{"id":428,"date":"2016-01-02T03:50:30","date_gmt":"2016-01-02T05:50:30","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=428"},"modified":"2021-10-12T19:38:41","modified_gmt":"2021-10-12T22:38:41","slug":"ancestralidade-comum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/02\/ancestralidade-comum\/","title":{"rendered":"Ancestralidade Comum"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6262\" aria-describedby=\"caption-attachment-6262\" style=\"width: 660px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6262\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/arvoredavidaac.jpg\" alt=\"\" width=\"660\" height=\"410\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6262\" class=\"wp-caption-text\"><center>A \u00c1rvore da Vida (ilustra\u00e7\u00e3o)<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diariamente &#8220;refuta\u00e7\u00f5es&#8221; ao Design Inteligente s\u00e3o publicadas em blogs, v\u00eddeos e redes sociais. Apesar de serem irrelevantes na maioria dos casos, elas sempre associam o Design Inteligente ao Criacionismo, mas, tirando a depend\u00eancia b\u00edblica, qual seria a principal assertiva criacionista e como ela foi refutada?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cerne do Criacionismo sempre foi uma descontinuidade no registro f\u00f3ssil, o que atualmente eles chamam de Descontinuidade Sistem\u00e1tica, um requisito fundamental para a alega\u00e7\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o, isso \u00e9, o aparecimento abrupto. Antagonicamente, com hegemonia na comunidade cient\u00edfica, est\u00e1 a proposta darwinista que tem como cerne a alega\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria: a continuidade. Atualmente alguns sustentam at\u00e9 a ancestralidade universal comum como fato.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A descontinuidade seria marcada pelo aparecimento do que os criacionistas chamam de <strong>tipos b\u00e1sicos<\/strong> ao longo do tempo ou um \u00fanico evento, ap\u00f3s 1941 tamb\u00e9m chamados de <strong>baramins<\/strong>. Em Origem das Esp\u00e9cies h\u00e1 v\u00e1rias refer\u00eancias<sup>#<\/sup>, a come\u00e7ar por Geoffrey:<\/p>\n<blockquote><p>Geoffroy Saint-Hilaire, como pode ver-se na sua biografia, escrita por seu filho, j\u00e1 em 1795, tinha suposto que <strong>o que chamamos esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o mais que desvios variados do mesmo tipo<\/strong>.<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses tipos b\u00e1sicos s\u00e3o descritos por criacionistas como altamente pl\u00e1sticos, como podemos ver num excerto sobre W. Herbert<sup>1<\/sup>:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O vener\u00e1vel e reverendo W. Herbert, mais tarde de\u00e3o de Manchester, escrevia em <strong>1822<\/strong>, no 4., volume das Horticultural Transactions, e na sua obra as Amaryllidac\u00e9es (1837, p. 19, 339), que \u00abas experi\u00eancias de horticultura t\u00eam estabelecido, sem refuta\u00e7\u00e3o poss\u00edvel, que <strong>as esp\u00e9cies bot\u00e2nicas n\u00e3o s\u00e3o mais que uma classe superior de variedades mais permanentes<\/strong>\u00bb. Aplica a mesma opini\u00e3o aos animais e v\u00ea que <strong>as esp\u00e9cies \u00fanicas de cada g\u00e9nero foram criadas num estado primitivo muito pl\u00e1stico<\/strong>, e que estes tipos produziram ulteriormente, principalmente pelo cruzamento e tamb\u00e9m por varia\u00e7\u00e3o, todas as nossas esp\u00e9cies existentes.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas concep\u00e7\u00f5es de tipos b\u00e1sicos foram usados por Darwin para extrapolar indefinidamente o processo de varia\u00e7\u00e3o. Atualmente, a abordagem e an\u00e1lise da cr\u00edtica a &#8220;baraminologia&#8221; se sustenta sempre por tendenciosidade e fal\u00e1cia gen\u00e9tica no tocante a origem da perspectiva ser b\u00edblica<sup>2<\/sup>. Tamb\u00e9m s\u00e3o utilizadas estrat\u00e9gias com conceitos, fragiliza\u00e7\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o criacionista com o uso do termo <strong>fixista<\/strong><sup>4<\/sup>\u00a0e uma ideia arbitr\u00e1ria e &#8220;conveniente&#8221; do termo esp\u00e9cie ou tipo usado no passado. Na outra m\u00e3o, a flexibiliza\u00e7\u00e3o do conceito de evolu\u00e7\u00e3o segue uma estrat\u00e9gia invasiva, por exemplo, usando conceitos mais fracos como &#8220;mudan\u00e7a atrav\u00e9s do tempo&#8221; para valida\u00e7\u00e3o de conceitos mais fortes como &#8220;ancestralidade universal comum&#8221;<sup>5<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos descobridores do mecanismo de sele\u00e7\u00e3o natural, Patrick Matthew (1831)<sup>Nota<\/sup>, em seus escritos sustenta <em>&#8220;&#8230; que o mundo foi quase despovoado em per\u00edodos sucessivos e povoado de novo em seguida;&#8230;&#8221;<\/em><sup>6<\/sup>, o que em certos aspectos realmente tem suporte em extin\u00e7\u00f5es em massa. J\u00e1 outros naturalistas continuavam sustentando os tipos b\u00e1sicos. Aqui, Rafinesque<sup>7<\/sup>:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Nouvelle Flore de l\u2019Am\u00e9rique du Nord (1836, p. 6), Rafinesque exprimia-se assim: \u00abTodas as esp\u00e9cies podiam ser outrora variedades, e muitas variedades tornaram-se gradualmente esp\u00e9cies, adquirindo caracteres permanentes e particulares\u00bb; e um pouco mais adiante (p\u00e1g. 18) acrescenta: \u00abexceptuando os <strong>tipos primitivos<\/strong> ou ancestrais do g\u00e9nero\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses autores s\u00e3o claramente criacionistas e seus sistemas ser\u00e3o o n\u00facleo em qual a teoria evolutiva ser\u00e1 expandida indefinidamente por Darwin. Em sua publica\u00e7\u00e3o\u00a0Darwin exp\u00f5e uma lista de &#8220;dissidentes&#8221; da cria\u00e7\u00e3o que dariam suporte a sua perspectiva &#8220;expandida&#8221;<sup>8<\/sup>:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devo juntar que em 34 autores citados nesta not\u00edcia hist\u00f3rica, que admitem a modifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, e rejeitam os actos da cria\u00e7\u00e3o isolados, h\u00e1 27 que escreveram sobre ramos especiais de hist\u00f3ria natural e geologia persistem h\u00e1 muito tempo, sendo modificadas algumas somente, e explica as diferen\u00e7as actuais pela destrui\u00e7\u00e3o das formas interm\u00e9dias.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Normalmente uma evid\u00eancia \u00e9 suficiente para mudar ou pelo menos suspender os ju\u00edzos sobre determinadas hip\u00f3teses, menos no caso da ancestralidade comum. Um problema grave para a continuidade, especialmente para a ancestralidade universal comum, \u00e9 encontrado principalmente no evento conhecido como &#8220;Explos\u00e3o Cambriana&#8221;. O conceito evolutivo de Darwin \u00e9 modesto, &#8220;descend\u00eancia com modifica\u00e7\u00e3o&#8221;, mas podemos ver neste problema que sua ideia paira sustentada por cren\u00e7a sobre o vazio da evid\u00eancia de aus\u00eancia, que \u00e9 o abrupto aparecimento de uma fauna inteira<sup>9<\/sup>:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o obstante, a dificuldade de explicar, com boas raz\u00f5es, a aus\u00eancia de vastos pavimentos de camadas fossil\u00edferas abaixo das forma\u00e7\u00f5es do sistema cambriano superior fica sempre muito grande.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>O problema fica pois, por enquanto, inexplicado, insol\u00favel, e pode continuar a servir de s\u00e9rio argumento contra as opini\u00f5es emitidas aqui&#8230;<\/p><\/blockquote>\n<figure style=\"width: 660px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/faunas.jpg\" alt=\"\" width=\"660\" height=\"570\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>Esta imagem resume o atual status da contenda descontinuidade versus continuidade. Criacionismo versus Evolucionismo. <i>Cr\u00e9ditos na imagem.<\/i><\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta tend\u00eancia n\u00e3o acaba por a\u00ed, \u00e9 uma constante.<\/p>\n<p><strong>Descontinuidades simult\u00e2neas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A realidade \u00e9 que todos os problemas persistem at\u00e9 hoje. A descoberta de registros anteriores ao Cambriano\u00a0n\u00e3o melhorou a situa\u00e7\u00e3o, na verdade piorou. Essas faunas aparecem e desparecem simultaneamente e denunciam a descontinuidade pela diferen\u00e7a entre elas. O que deveria apresentar algumas amostras de um imenso gradiente de formas, apresenta rupturas com raras exce\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6344\" aria-describedby=\"caption-attachment-6344\" style=\"width: 408px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6344\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/edicarian.jpg\" alt=\"\" width=\"408\" height=\"450\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6344\" class=\"wp-caption-text\"><center>Cinco grandes faunas e em suas colunas as respectivas forma\u00e7\u00f5es.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em resumo, na quest\u00e3o de continuidade versus descontinuidade &#8211; Criacionismo versus Evolucionismo, o que podemos dizer \u00e9 que antes de\u00a0se refutar a TDI deveriam aceitar o fato de que a Descontinuidade Sistem\u00e1tica permanece superior a Ancestralidade Universal Comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; font-size: 12px;\"><strong>Nota:<\/strong> Apresentei Pattrick Matthew como o primeiro, mas evid\u00eancias apontam que William Charles Wells abordou a sele\u00e7\u00e3o natural em 1813 e James Hutton, pai da geologia, ainda antes (sem propor varia\u00e7\u00e3o ilimitada).<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n[#]\u00a0\u00a0Geoffroy Saint-Hilaire (P\u00f3stumo, 1795). p. 5 <sup>(Livro)<\/sup><br \/>\n[1] W. Herbert (1837). p. 7 <sup>(Livro)<\/sup><br \/>\n[2] Alan Gishlick. Baraminology. 2006. <a href=\"https:\/\/ncse.com\/rncse\/26\/4\/baraminology\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">(Acessar)<\/a><br \/>\n[3] Matthew (1831). p. 8 <sup>(Livro)<\/sup><br \/>\n[4] Fixismo? (Acessar)<br \/>\n[5] A Evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 Hip\u00f3tese ou um Fato? (Acessar)<br \/>\n[6] Patrick Matthew&#8217;s law of natural selection (Acessar)<br \/>\n[7] Rafinesque (1836). 8 <sup>(Livro)<\/sup><br \/>\n[8] Darwin lista dissidentes da cria\u00e7\u00e3o. p. 12 <sup>(Livro)<\/sup><br \/>\n[9] Darwin sobre a Explos\u00e3o Cambriana. p. 324 <sup>(Livro)<br \/>\n<\/sup><\/p>\n<p>(Livro) Darwin, Charles. A origem das esp\u00e9cies. Lelo &amp; Irm\u00e3o, 2005.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>As esp\u00e9cies \u00fanicas de cada g\u00eanero foram criadas num estado primitivo muito pl\u00e1stico, e estes tipos produziram, principalmente pelo cruzamento e varia\u00e7\u00e3o, todas as nossas esp\u00e9cies existentes.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":6262,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2,41,15,16,21,26],"tags":[72,107,129,130,241,243,262,698,942],"class_list":["post-428","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","category-conceitos","category-epistemologia","category-especial","category-filosofia-da-ciencia","category-historia-da-ciencia","tag-ancestralidade-comum","tag-arvore-da-vida","tag-baraminologia","tag-baramins","tag-criacionismo","tag-criacionistas","tag-darwinismo","tag-origem-das-especies","tag-tipos-basicos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v18.9 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ancestralidade Comum &raquo; 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