory of human evolution&#8221;, (10\/01\/2000) no endere\u00e7o <a href=\"https:\/\/www.umich.edu\/~newsinfo\/Releases\/2000\/Jan00\/r011000b.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.umich.edu\/~newsinfo\/Releases\/2000\/Jan00\/r011000b.html<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#back97\" name=\"ref97\">[97]<\/a> Para uma discuss\u00e3o mais detalhada sobre a evid\u00eancia f\u00f3ssil e a origem humana, ver Casey Luskin, &#8220;Human Origins and the Fossil Record&#8221;, pp. 45-83 em <em>Science and Human Origins<\/em> (Discovery Institute Press, 2012).<\/p>\n<p><a href=\"#back98\" name=\"ref98\">[98]<\/a> Jeffrewy Schwartz, <em>Sudden Origins: Fossils, Genes, and the Emergence of Species<\/em>, p. 3 (Wiley, 1999).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Nota do tradutor: esta \u00e9 a parte 5 da s\u00e9rie de 10 artigos sobre os problemas cient\u00edficos da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e qu\u00edmica. 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