{"id":4159,"date":"2018-06-11T11:16:52","date_gmt":"2018-06-11T14:16:52","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=4159"},"modified":"2018-06-11T11:16:52","modified_gmt":"2018-06-11T14:16:52","slug":"o-design-inteligente-faz-previsoes-testaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2018\/06\/11\/o-design-inteligente-faz-previsoes-testaveis\/","title":{"rendered":"O Design Inteligente Faz Previs\u00f5es Test\u00e1veis?"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-4161\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/WhatsApp-Image-2018-01-30-at-15.08.19-596x422.jpeg\" alt=\"\" width=\"596\" height=\"422\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea se lembra do famoso julgamento do caso Dover <em>vs<\/em>. Kitzmiller? Em um pequeno munic\u00edpio chamado Dover, no estado da Pensilv\u00e2nia (EUA) o juiz John\u00a0Jones\u00a0III decidiu juridicamente, e n\u00e3o cientificamente, que a TDI \u00e9 uma forma disfar\u00e7ada de religi\u00e3o e n\u00e3o deve ser ensinada como ci\u00eancia nas escolas p\u00fablicas. Ademais, acusou o <em>design<\/em> inteligente de n\u00e3o fazer reivindica\u00e7\u00f5es empiricamente test\u00e1veis. Mas esse n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico caso. Diversos neodarwinistas t\u00eam ecoado rotineiramente o seguinte mantra: \u201c<em>a teoria do design inteligente n\u00e3o \u00e9 cient\u00edfica porque n\u00e3o faz previs\u00f5es cient\u00edficas<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas antes de falarmos sobre a suposta aus\u00eancia de previs\u00e3o cient\u00edfica na comunidade de pesquisa tede\u00edsta, \u00e9 v\u00e1lido relembramos dois conceitos importantes no que diz respeito \u00e0 ci\u00eancia, tais como \u201cteoria cient\u00edfica\u201d e \u201cm\u00e9todo cient\u00edfico. Uma \u201cteoria cient\u00edfica\u201d, segundo Karl Popper:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201c&#8230; \u00e9 um modelo matem\u00e1tico que descreve e codifica as observa\u00e7\u00f5es que fazemos. Assim, uma boa teoria dever\u00e1 descrever uma vasta s\u00e9rie de fen\u00f4menos com base em alguns postulados simples, como tamb\u00e9m dever\u00e1 ser capaz de fazer previs\u00f5es claras, as quais poder\u00e3o ser testadas.\u201d<\/em> (Popper, 1985)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o historiador da ci\u00eancia En\u00e9zio de Almeida Filho, \u201c<em>n\u00e3o existe m\u00e9todo cient\u00edfico. Existem m\u00e9todos cient\u00edficos, pois s\u00e3o diversas as \u00e1reas cient\u00edficas. [&#8230;] O m\u00e9todo cient\u00edfico rigoroso em F\u00edsica n\u00e3o se aplica em Biologia, especialmente Biologia Evolucion\u00e1ria<\/em>\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas e quanto ao \u201cm\u00e9todo cient\u00edfico\u201d? Este geralmente \u00e9 descrito como um processo de quatro etapas envolvendo <em>observa\u00e7\u00f5es<\/em>, <em>hip\u00f3teses<\/em>, <em>experimentos<\/em> e <em>conclus\u00e3o<\/em>. A TDI segue os par\u00e2metros do m\u00e9todo cient\u00edfico. En\u00e9zio de Almeida Filho, em seu artigo \u201cO ouro do tolo\u201d, postado no <em>Observat\u00f3rio da Imprensa<\/em>, nos fornece um exemplo pr\u00e1tico de como a TDI aplica o m\u00e9todo cient\u00edfico em suas pesquisas, a saber:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Observa\u00e7\u00e3o: <\/em><\/strong><em>agentes inteligentes produzem informa\u00e7\u00e3o complexa e especificada (ICE).<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Hip\u00f3tese: <\/em><\/strong><em>se um objeto natural for intencionalmente planejado, <strong>ele conter\u00e1 altos n\u00edveis de ICE [previs\u00e3o]<\/strong>.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Testes experimentais: <\/em><\/strong><em>os objetos naturais s\u00e3o testados para determinar se eles cont\u00eam informa\u00e7\u00e3o complexa e especificada \u2013 engenharia reversa de estruturas biol\u00f3gicas atrav\u00e9s de experimentos de silenciamento para determinar se elas exigem todas as suas partes para funcionar.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Conclus\u00e3o<\/em><\/strong><em>: sendo descoberta complexidade irredut\u00edvel em uma estrutura biol\u00f3gica, os cientistas concluem que ela foi intencionalmente planejada.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas onde se encaixam as \u201cprevis\u00f5es\u201d, motivo da escrita deste artigo? A \u201cprevis\u00e3o\u201d est\u00e1 intimamente relacionada com a \u201chip\u00f3tese\u201d \u2013 segunda etapa do m\u00e9todo cient\u00edfico no exemplo pr\u00e1tico do En\u00e9zio. De forma simples, a \u201cprevis\u00e3o\u201d \u00e9 a conseq\u00fc\u00eancia l\u00f3gica da hip\u00f3tese, ou seja, <strong>\u00e9 o que se espera observar<\/strong> no campo, no laborat\u00f3rio, na literatura, na base de dados, ou no modelo te\u00f3rico, <strong>caso a hip\u00f3tese seja verdadeira<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-4160 aligncenter\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/fluxo-248x300.png\" alt=\"\" width=\"248\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p><strong>Por que previs\u00f5es s\u00e3o importantes?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem predi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o h\u00e1, basicamente, nenhuma maneira de testar se uma hip\u00f3tese \u00e9 verdadeira.\u00a0No cora\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia est\u00e3o as \u201cobserva\u00e7\u00f5es\u201d, que \u00e9 o que constitui o in\u00edcio do m\u00e9todo cient\u00edfico.\u00a0Essas observa\u00e7\u00f5es nos permitem elaborar uma hip\u00f3tese que fa\u00e7a previs\u00f5es test\u00e1veis \u200b\u200bsobre o que esperamos encontrar se essa hip\u00f3tese fosse verdadeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De forma coerente com o que se espera de um cientista honesto, o bioqu\u00edmico Dr. Michael Behe, em <em>A Caixa Preta de Darwin<\/em>, faz a seguinte afirma\u00e7\u00e3o acerca da necessidade de se fazer previs\u00f5es cient\u00edficas:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Publicar ou perecer&#8221; \u00e9 um prov\u00e9rbio que os acad\u00eamicos tomam a s\u00e9rio.\u00a0Se voc\u00ea n\u00e3o publicar seu trabalho para o resto da comunidade avaliar, ent\u00e3o voc\u00ea n\u00e3o tem neg\u00f3cios na academia (e se voc\u00ea ainda n\u00e3o tem posse, voc\u00ea ser\u00e1 banido).\u00a0Mas o ditado tamb\u00e9m pode ser aplicado \u00e0s teorias.\u00a0Se uma teoria afirma poder explicar algum fen\u00f4meno, <strong>mas n\u00e3o gera nem uma tentativa de explica\u00e7\u00e3o<\/strong>, ent\u00e3o deve ser banida.<\/em><em> (Behe, 1996, pp.185-86)<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Analisando a acusa\u00e7\u00e3o&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dr. Mark McPeek, professor de biologia no Dartmouth College, fez a seguinte acusa\u00e7\u00e3o: &#8220;<em>a hip\u00f3tese do projeto inteligente n\u00e3o \u00e9 test\u00e1vel pela ci\u00eancia, exatamente porque nunca podemos saber ou entender empiricamente as a\u00e7\u00f5es de Deus ou de<\/em> <strong><em>qualquer outro designer Inteligente<\/em><\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 incorreta. Por qu\u00ea? O Dr. McPeek deixou de considerar uma real possibilidade! E se pud\u00e9ssemos empiricamente saber ou compreender as a\u00e7\u00f5es de agentes inteligentes, ent\u00e3o poder\u00edamos elaborar predi\u00e7\u00f5es test\u00e1veis sobre o que dever\u00edamos observar se uma causa inteligente esteve em a\u00e7\u00e3o, certo? Pois bem, um exerc\u00edcio bastante simples \u00e9 o de conhecer e compreender as a\u00e7\u00f5es dos humanos, que s\u00e3o <em>designers<\/em> inteligentes.\u00a0Por exemplo, ao estudar as a\u00e7\u00f5es dos seres humanos no mundo ao nosso redor, podemos construir uma variedade de previs\u00f5es test\u00e1veis \u200b\u200bsobre o <em>design<\/em> inteligente.<\/p>\n<p><strong>O que sabemos sobre os designers inteligentes?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>Sabemos muitas coisas sobre <em>designers<\/em> inteligentes, mas para este texto selecionei apenas quatro caracter\u00edsticas que temos observado e aprendido atrav\u00e9s de nossa experi\u00eancia repetida e uniforme:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(1)<\/strong>\u00a0Os agentes inteligentes pensam com um &#8220;objetivo final&#8221; em mente, permitindo que eles solucionem problemas complexos tomando muitas partes e organizando-os em padr\u00f5es intrincados que executem uma fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. Comentando sobre isso, o fil\u00f3sofo da ci\u00eancia Dr. Stephen Meyer afirma:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Temos experi\u00eancia repetida de agentes racionais e conscientes &#8211; em particular a n\u00f3s mesmos &#8211; gerando ou causando aumentos em informa\u00e7\u00f5es especificadas complexas, tanto na forma de linhas espec\u00edficas de seq\u00fc\u00eancia de c\u00f3digo quanto na forma de sistemas de partes hierarquicamente organizados.\u00a0[&#8230;] Nosso conhecimento baseado na experi\u00eancia do fluxo de informa\u00e7\u00e3o confirma que os sistemas com grandes quantidades de complexidade especificada (especialmente c\u00f3digos e idiomas) se originam invariavelmente de uma fonte inteligente de uma mente ou agente pessoal. &#8220;(Meyer, 2004 b)<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(2)<\/strong>\u00a0Os agentes inteligentes podem prever e infundir rapidamente grandes quantidades de informa\u00e7\u00e3o em sistemas. Neste aspecto, de forma simples e clara, Meyer nos explica de que forma <em>designers<\/em> inteligentes atuam:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;<\/em><em>Sabemos por experi\u00eancia que designers inteligentes muitas vezes concebem planos que antecedem \u00e0 instancia\u00e7\u00e3o dos sistemas que confirmam os planos\u2014isto \u00e9, o\u00a0<\/em><em>design<\/em><em>\u00a0inteligente de um desenho t\u00e9cnico muitas vezes precede a montagem das partes de acordo com um desenho ou projeto pr\u00e9-concebido<\/em><em>.\u201d (Meyer, 2003.)<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(3)<\/strong>\u00a0Os agentes inteligentes reutilizam componentes funcionais que funcionam repetidamente em diferentes sistemas como, por exemplo, rodas para carros e avi\u00f5es. Nesse sentido, o fil\u00f3sofo da Biologia Dr. Paul Nelson e o bi\u00f3logo molecular Dr. Jonathan Wells explicam:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Uma causa inteligente pode reutilizar ou redistribuir o mesmo m\u00f3dulo em sistemas diferentes, sem que haja nenhuma conex\u00e3o material ou f\u00edsica entre esses sistemas.\u00a0Mais simplesmente, causas inteligentes podem gerar padr\u00f5es id\u00eanticos independentemente. &#8220;(Nelson e Wells, 2003).<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(4)<\/strong>\u00a0Os agentes inteligentes tipicamente criam coisas funcionais (embora \u00e0s vezes possamos pensar que algo \u00e9 sem fun\u00e7\u00e3o, sem perceber sua verdadeira fun\u00e7\u00e3o). Mas e quanto ao famoso \u201cDNA lixo\u201d? Bem, o Dr. Jonathan Wells nos explica qual a \u201cprevis\u00e3o\u201d tede\u00edsta sobre o assunto, levando em conta o que sabemos sobre os <em>designers<\/em> inteligentes:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Uma vez que as regi\u00f5es que n\u00e3o codificam n\u00e3o produzem prote\u00ednas, os bi\u00f3logos darwinianos t\u00eam admitido por d\u00e9cadas como sendo ru\u00eddo evolutivo aleat\u00f3rio ou &#8220;DNA lixo&#8221;.\u00a0De uma perspectiva tede\u00edsta, no entanto, \u00e9 extremamente improv\u00e1vel que um organismo gaste seus recursos para preservar e transmitir tanto lixo.&#8221; (Wells, 2004)<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Predi\u00e7\u00f5es do <em>design<\/em> Inteligente<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1) DI<\/strong><strong> prev\u00ea que, \u00e0 medida que a pesquisa cient\u00edfica progride, a complexidade biol\u00f3gica aumentar\u00e1 ao longo do tempo, e a informa\u00e7\u00e3o especificada ter\u00e1 um papel cada vez mais central no governo das opera\u00e7\u00f5es da vida.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o detectados n\u00edveis elevados de complexidade especificada e complexidade irredutivel em sistemas biol\u00f3gicos atrav\u00e9s de an\u00e1lises te\u00f3ricas, simula\u00e7\u00f5es computacionais e c\u00e1lculos (Behe e Snoke, 2004; Dembski 1998b; Axe et al., 2008; Ax, 2010a; Axe, 2010b; Dembski e Marks 2009a; Dembski e Marks 2009b; Ewert et al. 2009; Ewert et al. 2010; Chiu et al. 2002; Durston et al., 2007; Abel e Trevors, 2006; Voie 2006).<\/p>\n<p><strong><em>1.1. Complexidade irredut\u00edvel:<\/em><\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cExperimentos gen\u00e9ticos demonstram Complexidade Irredut\u00edvel, como no flagelo bacteriano, ou nas caracter\u00edsticas de multimuta\u00e7\u00e3o onde seriam necess\u00e1rias v\u00e1rias muta\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas para ganhar uma vantagem. Isto \u00e9 mais ajuste fino.\u201d (Luskin, 2011b)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O bioqu\u00edmico Dr. Michael Behe prev\u00ea em <em>A caixa preta de Darwin<\/em> que o <em>design<\/em> ser\u00e1 detect\u00e1vel em muitas &#8220;m\u00e1quinas moleculares&#8221;, como por exemplo, no flagelo bacteriano. Behe prev\u00ea que os cientistas n\u00e3o descobrir\u00e3o uma via darwiniana continuamente funcional de um simples precursor para o flagelo bacteriano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um sistema complexo e irredut\u00edvel \u00e9 uma marca registrada de sistemas projetados, porque exigem uma vis\u00e3o que \u00e9 jurisdi\u00e7\u00e3o exclusiva de agentes inteligentes. Podemos testar o <em>design<\/em> revertendo a engenharia (por desligamento de genes em experimentos <em>knockout<\/em>) de estruturas biol\u00f3gicas para determinar se existe um &#8220;n\u00facleo irredutiv\u00edvel&#8221;. (Minnich e Meyer, 2004; McIntosh 2009a; McIntosh 2009b) ou testes de sensibilidade mutacional no qual s\u00e3o induzidas muta\u00e7\u00f5es, por exemplo, em determinadas sequ\u00eancias de amino\u00e1cidos (Axe, 2000; Axe, 2004; Gauger et al., 2010). E ningu\u00e9m at\u00e9 hoje conseguiu descrever uma via darwinista realista e continuamente funcional de simples antepassados \u200b\u200bat\u00e9 o motor atual.<\/p>\n<p><strong><em>1.2. Complexidade especificada:<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Testes de sensibilidade mutacional mostram cada vez mais que\u00a0<strong>as sequ\u00eancias de DNA s\u00e3o altamente ajustadas para gerar prote\u00ednas funcionais<\/strong>\u00a0e executar outras fun\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas (Luskin, 2011b)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisas detectaram altos n\u00edveis de informa\u00e7\u00e3o complexa e especificada em biologia sob a forma de ajuste fino de seq\u00fc\u00eancias de prote\u00ednas.\u00a0Isso tem implica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas n\u00e3o apenas para explicar as origens biol\u00f3gicas, mas tamb\u00e9m para enzimas de engenharia e preven\u00e7\u00e3o\/combate \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o futura das doen\u00e7as.\u00a0(Axe, 2004; Axe, 2000; Axe, 2010 a e b)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2) DI prev\u00ea que novas formas de vida ser\u00e3o encontradas no registro f\u00f3ssil <\/strong><strong>sem precursores de transi\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>O bioqu\u00edmico Dr. Michael Denton declarou:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em>Ainda \u00e9, como foi nos dias de Darwin, esmagadoramente verdade que os primeiros representantes de todas as principais classes de organismos conhecidos para a biologia j\u00e1 s\u00e3o altamente caracter\u00edsticos da sua classe quando eles fazem sua primeira apari\u00e7\u00e3o no registro f\u00f3ssil. Este fen\u00f4meno \u00e9 particularmente evidente no caso do registro f\u00f3ssil invertebrado. Na sua primeira apari\u00e7\u00e3o nos antigos mares do Paleoz\u00f3ico, vida invertebrada j\u00e1 foi dividida em praticamente todos os principais grupos com os quais estamos familiarizados hoje<\/em>.\u201d (Denton, 1986, p.162-163.)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2009, um artigo publicado na <em>BioEssays<\/em>\u00a0intitulado \u201cMicroRNAs e a macroevolu\u00e7\u00e3o dos metazo\u00e1rios:\u00a0<em>insights<\/em>\u00a0sobre canaliza\u00e7\u00e3o, complexidade e a explos\u00e3o Cambriana\u201d afirmou que:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c&#8230; esclarecer a base materialista da explos\u00e3o Cambriana tem se tornado mais ilus\u00f3rio, n\u00e3o menos, \u00e0 medida que mais conhecemos acerca do evento em si, que n\u00e3o pode ser explicado pela extin\u00e7\u00e3o acoplada de intermedi\u00e1rios em longos per\u00edodos do tempo geol\u00f3gico, apesar das reivindica\u00e7\u00f5es de alguns neodarwinistas modernos\u201d (Peterson, Dietrich e McPeek, 2009)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, o matem\u00e1tico e fil\u00f3sofo da ci\u00eancia Dr. William Dembski declarou em 2008 em uma entrevista a um produtor de um programa de TV nacional:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>Eventualmente, os pesquisadores v\u00e3o desistir de absurdos ideologicamente dirigidos e abordar a hist\u00f3ria que existe.\u00a0Eles se concentrar\u00e3o em descobrir os mecanismos que geram\u00a0rajadas repentinas\u00a0de criatividade. Descobrir os verdadeiros mecanismos das\u00a0explos\u00f5es de criatividade natural pode ter um imenso valor para n\u00f3s, especialmente se precisarmos desvendar alguns danos significativos ao nosso meio ambiente<\/em>.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agentes inteligentes infundem rapidamente grandes quantidades de informa\u00e7\u00f5es em um sistema, de modo que um sistema possa sofrer mudan\u00e7as r\u00e1pidas e radicais na forma e na fun\u00e7\u00e3o. Pesquisas em DI t\u00eam mostrado que o registro f\u00f3ssil demonstra que as esp\u00e9cies geralmente aparecem abruptamente sem precursores similares, e explicam causas de explos\u00f5es de biodiversidade (bem como extin\u00e7\u00e3o em massa) na hist\u00f3ria da vida. (L\u00f6nnig, 2004; Meyer, 2004b; Meyer et al., 2003.; McIntosh 2009b)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3) DI prev\u00ea que s<\/strong><strong>er\u00e3o encontradas<\/strong><strong>\u00a0inst\u00e2ncias de ajuste fino nas leis e constantes da f\u00edsica necess\u00e1rias para permitir a vida, e uma correla\u00e7\u00e3o entre o ajuste fino dessas leis<\/strong><strong> e as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para as descobertas cient\u00edficas.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA f\u00edsica e a cosmologia continuam a descobrir n\u00edveis cada vez mais elevados de ajuste fino. Muitos exemplos podem ser citados, mas este \u00e9 impressionante:\u00a0<strong>a entropia inicial do universo precisou ter sido ajustada na propor\u00e7\u00e3o de 1 parte em 10<sup>10[123]<\/sup>\u00a0para que o universo fosse favor\u00e1vel a vida<\/strong>. Com uma diferen\u00e7a m\u00ednima nesse ajuste, n\u00e3o seria poss\u00edvel a vida no Universo. Novas teorias cosmol\u00f3gicas, como a Teoria das Cordas ou a Teoria do Multiverso apenas servem para barrar as perguntas sobre o ajuste fino, e acabam aumentando a necessidade desse ajuste.\u201d (<strong>Casey Luskin, 2011b<\/strong>)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se correta, essa previs\u00e3o levar\u00e1 a humanidade a se deparar com uma variedade de argumentos de ajuste fino, incluindo a <strong>Zona Habit\u00e1vel Gal\u00e1ctica<\/strong>.\u00a0Isso tem grandes implica\u00e7\u00f5es para os modelos cosmol\u00f3gicos adequados do universo, sugere caminhos adequados para &#8220;teorias de tudo&#8221; bem sucedidas que devem acomodar o ajuste fino e outras implica\u00e7\u00f5es para a f\u00edsica te\u00f3rica.\u00a0(Gonzalez 2001; Halsmer, 2009.)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em\u00a0<em>The Privileged Planet<\/em>, Guillermo Gonzalez e Jay Richards ensinam como falsear seu argumento de <em>design<\/em>. Eles afirmam que, se essa correla\u00e7\u00e3o estiver correta, isso evidenciar\u00e1 o design inteligente:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>A maneira mais decisiva de falsificar nosso argumento como um todo seria encontrar um ambiente distante e muito diferente, que, embora bastante hostil \u00e0 vida, oferece uma plataforma superior para fazer tantas descobertas cient\u00edficas como o nosso ambiente local.\u00a0O oposto disto teria o mesmo efeito &#8211; encontrando um lugar extremamente habit\u00e1vel e habitado que era uma p\u00e9ssima plataforma de observa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Menos devastadores, mas ainda relevantes, seriam descobertas que contradizem partes individuais de nosso argumento.\u00a0A maioria dessas descobertas tamb\u00e9m mostraria que as condi\u00e7\u00f5es de habitabilidade da vida complexa s\u00e3o muito mais amplas e mais diversas do que reivindicamos.\u00a0Por exemplo, descobrir a vida inteligente dentro de um gigante de g\u00e1s com uma atmosfera opaca, perto de uma estrela que emitem raios-X no centro gal\u00e1ctico, ou em um planeta sem uma noite escura, faria s\u00e9rios danos.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>4) <\/strong><strong>DI prev\u00ea que o Universo teve um come\u00e7o projetado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nenhuma outra boa teoria ser\u00e1 encontrada para uma origem aleat\u00f3ria do universo, seja pelo\u00a0<em>Grande Colisor de H\u00e1drons (maior acelerador de part\u00edculas do mundo)<\/em>\u00a0ou qualquer outra coisa.\u00a0Um fim para id\u00e9ias infal\u00edveis sobre zilh\u00f5es de universos flex\u00edveis e um foco em como podemos explorar melhor o nosso pr\u00f3prio universo \u00e9 encontrado em\u00a0<strong><em>The Privileged Planet<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5) <\/strong><strong>\u00a0DI prev\u00ea que os genes e as partes funcionais de um sistema ser\u00e3o reutilizados em diferentes organismos n\u00e3o relacionados.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agentes inteligentes \u2018reutilizam pe\u00e7as&#8217; em diferentes sistemas (<em>design<\/em> em um projeto comum).<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Um agente inteligente pode reutilizar ou redistribuir o mesmo m\u00f3dulo em sistemas diferentes, sem que haja nenhuma conex\u00e3o material ou f\u00edsica entre esses sistemas.\u00a0Mais simples, as causas inteligentes podem gerar padr\u00f5es id\u00eanticos de forma independente: fazemos isso, por exemplo, sempre que assinamos um cheque banc\u00e1rio ou um cart\u00e3o de cr\u00e9dito&#8221; (Nelson e Wells, 2003).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo s\u00e3o as asas de uma borboleta e asas de um beija-flor que s\u00e3o estruturas dito serem an\u00e1logas (estruturas an\u00e1logas s\u00e3o semelhantes ou assemelhando-se, em certos aspectos, por exemplo, na fun\u00e7\u00e3o ou na apar\u00eancia, mas n\u00e3o na origem evolutiva ou origem do desenvolvimento). No entanto, elas podem ser mostradas serem ambas baseadas na express\u00e3o do gene da Pax-6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estudos de anatomia comparativa e gen\u00e9tica descobriram pe\u00e7as semelhantes (genes e partes funcionais) comumente existentes em organismos n\u00e3o aparentados. Exemplos de \u201cevolu\u00e7\u00e3o extrema convergente\u201d mostram reutiliza\u00e7\u00e3o de genes funcionais e estruturas de um modo n\u00e3o previsto pela ancestralidade comum. (Davison, 2005; Nelson e Wells, 2003; L\u00f6nnig, 2004; Sherman, 2007)<\/p>\n<p><strong>6) DI prev\u00ea que n\u00e3o ser\u00e3o encontradas estruturas biol\u00f3gicas sem fun\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agentes inteligentes n\u00e3o criam objetos ou partes sem fun\u00e7\u00e3o. Tem sido feitas, inclusive, novas previs\u00f5es bem mais espec\u00edficas acerca dessas estruturas biol\u00f3gicas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6.1 O DI<\/strong><strong> prev\u00ea que o DNA, que j\u00e1 foi considerado como lixo, acabar\u00e1 por ser funcional depois de tudo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde 1998, te\u00f3ricos do design inteligente se opunham ao consenso da academia cient\u00edfica sobre o \u201cDNA lixo\u201d. O fil\u00f3sofo Dr. William Dembski fez a seguinte predi\u00e7\u00e3o positiva sobre os dados cient\u00edficos:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDo ponto de vista evolucion\u00e1rio, esperamos bastante DNA in\u00fatil. Se, por outro lado, os organismos s\u00e3o intencionalmente planejados, esperamos que o DNA, tanto quanto poss\u00edvel, exiba fun\u00e7\u00e3o. E, na verdade, as mais recentes descobertas sugerem que designar o DNA como \u2018lixo\u2019 meramente dissimula nosso conhecimento atual sobre fun\u00e7\u00e3o.\u201d (1998a)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente, corroborando a previs\u00e3o de Dembski, houve in\u00fameras descobertas de funcionalidade para o &#8220;DNA&#8221;. Exemplos incluem funcionalidades descobertas em alguns elementos pseudogenes, microRNAs, \u00edntrons, longos elementos nucleares intercalados (LINE) e sequ\u00eancias Alu (elementos m\u00f3veis de sequ\u00eancia curta de DNA). (von Sternberg, 2002, von Sternberg e Shapiro, 2005; McIntosh, 2009a) Portanto, pode-se inferir, baseado na afirma\u00e7\u00e3o de von Sternberg que, \u201c<em>as narrativas&#8221; neodarwinistas t\u00eam sido o principal obst\u00e1culo para elucidar os efeitos desses componentes enigm\u00e1ticos em cromossomos<\/em>.\u201d (2002, p.154).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe uma lista t\u00e3o interessante quanto a que abordamos neste artigo sobre previs\u00f5es feitas por tede\u00edstas (corroboradas) e por neodarwinistas (falsificadas) ao longo dos \u00faltimos 150 anos. Nessa lista, incluem-se exemplos de supostos \u201c\u00f3rg\u00e3os vestigiais, tais como os ossos p\u00e9lvicos em cet\u00e1ceos, o c\u00f3ccix, o ap\u00eandice, os mamilos masculinos e os pelos humanos; tamb\u00e9m s\u00e3o inclu\u00eddos exemplos de supostos \u00f3rg\u00e3os mal-projetados, tais como o olho, o nervo lar\u00edngeo recorrente, o pseudo-polegar do panda e a faringe humana. (Esses exemplos s\u00e3o discutidos no livro Teoria do Design Inteligente, de minha autoria).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Quer mais previs\u00f5es?<\/strong><\/p>\n<p><u>Previs\u00f5es em astronomia \/ cosmologia<\/u><\/p>\n<ul>\n<li>DI prev\u00ea que o Universo teve um come\u00e7o.<\/li>\n<li>DI prev\u00ea um aumento (e n\u00e3o uma diminui\u00e7\u00e3o), \u00e0 medida que a ci\u00eancia avan\u00e7a, no n\u00famero de par\u00e2metros finamente sintonizados pertinentes \u00e0s leis e constantes da f\u00edsica.<\/li>\n<\/ul>\n<p><u>Previs\u00f5es em biologia<\/u><\/p>\n<ul>\n<li>DI prev\u00ea um aumento da evid\u00eancia quanto \u00e0 n\u00e3o adequa\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o centrada em DNA dos sistemas vivos.<\/li>\n<li>DI prev\u00ea que a converg\u00eancia molecular complexa acontecer\u00e1 rotineiramente.<\/li>\n<li>DI prev\u00ea que a preval\u00eancia de dobras de prote\u00ednas funcionais em rela\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o de seq\u00fc\u00eancia combinat\u00f3ria ser\u00e1 extremamente pequena.<\/li>\n<li>DI prev\u00ea que as vias evolutivas para novas fun\u00e7\u00f5es de prote\u00ednas exigir\u00e3o m\u00faltiplas muta\u00e7\u00f5es n\u00e3o adapt\u00e1veis \u200b\u200bcoordenadas (mais do que provavelmente ser\u00e3o alcan\u00e7adas por um processo aleat\u00f3rio).<\/li>\n<li>DI prev\u00ea uma otimiza\u00e7\u00e3o delicada e ajuste fino em rela\u00e7\u00e3o a muitos recursos associados aos sistemas biol\u00f3gicos.<\/li>\n<li>DI prev\u00ea que os organismos exibir\u00e3o sistemas embutidos que promovam a evolu\u00e7\u00e3o adaptativa r\u00e1pida (por exemplo, mudan\u00e7a r\u00e1pida pr\u00e9-programada).<\/li>\n<li>DI prev\u00ea que ser\u00e3o encontrados m<strong>ecanismos para adapta\u00e7\u00f5es \u201cn\u00e3o\u201d aleat\u00f3rios, coerentes com as press\u00f5es ambientais.<\/strong><\/li>\n<li>DI prev\u00ea m<strong>ecanismos para detec\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o de erros ser\u00e3o abundantes no genoma de todos os organismos.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><u>Previs\u00e3o em paleontologia<\/u><\/p>\n<ul>\n<li>DI prev\u00ea o padr\u00e3o observado do registro f\u00f3ssil, segundo o qual a disparidade morfol\u00f3gica precede a diversidade.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Percebe-se, portanto, que o <em>design<\/em> inteligente \u00e9 claramente test\u00e1vel, pois seus proponentes observam como os agentes inteligentes atuam ao projetar, a fim de fazer previs\u00f5es sobre o que devemos encontrar se acaso um agente inteligente estivesse projetando, e depois testa essas previs\u00f5es a fim de analisar se elas se cumprem ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, ent\u00e3o, por que ap\u00f3s d\u00e9cadas reivindicando o status de \u201cteoria cient\u00edfica\u201d e cumprindo todos os requisitos do \u201cm\u00e9todo cient\u00edfico\u201d o <em>design<\/em> inteligente ainda n\u00e3o foi aceito pela\u00a0esmagadora parte da comunidade cient\u00edfica? Acredito que a cita\u00e7\u00e3o a seguir apresenta coerentemente o problema que est\u00e1 localizado dentro das nossas Academias:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEvolu\u00e7\u00e3o [\u00e9]\u00a0<em>uma teoria universalmente aceita, n\u00e3o porque pode ser comprovada por provas logicamente coerentes demonstrando ser verdade, mas porque \u00e9 a \u00fanica alternativa\u201d<\/em> (D.M.S. Watson, 1929, p. 233, evolucionista, professor de Zoologia e Anatomia Comparada da Universidade de Londres.)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p>Axe DD, Dixon BW, Lu P. Stylus: A System for Evolutionary Experimentation Based on a Protein\/Proteome Model with Non-Arbitrary Functional Constraints.\u00a0PLoS One. 2008; 3(6):e2246.<\/p>\n<p>Axe DD. Extreme Functional Sensitivity to Conservative Amino Acid Changes on Enzyme Exteriors.\u00a0Journal of Molecular Biology 2000; 301(3):585-595.<\/p>\n<p>Axe DD. 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