{"id":4718,"date":"2018-11-20T20:27:46","date_gmt":"2018-11-20T22:27:46","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=4718"},"modified":"2021-10-10T12:13:50","modified_gmt":"2021-10-10T15:13:50","slug":"resposta-a-swamidass-ratos-camundongos-e-relogios-moleculares-discrepantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2018\/11\/20\/resposta-a-swamidass-ratos-camundongos-e-relogios-moleculares-discrepantes\/","title":{"rendered":"Resposta a Swamidass: ratos, camundongos e rel\u00f3gios moleculares discrepantes"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_4720\" aria-describedby=\"caption-attachment-4720\" style=\"width: 580px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4720\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/mouse.jpg\" alt=\"\" width=\"580\" height=\"354\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4720\" class=\"wp-caption-text\"><center>Ilustra\u00e7\u00e3o:\u00a0<em>Alexas_Fotos, via\u00a0Pixabay.<\/em><\/center><\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<p>Por <strong>Evolution News<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um <a href=\"https:\/\/evolutionnews.org\/2018\/09\/response-to-swamidass-confusion-in-a-review-of-theistic-evolution\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">post anterior<\/a> respondeu \u00e0 revis\u00e3o do cap\u00edtulo 15 de <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/Theistic-Evolution-Scientific-Philosophical-Theological\/dp\/1433552868\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Theistic Evolution: A Scientific, Philosophical and Theological Critique<\/em><\/a> do bi\u00f3logo Joshua Swamidass. O Dr. Swamidass pergunta: Se ratos e camundongos compartilham um ancestral comum, e genomas humanos e de chimpanz\u00e9s s\u00e3o dez vezes mais semelhantes que genomas de ratos e camundongos, ent\u00e3o n\u00e3o se deve presumir que humanos e chimpanz\u00e9s tamb\u00e9m compartilham um ancestral comum? Como ele escreveu em um post de 2016:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cPor que \u00e9 dif\u00edcil acreditar que os chimpanz\u00e9s e os humanos estejam relacionados (com menos de 1,5% de c\u00f3dons diferentes), quando aceitamos prontamente que camundongos e ratos est\u00e3o relacionados (com mais de 15% de c\u00f3dons diferentes)?\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Mas seu caso de ancestralidade comum na revis\u00e3o Themelios \u00e9 mais sofisticado. Aqui est\u00e1:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cExistem dez vezes menos diferen\u00e7as entre humanos e genomas de chimpanz\u00e9s do que entre genomas de camundongos e ratos (por exemplo, veja o Cons\u00f3rcio de Seq\u00fcenciamento e An\u00e1lise de Chimpanz\u00e9s,<em>\u201cInitial Sequence of the Chimpanzee Genome and Comparison with the Human Genome,\u201d <\/em>Nature 437 [2005]: 69). Mesmo com medidas diferentes, ratos e camundongos s\u00e3o muito mais diferentes que chimpanz\u00e9s e humanos. Por qu\u00ea? Humanos e chimpanz\u00e9s mutam mais lentamente e divergiram mais recentemente. Da mesma forma, os cromossomos Yde\u00a0 humanos e chimpanz\u00e9s s\u00e3o mais diferentes que o restante do genoma. Por qu\u00ea? Pela mesma raz\u00e3o; Os cromossomos Y sofrem muta\u00e7\u00f5es mais rapidamente que o restante do genoma. Notavelmente, o aumento da diverg\u00eancia dos cromossomos Y \u00e9 apresentado como evid\u00eancia contra a descend\u00eancia comum, ao inv\u00e9s do que \u00e9: evid\u00eancia clara e quantitativa para descend\u00eancia comum. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 que os humanos s\u00e3o semelhantes aos chimpanz\u00e9s, o padr\u00e3o de similaridade e diferen\u00e7as \u00e9 prontamente explicado pela matem\u00e1tica empiricamente verific\u00e1vel da ci\u00eancia evolucion\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como observado no post anterior, o Cap\u00edtulo 15 n\u00e3o argumenta que, como o cromossomo Y dos seres humanos e dos chimpanz\u00e9s \u00e9 altamente dissimilar, a descend\u00eancia comum \u00e9 errada. Em vez disso, o argumento \u00e9 que as diferen\u00e7as gen\u00e9ticas globais entre humanos e chimpanz\u00e9s s\u00e3o maiores do que \u00e9 comumente afirmado (na verdade, as diferen\u00e7as s\u00e3o maiores do que Swamidass afirma), e se mesmo um tra\u00e7o ben\u00e9fico diferente exigir que algumas muta\u00e7\u00f5es coordenadas ocorram, o mecanismo evolucion\u00e1rio padr\u00e3o de muta\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria e sele\u00e7\u00e3o natural n\u00e3o funcionar\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que exatamente Swamidass est\u00e1 dizendo na passagem acima? N\u00e3o est\u00e1 totalmente claro, mas ele parece estar confiando nos rel\u00f3gios moleculares como uma explica\u00e7\u00e3o do motivo pelo qual chimpanz\u00e9s e humanos s\u00e3o geneticamente mais semelhantes que ratos e camundongos.<\/p>\n<p><strong>Um conceito relativamente simples<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rel\u00f3gios moleculares s\u00e3o um conceito relativamente simples. Os bi\u00f3logos evolucionistas presumem primeiro que a ancestralidade comum est\u00e1 correta, e ent\u00e3o eles assumem que genes e genomas mudam, em m\u00e9dia, a taxas espec\u00edficas. Diferentes clados podem evoluir em taxas ligeiramente diferentes, mas o princ\u00edpio b\u00e1sico \u00e9 que quanto maiores as diferen\u00e7as entre dois genes ou genomas, mais tempo se passou desde que eles compartilharam um ancestral comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como Ann Gauger <a href=\"https:\/\/evolutionnews.org\/2018\/08\/answering-joshua-swamidass-on-theistic-evolution-sketchy-science-and-a-swerve-into-metaphysics\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">discutiu recentemente<\/a>, os dados gen\u00e9ticos indicam que os humanos e chimpanz\u00e9s s\u00e3o provavelmente 10 a 15 vezes mais semelhantes geneticamente do que ratos e camundongos, dependendo de como voc\u00ea calcula. Por si s\u00f3, essa estat\u00edstica n\u00e3o tem implica\u00e7\u00e3o profunda para os m\u00e9ritos de ancestralidade comum. No entanto, se assumirmos ancestralidade comum, ent\u00e3o, sob o modelo de rel\u00f3gio molecular, isso muito provavelmente indicaria que os humanos e chimpanz\u00e9s divergiram mais recentemente do que ratos e camundongos. Por outro lado, se tivesse sido observado que os genomas humanos e de chimpanz\u00e9s s\u00e3o muito mais diferentes que os genomas de ratos e camundongos, ent\u00e3o os rel\u00f3gios moleculares poderiam sugerir que ratos e camundongos divergiram mais recentemente do que humanos e chimpanz\u00e9s. N\u00e3o h\u00e1 nada de surpreendente aqui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Swamidass parece pensar que os c\u00e1lculos do tipo rel\u00f3gio molecular t\u00eam um grande valor explicativo. Uma vez que ele afirma, &#8220;o padr\u00e3o de similaridade e diferen\u00e7as \u00e9 prontamente explicado pela matem\u00e1tica empiricamente verific\u00e1vel da ci\u00eancia evolutiva&#8221;. \u00a0Mas basicamente, tudo o que ele fez foi observar que ratos e camundongos s\u00e3o geneticamente mais distantes do que humanos e chimpanz\u00e9s e, portanto, devem ter divergido mais distante no passado. Mas as conclus\u00f5es baseadas em rel\u00f3gios moleculares s\u00e3o realmente t\u00e3o convincentes?<\/p>\n<p><strong>Um modelo convincente?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste contexto, rel\u00f3gios moleculares n\u00e3o necessariamente prev\u00eaem qualquer resultado em particular. As datas de diverg\u00eancia que produzem s\u00e3o calculadas com base no pressuposto de que as muta\u00e7\u00f5es ocorrem a taxas constantes espec\u00edficas entre genomas dentro de clados particulares. Stephen Meyer explica como os rel\u00f3gios moleculares funcionam em <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/dp\/1433552868\/?tag=discoveryinsti06\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Darwin\u2019s Doubt<\/em><\/a>:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEstudos de rel\u00f3gio molecular tamb\u00e9m assumem que a extens\u00e3o em que as seq\u00fc\u00eancias diferem em genes similares em dois ou mais animais reflete a quantidade de tempo que passou desde que esses animais come\u00e7aram a evoluir de um ancestral comum. Uma pequena diferen\u00e7a significa pouco tempo; uma grande diferen\u00e7a, muito tempo. Para determinar exatamente o qu\u00e3o curto ou longo, esses estudos estimam a taxa de muta\u00e7\u00e3o analisando genes em duas esp\u00e9cies ou t\u00e1xons que supostamente evolu\u00edram de um ancestral cuja presen\u00e7a no registro f\u00f3ssil pode ser discernida e datada com precis\u00e3o. Por exemplo, muitos estudos de rel\u00f3gio molecular de p\u00e1ssaros e mam\u00edferos s\u00e3o calibrados com base na idade de um r\u00e9ptil inicial considerado o ancestral comum mais recente de ambos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Compara\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas permitem aos bi\u00f3logos evolucionistas estimar o n\u00famero de mudan\u00e7as mutacionais desde a diverg\u00eancia, enquanto que a data\u00e7\u00e3o dos estratos contendo ancestrais f\u00f3sseis presumidos diz h\u00e1 quanto tempo a diverg\u00eancia ocorreu. Assumindo que diferentes linhagens evoluam na mesma propor\u00e7\u00e3o, juntas as duas informa\u00e7\u00f5es permitem que os bi\u00f3logos evolucionistas calculem uma taxa de muta\u00e7\u00e3o de linha de base. Eles podem ent\u00e3o usar essa taxa para determinar h\u00e1 quanto tempo algum outro par de animais divergiu um do outro na \u00e1rvore evolucion\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os rel\u00f3gios moleculares afirmam, portanto, que organismos mais dissimilares devem ter divergido mais distante no passado e que os organismos que divergiram mais distantes no passado ser\u00e3o mais dissimilares. Esta n\u00e3o \u00e9 uma conclus\u00e3o digna de grandes manchetes, refletindo, como parece, racioc\u00ednio circular. Como Ann Gauger tamb\u00e9m aponta, o pr\u00f3prio Swamidass usa essa forma de argumento circular.<\/p>\n<p><strong>Argumentando em um c\u00edrculo?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Swamidass primeiro escreve que &#8220;h\u00e1 dez vezes menos diferen\u00e7as entre os humanos e os genomas dos chimpanz\u00e9s do que entre os ratos e os genomas dos ratos&#8221;, observando tamb\u00e9m que &#8220;ratos e camundongos s\u00e3o muito mais diferentes que os chimpanz\u00e9s e os humanos&#8221;. Ent\u00e3o ele pergunta \u201cPor qu\u00ea?\u201d E fornece uma resposta que assume descend\u00eancia comum: porque \u201chumanos e chimpanz\u00e9s sofrem muta\u00e7\u00e3o mais lenta [sic] e divergiram mais recentemente\u201d. Esta \u00e9 uma l\u00f3gica padr\u00e3o de rel\u00f3gio molecular. Mas o que exatamente estamos tentando explicar aqui? As datas de diverg\u00eancia desses organismos? Se esse fosse o caso, o argumento n\u00e3o seria circular. Na verdade, o que Swamidass est\u00e1 tentando explicar \u00e9 o grau de semelhan\u00e7a e diferen\u00e7a entre esses v\u00e1rios organismos &#8211; a pr\u00f3pria evid\u00eancia emp\u00edrica com a qual come\u00e7amos. Assim, ele conclui: &#8220;N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 que os humanos s\u00e3o semelhantes aos chimpanz\u00e9s, o padr\u00e3o de similaridade e diferen\u00e7as \u00e9 prontamente explicado pela matem\u00e1tica empiricamente verific\u00e1vel da ci\u00eancia evolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso \u00e9 um argumento circular? Com certeza parece que sim. Ele come\u00e7a observando que ratos e camundongos s\u00e3o geneticamente mais diferentes que humanos e chimpanz\u00e9s, e ent\u00e3o infere que isso significa que ratos e camundongos divergiram mais distantes no passado do que humanos e chimpanz\u00e9s. Ele conclui que, com base nessa linha de argumenta\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do que ele chama de \u201ca matem\u00e1tica empiricamente verific\u00e1vel da ci\u00eancia evolucion\u00e1ria\u201d, podemos explicar \u201co padr\u00e3o de similaridade e diferen\u00e7as\u201d entre organismos. &#8211; nomeadamente os diferentes graus de semelhan\u00e7a entre ratos e camundongos e entre humanos e chimpanz\u00e9s. Presumivelmente, as \u201cmatem\u00e1ticas empiricamente verific\u00e1veis da ci\u00eancia evolucion\u00e1ria\u201d, que explicam graus de diferen\u00e7as gen\u00f4micas, referem-se \u00e0 nossa capacidade de calcular taxas de mudan\u00e7a usando rel\u00f3gios moleculares e datas de diverg\u00eancia. Mas como fizemos esse c\u00e1lculo? Come\u00e7ando com graus observados de diferen\u00e7as gen\u00f4micas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se pode afirmar que a biologia evolucion\u00e1ria explica perfeitamente os graus de diferen\u00e7as entre v\u00e1rios organismos usando taxas de mudan\u00e7as e datas de diverg\u00eancia que foram calculadas usando os graus de diferen\u00e7as entre esses v\u00e1rios organismos. Se este \u00e9 o argumento que Swamidass est\u00e1 fazendo, ent\u00e3o \u00e9 circular.<\/p>\n<p><strong>Outro problema s\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso leva a outro problema s\u00e9rio com os rel\u00f3gios moleculares. Como \u00e9 frequentemente o caso na biologia evolutiva, as conclus\u00f5es s\u00e3o t\u00e3o fortes quanto as suposi\u00e7\u00f5es, e os rel\u00f3gios moleculares s\u00e3o baseados em m\u00faltiplas suposi\u00e7\u00f5es d\u00fabias. Estas incluem as suposi\u00e7\u00f5es (1) de que as esp\u00e9cies em quest\u00e3o necessariamente compartilham uma ancestralidade comum, (2) que as diferen\u00e7as moleculares entre essas esp\u00e9cies s\u00e3o o resultado de muta\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias e (3) que os rel\u00f3gios moleculares marcam uma taxa constante dentro de clados particulares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se pode defender ancestralidade comum simplesmente assumindo ancestralidade comum, o que tira a suposi\u00e7\u00e3o (1) da mesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, o cap\u00edtulo 15 de Gauger et al. em <em>\u201cTheistic Evolution\u201d<\/em> faz um bom trabalho ao mostrar que pelo menos algumas das milh\u00f5es de diferen\u00e7as gen\u00e9ticas entre humanos e chimpanz\u00e9s provavelmente n\u00e3o s\u00e3o o resultado de muta\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias (isto \u00e9, eles codificam caracter\u00edsticas que n\u00e3o poderiam surgir pela evolu\u00e7\u00e3o darwiniana devido a limita\u00e7\u00f5es de escala de tempo, como discutido no post anterior). Isso coloca a suposi\u00e7\u00e3o (2) em d\u00favida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas e a suposi\u00e7\u00e3o (3)? Acontece que as datas de diverg\u00eancia do rel\u00f3gio molecular foram duramente criticadas devido a seus frequentes conflitos entre si e com o registro f\u00f3ssil. Isso levou os cientistas a criticar a id\u00e9ia de que os genomas evoluem a taxas constantes ao longo do tempo, ou que existe um &#8220;rel\u00f3gio molecular&#8221;. Como <a href=\"https:\/\/www.annualreviews.org\/doi\/abs\/10.1146\/annurev.earth.30.091201.140057\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">um artigo<\/a> na <em>\u201cAnnual Review of Earth and Planetary Sciences\u201d<\/em> declarou:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEspecificamente, as taxas de evolu\u00e7\u00e3o molecular podem variar consideravelmente, tanto entre taxa e ao longo do tempo. Al\u00e9m disso, a precis\u00e3o da t\u00e9cnica depende de um ponto ou pontos de calibra\u00e7\u00e3o precisos e de uma filogenia confi\u00e1vel com a ordem de ramifica\u00e7\u00e3o correta e as estimativas de comprimento de ramo. \u2026 <b>A ideia\u00a0de que h\u00e1 um rel\u00f3gio molecular universal padr\u00e3o regular j\u00e1 foi desacreditada h\u00e1 muito tempo<\/b>.\u201d [\u00canfase adicionada.]\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse problema de um rel\u00f3gio inconsistente dificulta muito a aplica\u00e7\u00e3o de rel\u00f3gios moleculares no mundo real. Resultados conflitantes s\u00e3o freq\u00fcentemente encontrados. Em \u201cDarwin\u2019s Doubt\u201d, Stephen Meyer explica:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 uma segunda raz\u00e3o mais convincente para duvidar da hip\u00f3tese da diverg\u00eancia profunda: os resultados de diferentes estudos moleculares geraram resultados amplamente divergentes. No entanto, presumivelmente, havia apenas um ancestral comum de todo o Metazoa e apenas um ponto de diverg\u00eancia derradeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por exemplo, a compara\u00e7\u00e3o entre o estudo liderado por Wray e o estudo liderado por Erwin gera uma diferen\u00e7a de 400 milh\u00f5es de anos. No caso de outros estudos, diferen\u00e7as ainda maiores surgem. Muitos outros estudos t\u00eam jogado seus pr\u00f3prios n\u00fameros muito diferentes para o ringue, colocando o ancestral comum dos animais em qualquer lugar entre 100 milh\u00f5es e 1,5 bilh\u00e3o de anos antes da explos\u00e3o cambriana (alguns estudos de rel\u00f3gio molecular, estranhamente, at\u00e9 colocam o ancestral comum dos animais ap\u00f3s a explos\u00e3o cambriana). Como Douglas Erwin, escrevendo com seus colegas paleont\u00f3logos James Valentine e David Jablonski, reconheceu em 1999: &#8216;Tentativas de datar essas ramifica\u00e7\u00f5es\u201d de um ancestral comum pr\u00e9-cambriano \u201cusando rel\u00f3gios moleculares discordaram amplamente&#8217;. Como isso pode ser?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em primeiro lugar, diferentes estudos de diferentes mol\u00e9culas geram datas amplamente divergentes. Al\u00e9m dos estudos que j\u00e1 citei, um artigo de 1997 do bi\u00f3logo japon\u00eas Naruo Nikoh e seus colegas examinaram dois genes (aldolase e triose fosfato isomerase), e dataram a divis\u00e3o entre eumetazoa e parazoa &#8211; animais com tecidos (como os cnid\u00e1rios) daqueles sem (como esponjas) &#8211; h\u00e1 940 milh\u00f5es de anos. Compare isso com um artigo de 1999 de Daniel Wang, Sudhir Kumar e S. Blair Hedges baseado no estudo de 50 genes diferentes, mostrando que \u201cos filos animais basais (Porifera, Cnidaria, Ctenophora) divergiram entre 1200\u20131500 Ma.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c0s vezes, os tempos de diverg\u00eancia contradit\u00f3rios s\u00e3o relatados no mesmo artigo. Por exemplo, um artigo revigorante e direto do bi\u00f3logo evolucionista Lindell Bromham, da Universidade Nacional Australiana, e seus colegas analisaram duas mol\u00e9culas diferentes, DNA mitocondrial e RNAr 18S, para produzir datas de diverg\u00eancia baseadas em genes individuais que diferem entre si 1 bilh\u00e3o de anos. Outro estudo que investigou a diverg\u00eancia entre artr\u00f3podes e vertebrados descobriu que dependendo de qual gene foi usado, a data de diverg\u00eancia pode estar entre 274 milh\u00f5es e 1,6 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s, com a primeira data caindo quase 250 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s a explos\u00e3o cambriana. Esse documento, em sua conclus\u00e3o, escolheu dividir a diferen\u00e7a, relatando com confian\u00e7a uma m\u00e9dia aritm\u00e9tica de cerca de 830 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Da mesma forma, os bioinform\u00e1ticos St\u00e9phane Aris-Brosou, hoje na Universidade de Ottawa, e Ziheng Yang, na University College London, descobriram que dependendo de quais genes e quais m\u00e9todos de estimativa foram empregados, o \u00faltimo ancestral comum dos protostomos ou deuterostomos (dois tipos amplamente diferentes de animais cambrianos) poderia ter vivido entre 452 milh\u00f5es e 2 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma pesquisa de estudos recentes de diverg\u00eancia profunda, pelos evolucionistas moleculares Dan Graur e William Martin, observa um estudo no qual os autores afirmam ter 95% de certeza de que sua data de diverg\u00eancia para certos grupos de animais cai dentro de uma faixa de 14,2 bilh\u00f5es de anos &#8211; mais de tr\u00eas vezes a idade da terra e claramente um resultado sem sentido. Graur e Martin concluem que muitas estimativas de rel\u00f3gio molecular \u201cparecem enganosamente precisas\u201d, mas, dada a natureza desse campo, seu \u201cconselho ao leitor \u00e9: sempre que voc\u00ea vir uma estimativa de tempo na literatura evolucionista, demande incerteza!\u201d O t\u00edtulo de seu artigo, publicado no Trends in Genetics, fez o ponto ainda mais vividamente: &#8220;Lendo as Entradas das Galinhas: Escala de Tempo Molecular da Evolu\u00e7\u00e3o e a Ilus\u00e3o de Precis\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Uma quest\u00e3o persistente<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quest\u00e3o \u00e9 persistente. Um <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/27918074\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo de 2017<\/a> observa \u201cuma discrep\u00e2ncia consider\u00e1vel\u201d de \u201cmais de 100 milh\u00f5es de anos\u201d entre as estimativas do rel\u00f3gio molecular para a data de diverg\u00eancia dos animais e a primeira apari\u00e7\u00e3o de \u201cevid\u00eancias definitivas de f\u00f3sseis metazo\u00e1rios no Cambriano\u201d. Curiosamente, este problema de datas divergentes de rel\u00f3gio molecular conflitantes se aplica tanto \u00e0 data suposta da divis\u00e3o rato \/ camundongo quanto \u00e0 data da divis\u00e3o humano \/ chimpanz\u00e9. Como a Evolution News <a href=\"https:\/\/evolutionnews.org\/2016\/05\/in_arguments_fo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">explicou em resposta a Swamidass anteriormente<\/a>, as estimativas baseadas em rel\u00f3gio molecular da data aproximada da diverg\u00eancia entre ratos e camundongos variam amplamente, <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC298725\/pdf\/pq0303001056.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">variando de 16 a 23 milh\u00f5es de anos<\/a> atr\u00e1s a <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/1487823\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">20 a 29 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s<\/a> a <a href=\"http:\/\/php.scripts.psu.edu\/nxm2\/2002%20Publications\/2002-nei-glazko.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">33 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s<\/a> a <a href=\"http:\/\/www.hedgeslab.com\/pubs\/99.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">41 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s<\/a>. De fato, de acordo com a Figura 2 <a href=\"http:\/\/php.scripts.psu.edu\/nxm2\/2002%20Publications\/2002-nei-glazko.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">deste artigo<\/a>, genes individuais dentro dos genomas de camundongos e ratos podem indicar tempos de diverg\u00eancia entre ratos e camundongos de at\u00e9 150 milh\u00f5es de anos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, notadamente, de acordo com estudos do registro f\u00f3ssil, acredita-se que camundongos e ratos se separaram h\u00e1 cerca de 12 milh\u00f5es de anos. Isso significa que as datas do rel\u00f3gio molecular para a diverg\u00eancia de camundongos e ratos s\u00e3o discrepantes do registro f\u00f3ssil e as algumas datas produzidas s\u00e3o consideravelmente mais antigas do que a data baseada em f\u00f3sseis. Um <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/1487823\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo<\/a> no <em>\u201cJournal of Molecular Evolution\u201d<\/em> observa isso:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA data da divis\u00e3o camundongo-rato \u00e9 estimada [por rel\u00f3gios moleculares] entre 20 e 29 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, que \u00e9 consideravelmente mais antiga do que a data (aproximadamente 12 milh\u00f5es de anos) sugerida pelos f\u00f3sseis de roedores dispon\u00edveis e consideravelmente mais jovem que a data (aproximadamente 35 milh\u00f5es de anos) sugerido por Wilson e colegas.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Da mesma forma, um artigo na Nature relatou:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cOs tempos de diverg\u00eancia molecular entre os roedores <em>Sciurognath<\/em> s\u00e3o aproximadamente quatro vezes mais antigos do que suas estimativas baseadas em f\u00f3sseis, como encontrado anteriormente. Como esses tempos foram estimados a partir de muitos genes (343) e n\u00e3o mudaram quando um m\u00e9todo espec\u00edfico de linhagem foi usado (por exemplo, um tempo de diverg\u00eancia de 41 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s foi obtido para a diverg\u00eancia camundongo-rato), a diferen\u00e7a n\u00e3o pode ser atribu\u00edda ao erro estoc\u00e1stico ou ao aumento da taxa de substitui\u00e7\u00e3o em roedores.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ou como <a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mbe\/article\/18\/5\/777\/1018665\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">um artigo<\/a> na <em>\u201cMolecular Biology and Evolution\u201d<\/em> coloca:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDatas de diverg\u00eancia derivadas de sequ\u00eancias de prote\u00ednas (Kumar e Hedges 1998) sugerem diverg\u00eancias anormalmente antigas para algumas linhagens de roedores, incluindo aproximadamente 110 milh\u00f5es de anos para a separa\u00e7\u00e3o das duas principais subordens Hystricognathi e Sciurognathi e 41 milh\u00f5es de anos para Mus\/Rattus [camundongo\/rato]. Essas datas moleculares s\u00e3o surpreendentes porque indicam lacunas extremamente grandes no registro f\u00f3ssil de roedores e de mam\u00edferos em geral que parecem implaus\u00edveis dadas as taxas estimadas de preserva\u00e7\u00e3o (Foote et al., 1999).\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Uma imagem arrumada?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ponto aqui n\u00e3o \u00e9 que os rel\u00f3gios moleculares est\u00e3o sempre errados ou n\u00e3o podem dizer nada ou que toda essa discord\u00e2ncia significa que a ancestralidade comum \u00e9 totalmente falsa. \u00c9 que o Dr. Swamidass procurou pintar uma imagem ordenada de como a biologia evolucion\u00e1ria fornece, como um rel\u00f3gio, estimativas simples e convincentes de datas de diverg\u00eancia e grau de dissimilaridade gen\u00f4mica, quando n\u00e3o \u00e9 esse o caso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais uma vez, Swamidass escreve que a &#8220;matem\u00e1tica empiricamente verific\u00e1vel da ci\u00eancia evolutiva&#8221; fornece &#8220;evid\u00eancias claras e quantitativas para a descend\u00eancia comum&#8221;. Mas seria mais correto dizer que os padr\u00f5es de similaridade e diferen\u00e7as previstos por rel\u00f3gios moleculares e ancestralidade comum s\u00e3o altamente discrepantes, e produziram resultados amplamente conflitantes, causando grande desacordo entre os bi\u00f3logos evolucionistas sobre os tempos de diverg\u00eancia de muitos grupos animais diferentes. C\u00e1lculos de datas de diverg\u00eancia da supostamente \u201cmatem\u00e1tica empiricamente verific\u00e1vel da ci\u00eancia evolucion\u00e1ria\u201d est\u00e3o freq\u00fcentemente em desacordo dram\u00e1tico com o registro f\u00f3ssil. Como observa <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0169534707001553\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">um artigo sobre rel\u00f3gios moleculares<\/a>, \u201cuma grande tradi\u00e7\u00e3o em macroevolu\u00e7\u00e3o e sistem\u00e1tica tem sido a disputa ritual entre paleont\u00f3logos e bi\u00f3logos moleculares\u201d. <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/17157408\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Outro afirma<\/a>: &#8220;Grandes discrep\u00e2ncias foram encontradas em datas de eventos evolutivos obtidos usando o rel\u00f3gio molecular&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Swamidass critica o Cap\u00edtulo 15 por n\u00e3o mencionar que \u201ch\u00e1 dez vezes menos diferen\u00e7as entre os humanos e os genomas de chimpanz\u00e9s do que entre os genomas de ratos e camundongos\u201d. Al\u00e9m do fato de que os autores n\u00e3o estavam escrevendo sobre genomas de ratos ou camundongos, e supondo que sua estat\u00edstica citada \u00e9 precisa, quais s\u00e3o suas implica\u00e7\u00f5es? Swamidass acha que essas diferen\u00e7as relativas s\u00e3o nitidamente previstas pela matem\u00e1tica da ci\u00eancia evolucion\u00e1ria. Mas ent\u00e3o, por que ele n\u00e3o menciona as freq\u00fcentes falhas de prever com precis\u00e3o e coer\u00eancia os tempos de diverg\u00eancia entre os diferentes organismos &#8211; inclusive dentro de organismos como ratos e camundongos?<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Original<\/strong><\/p>\n<p>Evolution News.\u00a0Response to Swamidass: Rats, Mice, and Discrepant Molecular Clocks.\u00a025\/11\/2018.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/evolutionnews.org\/2018\/09\/response-to-swamidass-rats-mice-and-discrepant-molecular-clocks\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">(Acessar)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Por Evolution News Um post anterior respondeu \u00e0 revis\u00e3o do cap\u00edtulo 15 de Theistic Evolution: A Scientific, Philosophical and Theological Critique do bi\u00f3logo Joshua Swamidass. <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2018\/11\/20\/resposta-a-swamidass-ratos-camundongos-e-relogios-moleculares-discrepantes\/\" title=\"Resposta a Swamidass: ratos, camundongos e rel\u00f3gios moleculares discrepantes\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":11,"featured_media":4720,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,19,36],"tags":[72,383,426,816,856],"class_list":["post-4718","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia","category-filogenia","category-questoes-objecoes","tag-ancestralidade-comum","tag-evolucao","tag-filogenia","tag-relogio-molecular","tag-semelhanca-genetica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v18.9 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Resposta a Swamidass: ratos, camundongos e rel\u00f3gios moleculares discrepantes &raquo; 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