{"id":3563,"date":"2018-02-26T21:33:42","date_gmt":"2018-02-27T00:33:42","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=3563"},"modified":"2021-10-10T03:51:14","modified_gmt":"2021-10-10T06:51:14","slug":"sobre-a-pseudonerdologia-de-nossos-tempos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2018\/02\/26\/sobre-a-pseudonerdologia-de-nossos-tempos\/","title":{"rendered":"Sobre a Pseudonerdologia de Nossos Tempos"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3569\" aria-describedby=\"caption-attachment-3569\" style=\"width: 596px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/atilaecancer-596x397.jpg\" alt=\"\" width=\"596\" height=\"397\" class=\"size-large wp-image-3569\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3569\" class=\"wp-caption-text\"><center>Qual seria a explica\u00e7\u00e3o do Design para o c\u00e2ncer?<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por acidente encontrei um texto recente do \u00c1tila sobre o Design Inteligente (de novo ele). Em Dezembro (2017) recuperei um texto antigo dele e rebati <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2017\/12\/11\/uma-confissao-de-rejeicao-a-priori-no-scienceblogs\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">aqui<\/a>, agora em um outro texto chamado <a href=\"https:\/\/scienceblogs.com.br\/rainha\/2018\/02\/como-o-design-inteligente-racionaliza-o-cancer\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">&#8220;Como o Design Inteligente racionaliza o c\u00e2ncer?&#8221;<\/a> ele questiona a infer\u00eancia ao design.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes de ir ao assunto ele faz algumas considera\u00e7\u00f5es, por exemplo, usa argumento cl\u00e1ssico em que &#8220;tudo se encaixa e faz sentido&#8221; somente na perspectiva evolutiva:<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Se descobrimos uma nova bact\u00e9ria ou um f\u00f3ssil, a evolu\u00e7\u00e3o gera hip\u00f3teses muito poderosas sobre o que poderemos encontrar. Poderosas porque descrevem toda a rela\u00e7\u00e3o que todos os seres vivos (ou f\u00f3sseis) devem manter para que continue fazendo sentido.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rela\u00e7\u00e3o que ele se refere \u00e9 geralmente em como os seres vivos est\u00e3o dispostos em uma &#8220;\u00e1rvore&#8221; conforme semelhan\u00e7a global. Hoje cedo publiquei um <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2018\/02\/26\/sobre-o-argumento-da-homologia\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">texto<\/a> que relembra que essa organiza\u00e7\u00e3o da biosfera \u00e9 suportada pelo design, s\u00f3 n\u00e3o fiz quest\u00e3o de recordar que toda organiza\u00e7\u00e3o de sistemas complexos acaba formando uma &#8220;\u00e1rvore&#8221;, como fiz no avassalador texto <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/12\/22\/as-arvores-informacionais-da-vida\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">&#8220;As \u00c1rvores Informacionais da Vida&#8221;<\/a>. Mas quem quiser tirar prova, pesquise sobre o organograma de sua empresa ou institui\u00e7\u00e3o, pela estrutura de qualquer sistema complexo ou como \u00e9 a hierarquia de classes em orienta\u00e7\u00e3o a objetos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 at\u00e9 quase uma obriga\u00e7\u00e3o para o design de sistemas complexos seguir esse tipo de configura\u00e7\u00e3o. Provavelmente por essa raz\u00e3o <a href=\"https:\/\/twitter.com\/richarddawkins\/status\/600673125538385921\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Dawkins odeie o essencialismo<\/a>, porque ele prev\u00ea essas mesmas coisas e foi utilizado por Carolus Linnaeus para classificar os seres biol\u00f3gicos sem recorrer a qualquer no\u00e7\u00e3o de ancestralidade comum. Ali\u00e1s, \u00e9 pelo esquecimento que a perspectiva evolutiva paira como &#8220;\u00fanica explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel&#8221;. A verdade \u00e9 que todo proponente do design sabe essas coisas e seus cr\u00edticos desconhecem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, at\u00e9 um leigo sobre o assunto pode atestar, com base nas declara\u00e7\u00f5es do tipo: &#8220;descoberta muda tudo o que sabemos sobre x&#8221; (substitua x pela descoberta do momento), a plasticidade da interpreta\u00e7\u00e3o evolutiva sobre os fatos. N\u00e3o existe nada de &#8220;hip\u00f3teses poderosas sobre o que poderemos encontrar&#8221;. Ela tem sim pontos de falseabilidade, o que torna a proposta cient\u00edfica, mas nada t\u00e3o r\u00edgido quanto tentam fazer parecer.<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Por isso s\u00e3o hip\u00f3teses muito f\u00e1ceis de serem testadas e se provarem erradas, como a ancestralidade comum, o tipo de mol\u00e9culas org\u00e2nicas que v\u00e3o usar, como at\u00e9 expliquei neste v\u00eddeo. J\u00e1 o design inteligente n\u00e3o ajuda em nada. Mesmo se estivesse certo, o que me informa sobre uma esp\u00e9cie assumir que algu\u00e9m a desenhou? Se n\u00e3o souber explicar como algo funciona tenho a quem culpar?<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja &#8220;mesmo que estivesse certo&#8221;, ou seja, a verdade n\u00e3o importa muito se n\u00e3o for &#8220;\u00fatil&#8221; pra gerar narrativas cativantes. Mas \u00e9 certo que o mesmo tipo de tratamento que a perspectiva evolutiva proporciona, a infer\u00eancia ao design tamb\u00e9m proporciona, sendo apenas inconceb\u00edvel para algu\u00e9m que ignore o racioc\u00ednio. As infer\u00eancias sobre semelhan\u00e7a de estruturas e processos, a biologia funcional, se desenvolve independente de qualquer teoria hist\u00f3rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o ele finalmente faz a pergunta:<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 nesse tipo de encruzilhada que entra a pergunta que est\u00e1 girando na minha cabe\u00e7a. <span style=\"color: #666699;\">Como o Design Inteligente explica o c\u00e2ncer?<\/span> E n\u00e3o me refiro ao fato de sermos imperfeitos e sofrermos com c\u00e2ncer. Afinal, o DI aceita que muta\u00e7\u00f5es podem acontecer. Me refiro \u00e0 tudo que a medicina descobriu sobre a evolu\u00e7\u00e3o de tumores nas \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">E realmente \u00e9 uma pergunta interessante, n\u00e3o pela perspectiva do Design, mas da perspectiva evolutiva, como veremos a seguir.<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\"> ... para um grupo de c\u00e9lulas se tornar um tumor, precisam passar por v\u00e1rias rodadas de sele\u00e7\u00e3o natural e evolu\u00e7\u00e3o. Afinal, <span style=\"color: #666699;\">nosso corpo tem uma s\u00e9rie de mecanismos que checam o estado das nossas c\u00e9lulas e impedem um tumor de crescer<\/span>. Nosso sistema imune reconhece e mata c\u00e9lulas com comportamento estranho (porque est\u00e3o falhando ou infectadas por v\u00edrus e bact\u00e9rias). Nossas c\u00e9lulas t\u00eam um controle que limita o n\u00famero de vezes que podem se dividir. Entre outros. E tumores precisam superar todos esses controles para se tornarem malignos e causarem o c\u00e2ncer.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c1tila aplica a ideia de sele\u00e7\u00e3o natural \u00e0s c\u00e9lulas, e provavelmente ele n\u00e3o faz ideia do absurdo que resultar\u00e1 esse racioc\u00ednio. Em seguida ele fala sobre um sistema de qualidade que sozinho justificaria a infer\u00eancia ao design: \u00e9 superior a qualquer sistema de qualidade existente nas sociedades humanas. Por fim ele diz que os tumores precisam &#8220;superar&#8221; esses controles, como se fosse uma vantagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o ele cita alguns passos para a c\u00e9lula saud\u00e1vel se tornar cancer\u00edgena:<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\"> (i) precisam estimular o pr\u00f3prio crescimento; (ii) precisam ignorar sinais para pararem de se dividir; (iii) precisam ignorar sinais para se destru\u00edrem; (iv) precisam conseguir se multiplicar indefinidamente; (v) precisam recrutar a forma\u00e7\u00e3o de vasos sangu\u00edneos para ganharem nutrientes; (vi) conseguem invadir o tecido local onde surgem e se espalhar para novos locais (met\u00e1stase); (vii) conseguem produzir energia por vias incomuns (como fermenta\u00e7\u00e3o); (viii) escapam do sistema imune; (ix) t\u00eam um genoma inst\u00e1vel e; (x) causam, evitam ou aproveitam inflama\u00e7\u00e3o.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria dos passos s\u00e3o uma mesma coisa, as muta\u00e7\u00f5es que geram os tumores s\u00e3o bem espec\u00edficas mesmo a ponto de alguns falarem sobre um &#8220;determinismo&#8221; nessas muta\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o seguem um padr\u00e3o independente. Em suma, n\u00e3o s\u00e3o design.<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Todos esses passos dependem de sele\u00e7\u00e3o natural e evolu\u00e7\u00e3o para acontecer. O resultado final pode ser c\u00e9lulas tumorais com o genoma completamente reorganizado e capazes de viver indefinidamente. Um design bastante competente.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos &#8220;viver indefinidamente&#8221; como um &#8220;design bastante competente&#8221;. Vamos analisar: a maioria desses passos foi perda de alguma coisa. A morte celular programada (apoptose) \u00e9 como um freio que foi perdido. A c\u00e9lula perde a capacidade de responder a sinais externos. Ou seja, \u00e9 como estarmos em um carro sem freio e que n\u00e3o responde aos movimentos do volante e algu\u00e9m dizer: veja que design compentente? \u00c9 claro que isso n\u00e3o acaba bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 design, esse &#8220;viver indefinidamente&#8221; \u00e9 um acidente (neste caso) que gera estruturas aberrantes, mas o viver em si j\u00e1 existia, s\u00f3 se perdeu o &#8220;freio&#8221; e a\u00ed vem um ponto interessante sobre o sistema de morte programada: quando a morte, em geral, surgiu? Gradualmente por sele\u00e7\u00e3o natural? Nesse meio tempo tivemos zumbis na face da terra? Por que alguns animais n\u00e3o evoluem para perder os limites de tempo de vida? Na infer\u00eancia ao design a programa\u00e7\u00e3o \u00e9 trivial, por que surgiria na evolu\u00e7\u00e3o onde \u00e9 uma desvantagem perene para o sucesso reprodutivo?<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Agora, como um criacionista explica a complexidade irredut\u00edvel de um tumor? Um designer inteligente e com inten\u00e7\u00e3o bolou um mieloma feito para matar? Ou um tumor n\u00e3o \u00e9 complexo o suficiente para se qualificar como irredut\u00edvel? E se posso assumir que um tumor \u00e9 s\u00f3 o resultado de uma rodada infeliz do acaso, porque n\u00e3o posso aplicar o mesmo para o meu corpo todo? Qual a linha que separa uma cria\u00e7\u00e3o benevolente de uma doen\u00e7a terminal?<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem conhece o Design Inteligente sabe o quanto isso soa incoerente, principalmente sobre a Complexidade Irredut\u00edvel. O aspecto fundamental da Complexidade Irredut\u00edvel \u00e9 de <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/08\/19\/passos-nao-selecionados\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">&#8220;passos n\u00e3o-selecionados&#8221;<\/a>:<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">\u201cUm caminho evolutivo irredutivelmente complexo \u00e9 aquele que cont\u00e9m um ou mais <strong>passos n\u00e3o-selecionados<\/strong> (ou seja, uma ou mais muta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias mas n\u00e3o-selecionadas). O grau de complexidade irredut\u00edvel \u00e9 o n\u00famero de passos n\u00e3o-selecionados na via.\u201d\n\nResposta aos cr\u00edticos da Caixa-Preta de Darwin, de <strong>Michael Behe<\/strong>, PCID, Volume 1.1, Janeiro Fevereiro Mar\u00e7o de 2002).<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso significa que o processo de c\u00e9lula para tumor n\u00e3o configura complexidade irredut\u00edvel. Ainda mais se a sele\u00e7\u00e3o natural estava atuando.<\/p>\n<p>Sobre o tumor ser um &#8220;design melhor&#8221;, Jonathan Wells responde em <a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2018\/08\/22\/o-cancer-prova-a-inexistencia-de-design-inteligente\/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">O C\u00e2ncer Prova a Inexist\u00eancia de Design Inteligente?<\/a>.<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Um bloger escreveu um texto sobre a rela\u00e7\u00e3o entre o tumor e o design inteligente. 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