{"id":504,"date":"2016-01-09T14:06:27","date_gmt":"2016-01-09T16:06:27","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=504"},"modified":"2021-10-10T03:48:30","modified_gmt":"2021-10-10T06:48:30","slug":"teoria-do-design-inteligente-e-negacionista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/09\/teoria-do-design-inteligente-e-negacionista\/","title":{"rendered":"Teoria do Design Inteligente \u00e9 \u201cNegacionista\u201d?"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">\u00c9 comum a cr\u00edtica ao movimento da Teoria do Design Inteligente (TDI), de que se trata de um fen\u00f4meno ou teoria \u201cnegacionista\u201d, mesmo quando se admite sua cientificidade, por alguns cr\u00edticos, como se seu \u00fanico objetivo fosse negar outra teoria, ou seu crit\u00e9rio de sucesso fosse a falha dela. E, de fato, a cr\u00edtica procede, de um modo, no entanto, m\u00edope, diante do que historicamente ocorre nas ci\u00eancias.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><!--more--><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Ap\u00f3s conhecer a Estrutura das Revolu\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas, proposta pelo fil\u00f3sofo das ci\u00eancias, Thomas Kuhn, na reflex\u00e3o seguinte, \u00e9 poss\u00edvel enxergar ou adquirir uma empatia adequada, nos variados movimentos em torno de uma teoria, caso o leitor n\u00e3o seja uma gera\u00e7\u00e3o (com a vis\u00e3o) j\u00e1 comprometida com a cultura de um paradigma.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>A Crise Cient\u00edfico-Revolucion\u00e1ria<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Dentro da estrutura de Kuhn (2013), paradigma \u00e9 apresentado sob dois sentidos. Em um conceito estrito, \u00e9 definido como realiza\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, universalmente reconhecidas, ao longo do tempo, fornecedoras de problemas e solu\u00e7\u00f5es modelares para uma comunidade cient\u00edfica (KUHN, 2013, p. 53). Esses modelos, como exemplos aceitos de pr\u00e1tica cient\u00edfica, incluindo leis, teorias, aplica\u00e7\u00f5es, experimento e instrumenta\u00e7\u00e3o, proporcionam tanto uma tradi\u00e7\u00e3o coerente como servem de compromissos a essa comunidade, tornando-o, assim, a raz\u00e3o de sua uni\u00e3o (KUHN, 2013, p. 28). E em outro sentido, mais abrangente, \u00e9 a constela\u00e7\u00e3o de cren\u00e7as, valores, t\u00e9cnicas, entre outros elementos (que n\u00e3o sejam regras, pressupostos e pontos de vista, os quais derivam de paradigmas), partilhados por essa comunidade \u2013 da\u00ed o governo prim\u00e1rio do paradigma, n\u00e3o sob um objeto de estudo, mas sob esse grupo (KUHN, 2013, p. 280, 286). Dessa forma, uma teoria n\u00e3o se torna um paradigma quando explica todos os fatos, com os quais pode ser confrontada (o que de fato nunca acontece), por\u00e9m quando \u00e9 mais persuasiva do que suas competidoras (KUHN, 2013, p. 80). Nesse sentido, o sucesso de um paradigma se deve, em grande parte, a uma promessa de sucesso, refor\u00e7ada e<\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">m condi\u00e7\u00f5es novas ou mais rigorosas, ou mesmo, <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">em exemplos selecionados, mas incompletos (KUHN, 2013, p. 88).<\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> <span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A pesquisa cient\u00edfica firmemente baseada, no paradigma das realiza\u00e7\u00f5es passadas, define o conceito de ci\u00eancia normal, consistindo, ent\u00e3o, de uma atualiza\u00e7\u00e3o da promessa de sucesso do paradigma, isto \u00e9, uma esp\u00e9cie de trabalho de acabamento, articula\u00e7\u00e3o e refor\u00e7o do pr\u00f3prio paradigma, dos quais se ocupam a maioria dos cientistas, em boa parte de sua carreira (KUHN, 2013, p. 88-89). Essa ocupa\u00e7\u00e3o ou compromisso apresenta tr\u00eas classes de foco: um voltado a aumentar a precis\u00e3o da teoria paradigm\u00e1tica, por meio da determina\u00e7\u00e3o de fatos particulares que s\u00e3o significativos para revelar a natureza das coisas; outro voltado a desenvolver a aparelhagem capaz de resolver o problema-modelo; e, por fim, a mais importante, voltada a resolver ambiguidades residuais, de modo a permitir a resolu\u00e7\u00e3o de problemas, dos quais a teoria apenas chamava a aten\u00e7\u00e3o antes, ou numa gera\u00e7\u00e3o anterior de praticantes (KUHN, 2013, p. 90-92). Essas tr\u00eas classes de problemas, dessa maneira, esgotam a teoria e pr\u00e1tica da ci\u00eancia normal, entretanto n\u00e3o de todo empreendimento cient\u00edfico, especialmente quando surgem os problemas extraordin\u00e1rios (KUHN, 2013, p. 100). Por\u00e9m, nesse caso, a <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>novidade inesperada<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> \u00e9 tratada como um fracasso, uma vez que a pesquisa normal busca alcan\u00e7ar o antecipado de uma nova maneira, rejeitando problemas n\u00e3o redut\u00edveis ao seu modelo de solu\u00e7\u00e3o-problema, pois n\u00e3o se compatibilizam, ou s\u00e3o demasiadamente problem\u00e1ticos, com os termos e conceitos ligados a um paradigma \u2013 da\u00ed a conhecida met\u00e1fora da ci\u00eancia normal como uma resolu\u00e7\u00e3o de quebra-cabe\u00e7as, cujas pe\u00e7as e a\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o comprometidas com as regras do jogo (KUHN, 2013, p. 104-106; 112).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> <span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Uma ci\u00eancia normal bem-sucedida n\u00e3o descobre novidades, mas as suprime, a princ\u00edpio, pois os cientistas n\u00e3o trabalham, com seguran\u00e7a, sem os modelos paradigm\u00e1ticos, nos quais foram educados, mesmo sem ter consci\u00eancia plena das caracter\u00edsticas que formam o paradigma de sua pr\u00f3pria comunidade (KUHN, 2013, p. 119, 121). No entanto, essa seguran\u00e7a \u00e9 abalada quando problemas extraordin\u00e1rios se tornam s\u00e9rias anomalias, e a tentativa de ajustar a teoria ao fato, convertendo o an\u00f4malo em esperado (enquanto n\u00e3o convertido, o fato extraordin\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 visto como completamente cient\u00edfico), n\u00e3o \u00e9 suficiente ou satisfat\u00f3rio, para um outro grupo, principalmente com fracassos cada vez mais frequentes do aditivo te\u00f3rico (KUHN, 2013, p. 127-128). Nesse momento, aquela for\u00e7a para suprimir se torna paradoxalmente uma for\u00e7a de eclos\u00e3o de um estado de crise, e s\u00f3 quem melhor conhece os detalhes com precis\u00e3o, sabe o que \u00e9 a anomalia (KUHN, 2013, p. 141-143). Isso porque a crise \u00e9 um sentimento geral t\u00e9cnico, de funcionamento defeituoso, mesmo se havendo um sucesso de popularidade da teoria enquanto atacada \u2013 por isso observadores externos, n\u00e3o impactados tecnicamente pela crise, julgam-na como etapas normais de um desenvolvimento cient\u00edfico linear (KUHN, 2013, p. 178). E os sintomas dessa crise podem ser conhecidos pelo surgimento de muitas teorias concorrentes, um n\u00famero maior de casos an\u00f4malos, crescente indetermina\u00e7\u00e3o, decrescente utilidade e prolifera\u00e7\u00e3o de vers\u00f5es distintas da teoria (KUHN, 2013, p. 151, 163). Nesse sentido, esses sintomas podem abrir caminho para uma mudan\u00e7a de paradigma, n\u00e3o para seu abandono, do contr\u00e1rio n\u00e3o haveria ci\u00eancia ou cientista (KUHN, 2013, p. 162).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> <span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Mesmo com anomalias, um cientista trabalha comprometido com as classes de problemas do quebra-cabe\u00e7as de sua ci\u00eancia normal, logo n\u00e3o h\u00e1 mudan\u00e7a de paradigma s\u00f3 porque existem surpresas e dificuldades para convert\u00ea-las em previs\u00edveis, pois para haver uma revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio uma reconstru\u00e7\u00e3o dos compromissos do grupo, quando uma consci\u00eancia comum de que algo saiu errado (estado da crise) apresenta uma ades\u00e3o ou aten\u00e7\u00e3o maior de cientistas, e o padr\u00e3o passa a ser questionado (os mesmos problemas modelos, anteriormente aceitos, passam a ser questionados), num processo de transi\u00e7\u00e3o, de intensa pesquisa ou ci\u00eancia extraordin\u00e1ria, que pode tomar um tempo consider\u00e1vel, desde a consci\u00eancia do fracasso (descontentamento expl\u00edcito) ao novo paradigma (KUHN, 2013, p. 165, 171; 175-176). Nesse processo, intensificam-se polariza\u00e7\u00f5es, desacordo entre escolas, recusas obstinadas das anomalias e disputas na sociedade, inclusive com persuas\u00e3o de massa, nos quais os procedimentos da pr\u00f3pria ci\u00eancia normal simplesmente n\u00e3o conseguem ser usados para defend\u00ea-la (KUHN, 2013, p. 179-180). Entretanto nem sempre uma crise termina quando surge um novo candidato a paradigma e a subsequente batalha por sua aceita\u00e7\u00e3o, mas algumas vezes ou a ci\u00eancia normal acaba sendo capaz de resolver o problema provocador da crise ou os cientistas rotulam o problema, colocando-o de lado, para ser resolvido, por uma gera\u00e7\u00e3o futura, com instrumentos mais elaborados (KUHN, 2013, p. 168).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> Quando o fim de uma crise \u00e9 iniciada por uma revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica h\u00e1 uma mudan\u00e7a de percep\u00e7\u00e3o, em que os mesmos dados s\u00e3o vistos sob diferentes rela\u00e7\u00f5es, com mesma acuracidade de antes, n\u00e3o como uma mera reinterpreta\u00e7\u00e3o dos dados, pois com a mudan\u00e7a de paradigma, o cientista passa a trabalhar em um mundo novo, apesar de ser o mesmo mundo, por\u00e9m de conceitos reformulados (incompat\u00edveis e incomensur\u00e1veis com os anteriores), dos quais depende para interpretar os dados <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">(KUHN, 2013, p. 211, 214, 217)<\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. Assim n\u00e3o h\u00e1 um aprendizado gradual, numa mudan\u00e7a de defini\u00e7\u00e3o, como no exemplo de Dalton, que n\u00e3o se interessava por qu\u00edmica, nem era qu\u00edmico, mas como metereologista, contudo, revolucionou a maneira de praticar a qu\u00edmica, com seu <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>novo sistema de filosofia qu\u00edmica<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">, apesar de fortes oposi\u00e7\u00f5es <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">(KUHN, 2013, p. 226-227)<\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. Esse exemplo ilustra a falta da neutralidade l\u00f3gica ou experimental numa transi\u00e7\u00e3o \u2013 Max Planck acreditava, com muito pesar, no fato de uma nova verdade cient\u00edfica triunfar, sob seus oponentes, quando a gera\u00e7\u00e3o corrente morresse e uma nova se familiarizasse com ela <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">(KUHN, 2013, p. 249-250)<\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. Dessa maneira, a revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 vista mais como uma convers\u00e3o, devido \u00e0 persuas\u00e3o dos melhores argumentos, contendo a alega\u00e7\u00e3o de resolver os problemas, mesmo n\u00e3o resolvendo de fato, numa decis\u00e3o de f\u00e9, baseada na promessa de sucesso do novo e crescente paradigma (KUHN, 2013, p. 258-259; 315-316).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> Sendo a revolu\u00e7\u00e3o uma mudan\u00e7a de paradigma, efetuada mediante um processo persuasivo, n\u00e3o seria surpresa a preval\u00eancia das paix\u00f5es dos cientistas, em detrimento da cientificidade, para preservar sua teoria, pois esses, assim como os estudantes, n\u00e3o s\u00e3o preparados para as crises, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 em sua educa\u00e7\u00e3o, especialmente em ci\u00eancias exatas e naturais, o conhecimento de hist\u00f3ria e filosofia \u2013 normalmente introdut\u00f3rio ou superficial, raz\u00e3o pela qual muitas crises e revolu\u00e7\u00f5es s\u00e3o invis\u00edveis a muitos praticantes e leigos, tendo em seu lugar a hist\u00f3ria da ci\u00eancia como um desenvolvimento cumulativo e linear (KUHN, 2013, p. 267-268). Essa deprecia\u00e7\u00e3o dos fatos hist\u00f3ricos \u00e9, na verdade, pr\u00f3prio dos compromissos de uma ci\u00eancia normal, uma vez que os principais manuais cient\u00edficos, junto a obras filos\u00f3ficas e textos de divulga\u00e7\u00e3o, referem-se a um corpo j\u00e1 articulado de problemas, pertencentes a paradigmas aceitos por uma comunidade cient\u00edfica, na \u00e9poca em que foram escritos. Esses manuais fazem os estudantes e profissionais se sentirem participantes de uma longa tradi\u00e7\u00e3o, que de fato nunca existiu, ou pior, sugerem uma acumula\u00e7\u00e3o gradual de fatos, conceitos, leis ou teorias, pelos cientistas, desde os primeiros empreendimentos cient\u00edficos, por\u00e9m muitos dos avan\u00e7os s\u00f3 existiram ap\u00f3s revolu\u00e7\u00f5es cient\u00edficas (KUHN, 2013, p. 231-235).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>Movimentos e teoria<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Diante do exposto anteriormente, \u00e9 preciso diferenciar os movimentos em torno da teoria da pr\u00f3pria teoria. H\u00e1 movimentos purificadores, desorganizados, rotuladores, \u201cnegacionistas\u201d, individuais, agrupados, reativos, entre outros, pois os movimentos s\u00e3o pr\u00f3prios da imensa diversidade e liberdade das pessoas, mas a \u201cTDI \u00e9 uma teoria cient\u00edfica minimalista sobre sinais de intelig\u00eancia serem detectados na natureza\u201d (<\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">FILHO, 2015<\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">).<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> Um ponto \u00e9 saber distinguir, por exemplo, os movimentos \u201cimpuros\u201d, que n\u00e3o est\u00e3o ligados diretamente com a teoria, especialmente aqueles com motiva\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o ou divulga\u00e7\u00e3o religiosa ou teol\u00f3gica, gerando confus\u00e3o aos que n\u00e3o est\u00e3o acompanhando a crise cient\u00edfica de dentro (os observadores externos), por isso, podem surgir movimentos reativos de \u201cpurifica\u00e7\u00e3o\u201d a favor ou contra \u00e0 TDI. Ali\u00e1s, n\u00e3o h\u00e1 impedimento para uma liga\u00e7\u00e3o indireta, por qualquer um, sob qualquer aspecto, apoiando ou criticando, logo \u00e9 realmente dif\u00edcil separar as coisas quando tudo parece misturado a quem n\u00e3o esteja familiar dos termos, conceitos e debates \u2013 uma forte recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 a leitura de Filho (2009, 2015).<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> Quanto ao ponto \u201cnegacionista\u201d, contra o darwinismo, por exemplo, h\u00e1 outros al\u00e9m do Design Inteligente (DI) \u2013 vide Filho (2015). Mas a quest\u00e3o principal desse ponto \u00e9 o seu papel secund\u00e1rio ou inicial, dentro de uma revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, at\u00e9 que se estabele\u00e7a um corpo maduro de compromissos para novos cientistas. Logo \u00e9 imprudente (um adjetivo brando), sob o ponto de vista da estrutura dessa revolu\u00e7\u00e3o, fazer uma declara\u00e7\u00e3o da natureza dessa teoria, como se fosse um movimento, e apenas um movimento \u201cnegacionista\u201d, uma vez que n\u00e3o se est\u00e1 enxergando o quadro maior, ou mesmo a pr\u00f3pria teoria.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> Fazendo uma analogia, tamb\u00e9m hist\u00f3rica, a Igreja Protestante, de um modo geral, surgiu em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica Romana, e n\u00e3o foi um movimento organizado, nem eficaz por algum evento ou gera\u00e7\u00e3o \u2013 mas um \u201cmovimento que teve \u00eaxito numa sucess\u00e3o de tentativas frustradas ao longo dos s\u00e9culos\u201d (GEORGE, 2007, p. 103). E hoje, (muitas igrejas) protestantes n\u00e3o apresentam um discurso e pr\u00e1tica baseados numa nega\u00e7\u00e3o ao catolicismo \u2013 havendo at\u00e9 certos di\u00e1logos e trabalhos em conjunto. Aquela concorr\u00eancia inicial foi necess\u00e1ria.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> J\u00e1 numa analogia cient\u00edfica, o modelo do c\u00e9rebro relativ\u00edstico (CICUREL; NICOLELIS, 2015), publicado recentemente, tamb\u00e9m de autoria de um brasileiro, apresenta um arcabou\u00e7o te\u00f3rico, para uma revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, no modo kuhn, nas Ci\u00eancias da Cogni\u00e7\u00e3o, incluindo a Intelig\u00eancia Artificial, com predi\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de novos compromissos, em torno de um novo paradigma, n\u00e3o deixando, assim, de ter um car\u00e1ter \u201cnegacionista\u201d, mas secund\u00e1rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> \u00c9 importante perceber quem ou o qu\u00ea proporciona um paradigma para se trabalhar, com as pr\u00f3prias pernas, como foi feito por Max Weber, entre outros. Nesse sentido, \u00e9 preciso olhar atualmente em que momento ou situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o dos principais fil\u00f3sofos da TDI, na constru\u00e7\u00e3o dos pilares ou princ\u00edpios, para a forma\u00e7\u00e3o ou reformata\u00e7\u00e3o de uma ou mais ci\u00eancias normais, sob o aspecto inteligentista. Se \u00e9 incipiente, ent\u00e3o, nesse jogo extraordin\u00e1rio das ci\u00eancias, para muitos s\u00f3 resta rotular, blasfemar ou ridicularizar, entretanto quando surgirem os primeiros compromissos, est\u00e1veis e produtivos, em novas gera\u00e7\u00f5es de cientistas e pesquisadores, como em Biologia Sist\u00eamica (SNOKE, 2014), palavras como crise ou revolu\u00e7\u00e3o deixar\u00e3o gradativamente de ser opini\u00f5es, a fim de se tornarem parte da hist\u00f3ria.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">CICUREL, Ronald; NICOLELIS, Miguel A. L. <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>O C\u00e9rebro Relativ\u00edstico \u2013 Como ele funciona e porque ele n\u00e3o pode ser simulado por uma M\u00e1quina de Turing<\/b><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. S\u00e3o Paulo: Kios Press, 2015.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">FILHO, En\u00e9zio E. de Almeida. <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>As cr\u00edticas prec\u00e1rias de Marcelo Leite (Folha de S\u00e3o Paulo) contra a teoria do Design Inteligente<\/b><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. Desafiando a Nomenklatura Cient\u00edfica, 2009. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/www.pos-darwinista.blogspot.com.br\/2009\/11\/as-criticas-precarias-de-marcelo-leite.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.pos-darwinista.blogspot.com.br\/2009\/11\/as-criticas-precarias-de-marcelo-leite.html<\/a>. Acesso em 9 jan. 2016.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">______. <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>R\u00e9plica ing\u00eanua, desatualizada e p\u00edfia<\/b><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. Observat\u00f3rio da Imprensa, 2015. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/observatoriodaimprensa.com.br\/mosaico\/_ed841_replica_ingenua_desatualizada_e_pifia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/observatoriodaimprensa.com.br\/mosaico\/_ed841_replica_ingenua_desatualizada_e_pifia<\/a>. Acesso em 9 jan. 2016.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">GEORGE, Timothy. <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>Teologia dos reformadores<\/b><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 2007.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">KUHN, Thomas S. <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>A estrutura das revolu\u00e7\u00f5es cient\u00edficas<\/b><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. 12. ed. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 2013.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: 'Times New Roman', serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">SNOKE, David. <\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i><b>Systems Biology as a Research Program for Intelligent Design<\/b><\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Calibri, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. BIO-Complexity, 2014, v. 3, p. 1\u201311.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>\u00c9 comum a cr\u00edtica ao movimento da Teoria do Design Inteligente (TDI), de que se trata de um fen\u00f4meno ou teoria \u201cnegacionista\u201d, mesmo quando se <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/09\/teoria-do-design-inteligente-e-negacionista\/\" title=\"Teoria do Design Inteligente \u00e9 \u201cNegacionista\u201d?\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":8,"featured_media":2242,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20,21,26,36],"tags":[178,182,270,659,660,937],"class_list":["post-504","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-filosofia","category-filosofia-da-ciencia","category-historia-da-ciencia","category-questoes-objecoes","tag-ciencia","tag-cientificidade","tag-demarcacao","tag-negacionismo","tag-negacionista","tag-thomas-kuhn"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v18.9 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Teoria do Design Inteligente \u00e9 \u201cNegacionista\u201d? 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