{"id":2615,"date":"2017-02-21T15:51:59","date_gmt":"2017-02-21T18:51:59","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=2615"},"modified":"2021-10-10T03:51:12","modified_gmt":"2021-10-10T06:51:12","slug":"o-misterio-dos-cromossomos-perdidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2017\/02\/21\/o-misterio-dos-cromossomos-perdidos\/","title":{"rendered":"O Mist\u00e9rio dos Cromossomos \u201cPerdidos\u201d"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2616\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/WhatsApp-Image-2017-02-20-at-12.59.45-300x128.jpeg\" width=\"950\" height=\"404\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p>Por <strong>Everton Alves<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia de que todas as formas de vida em torno de n\u00f3s s\u00e3o descendentes de um ancestral comum n\u00e3o \u00e9 nova. Para os neodarwinistas, a mais famosa evid\u00eancia a favor da ancestralidade comum \u00e9 molecular. Simplificando, a evolu\u00e7\u00e3o prev\u00ea que os organismos est\u00e3o mais estreitamente relacionados entre si em termos gen\u00e9ticos e utilizam como evid\u00eancia o sequenciamento de genomas de esp\u00e9cies diferentes na tentativa de \u201cprovar\u201d que esse \u00e9 realmente o caso. Um caso, em especial, \u00e9 a insistente e tediosa compara\u00e7\u00e3o da homologia (semelhan\u00e7a) de cromossomos de seres humanos com os de esp\u00e9cies de s\u00edmios estreitamente relacionados.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Humanos e grandes s\u00edmios diferem em n\u00famero de cromossomos \u2013 humanos possuem 23 pares (46, no total) de cromossomos, enquanto s\u00edmios possuem 24 deles (48).\u00a0A diferen\u00e7a entre o n\u00famero de cromossomos nessas esp\u00e9cies \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 hip\u00f3tese do\u00a0\u201cmodelo de fus\u00e3o do cromossomo 2\u201d. Esse tem sido o principal argumento para a explica\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o humana a partir de um ancestral comum com os chimpanz\u00e9s, no qual os cromossomos 2A e 2B de um suposto ancestral comum s\u00edmio teriam se fundido ponta-a-ponta (dos tel\u00f4meros) em um passado distante, formando o atual cromossomo humano 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa ideia foi inicialmente proposta por pesquisadores que exploraram t\u00e9cnicas de colora\u00e7\u00e3o e perceberam que humanos e chimpanz\u00e9s compartilham padr\u00f5es similares de marca\u00e7\u00e3o de bandas cromoss\u00f4micas quando observados em um microsc\u00f3pio. Em 1982, por exemplo, um estudo publicado na revista <em>Science<\/em> apresentou uma imagem fotogr\u00e1fica (ao lado) altamente ampliada dos cromossomos dos seres humanos, chimpanz\u00e9s, gorilas, orangotangos, alinhados em ordem.[1] Para os autores do estudo, os quatro cromossomos s\u00e3o notavelmente similares, mostrando uma \u201cextensa homologia\u201d. Mas \u00e9 claro que a an\u00e1lise dos dados n\u00e3o p\u00f4de ser conclusiva.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2617\" aria-describedby=\"caption-attachment-2617\" style=\"width: 222px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2617\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/cromossomo-222x300.png\" alt=\"\" width=\"222\" height=\"300\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2617\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: Yunis e Prakash, 1982<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1991, os dados de outro estudo foram ent\u00e3o usados como uma suposta prova para a alegada fus\u00e3o dos cromossomos.[2] Os pesquisadores descobriram uma sequ\u00eancia de DNA com cerca de 800 bases de comprimento no cromossomo 2 humano. O problema \u00e9 que essa sequ\u00eancia estava inesperadamente pequena em tamanho e extremamente degenerada. Al\u00e9m disso, essa nova sequ\u00eancia semelhante a uma fus\u00e3o n\u00e3o era o que os pesquisadores estavam esperando encontrar, pois continha uma assinatura nunca vista, isto \u00e9, uma (suposta) fus\u00e3o tel\u00f4mero-tel\u00f4mero e, se real, poderia ser o primeiro caso j\u00e1 documentado na natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2002, por sua vez, 614 mil bases de DNA localizadas ao redor dessa fus\u00e3o foram totalmente sequenciadas, revelando que a sequ\u00eancia de fus\u00e3o estava no meio de um gene at\u00e9 ent\u00e3o classificado como pseudogene (considerado pelos evolucionistas como desprovido de fun\u00e7\u00e3o).[3, 4] A pesquisa tamb\u00e9m mostrou que os genes ao redor do local dessa fus\u00e3o n\u00e3o existiam no cromossomo 2A ou 2B do chimpanz\u00e9 \u2013 a suposta localiza\u00e7\u00e3o para a origem s\u00edmia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo mat\u00e9ria publicada em p\u00e1gina vinculada ao movimento do <em>design\u00a0<\/em>inteligente, outro problema relacionado \u00e0 suposta fus\u00e3o do cromossomo est\u00e1 relacionado ao fato de que<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201co ancestral comum de\u00a0humanos e primatas supostamente existiu h\u00e1 seis milh\u00f5es de anos. O que evolucionistas dizem \u00e9 que essa fus\u00e3o cromoss\u00f4mica tenha ocorrido h\u00e1 recentes 50.000 anos. Sob esse ponto de vista, esse evento de fus\u00e3o cromoss\u00f4mica n\u00e3o tem, portanto, nada a ver em nos tornar humanos em contraste com os primatas superiores. Claramente esse evento de fus\u00e3o cromoss\u00f4mica est\u00e1 muitos milh\u00f5es de anos distante de qualquer suposta ancestralidade com os primatas superiores.\u201d[5, 6]\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas deixando esse ponto acima de lado, concordo que a evid\u00eancia sugere fortemente que o cromossomo humano 2 parece ser um produto de fus\u00e3o.\u00a0A prop\u00f3sito, n\u00e3o \u00e9 incomum que os cromossomos se fundam, quando est\u00e3o rompidos.[7] Incomum \u00e9 a fus\u00e3o sob a forma com a qual os neodarwinistas descrevem o processo que teria ocorrido, ou seja, uma fus\u00e3o a partir de cromossomos intactos com a presen\u00e7a de tel\u00f4meros. Para o bioqu\u00edmico Dr. Fazale Rana, ex-cientista s\u00eanior em pesquisa e desenvolvimento na <em>Procter &amp; Gamble<\/em> e atual vice-presidente da <em>Reasons to Believe<\/em>, os tel\u00f4meros s\u00e3o projetados para impedir que os cromossomos se submetam \u00e0 fus\u00e3o com fragmentos cromoss\u00f4micos.[7] Portanto, ap\u00f3s uma reflex\u00e3o cuidadosa, observamos que n\u00e3o h\u00e1 apoio para a no\u00e7\u00e3o de descend\u00eancia comum, mas, sim, para a obra de um\u00a0<em>designer<\/em>. Mesmo que o cromossomo humano 2 pare\u00e7a surgir por meio de um evento de fus\u00e3o, seria improv\u00e1vel que sua g\u00eanese fosse resultado de processos naturais n\u00e3o direcionados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que isso realmente acontecesse, segundo o proponente do design inteligente Casey Luskin,<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cseria preciso encontrar uma parceira que tamb\u00e9m tivesse um evento de fus\u00e3o cromoss\u00f4mica id\u00eantico. Mas a pesquisa de Valentine e Erwin implica que tais eventos seriam altamente improv\u00e1veis de acontecer: \u2018A possibilidade de dois indiv\u00edduos mutantes raros id\u00eanticos surgir em suficiente proximidade a fim de produzir descendentes parece demasiado pequena para se considerar como um evento evolutivo significativo\u2019 (Erwin, D. H., e Valentine, J. W. \u201cHopeful monsters, transposons, and the Metazoan radiation\u201d, Proc. Natl. Acad, Sci. USA, 81:5482-5483, Sep. 1984)\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2013, foi publicada uma pesquisa sobre o local da fus\u00e3o alegado, revelando dados gen\u00e9ticos que desacreditam completamente as alega\u00e7\u00f5es evolucionistas.[8] A an\u00e1lise feita pelo geneticista Dr. Jeffrey Tomkins, diretor do departamento de ci\u00eancias da vida do <em>Institute for Creation research<\/em> (ICR), confirmou que o local da fus\u00e3o alegado est\u00e1 dentro de um gene chamado <em>DDX11L2<\/em> no cromossomo humano 2. O curioso \u00e9 que a sequ\u00eancia de fus\u00e3o alegada cont\u00e9m uma caracter\u00edstica funcional gen\u00e9tica chamada local de liga\u00e7\u00e3o de \u201cfator de transcri\u00e7\u00e3o\u201d, que \u00e9 localizado no primeiro\u00a0<em>intron<\/em>\u00a0(regi\u00e3o n\u00e3o codificadora) do gene.[9] Fatores de transcri\u00e7\u00e3o s\u00e3o prote\u00ednas que ligam locais regulat\u00f3rios dentro e ao redor dos genes para controlar suas fun\u00e7\u00f5es, atuando como interruptores. O gene <em>DDX11L2<\/em> tem tr\u00eas dessas \u00e1reas, uma das quais \u00e9 codificada no local da fus\u00e3o alegada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os cromossomos s\u00e3o mol\u00e9culas de DNA de cadeia dupla e cont\u00eam genes nas duas cadeias codificados em dire\u00e7\u00f5es opostas.[9] Devido ao gene <em>DDX11L2<\/em> ser codificado na cadeia orientada reversamente, ele \u00e9 lido na dire\u00e7\u00e3o reversa. Ent\u00e3o, a sequ\u00eancia de fus\u00e3o alegada n\u00e3o \u00e9 lida na dire\u00e7\u00e3o avante tipicamente utilizada na literatura como evid\u00eancia para uma fus\u00e3o \u2013 ao contr\u00e1rio, ela \u00e9 lida na dire\u00e7\u00e3o reversa e codifica um interruptor regulat\u00f3rio chave.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O suposto local de fus\u00e3o \u00e9 atualmente uma parte-chave do gene <em>DDX11L2<\/em>. O gene em si mesmo \u00e9 parte de um grupo complexo de genes RNA\u00a0helicase\u00a0<em>DDX11L<\/em> que produz longos RNAs regulat\u00f3rios n\u00e3o codificantes.[9] Esses transcritos RNA <em>DDX11L2<\/em> s\u00e3o produzidos em 255 tipos diferentes de c\u00e9lulas e tecidos humanos, destacando a fun\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica onipresente do gene, ou seja, ao contr\u00e1rio do que pensavam os neodarwinistas ao cham\u00e1-lo de \u201cpseudogene\u201d, essa regi\u00e3o do gene possui uma fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica: a de ser um segundo promotor (sequ\u00eancia de DNA que controla a produ\u00e7\u00e3o da express\u00e3o g\u00eanica).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As fus\u00f5es de cromossomos n\u00e3o seriam esperadas para formar a complexidade de m\u00faltiplos \u00e9xons e <em>splicing<\/em> alternativo dos transcritos de genes. Por isso, o autor afirma que <strong>genes funcionais como\u00a0<em>DDX11L2<\/em>\u00a0n\u00e3o surgem pela fus\u00e3o m\u00edtica dos tel\u00f4meros<\/strong>. Essa evid\u00eancia gen\u00e9tica clara, de acordo com o autor, combinada com o fato de que o registro de uma regi\u00e3o gen\u00f4mica de 614 kb em torno do suposto local de fus\u00e3o apresenta falta de sintenia (correspond\u00eancia g\u00eanica) com chimpanz\u00e9 nos cromossomos 2A e 2B (suposta origem do local de fus\u00e3o). Em suma, <em>isso refuta completamente a alega\u00e7\u00e3o de que o cromossomo humano 2 \u00e9 o resultado de uma fus\u00e3o ancestral telom\u00e9rica ponta-a-ponta.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas n\u00e3o pense que a controv\u00e9rsia parou por a\u00ed. Desde 2013, ano em que o Dr. Tomkins publicou seu artigo, tem aparecido uma s\u00e9rie de tentativas de refuta\u00e7\u00e3o de sua pesquisa publicadas em v\u00e1rios blogs na internet. Para o Dr. Tomkins, embora nenhum desses esfor\u00e7os tenha refutado os fatos centrais que envolvem a nega\u00e7\u00e3o da fus\u00e3o, eles tentam minimizar ou questionar aspectos do cen\u00e1rio ou mold\u00e1-los para se ajustarem ao modelo evolucion\u00e1rio.[10] Por\u00e9m, de l\u00e1 pra c\u00e1, os dados que invalidam a hip\u00f3tese de fus\u00e3o do cromossomo 2 tornaram-se ainda mais convincentes com a adi\u00e7\u00e3o de mais informa\u00e7\u00f5es de bancos de dados (ENCODE e FANTOM) em rela\u00e7\u00e3o ao local de fus\u00e3o alegado.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n[1] Yunis JJ, Prakash O. The origin of man: a chromosomal pictorial legacy. Science. 1982; 215(4539):1525-1530. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/215\/4539\/1525\">http:\/\/science.sciencemag.org\/content\/215\/4539\/1525<\/a><\/p>\n[2] Ijdo JW, et al. Origin of human chromosome 2: an ancestral telomere-telomere fusion.<em>\u00a0<\/em>Proceedings of the National Academy of Sciences.\u00a01991; 88(20):9051-9055.<\/p>\n[3] Fan, Y. et al. Genomic Structure and Evolution of the Ancestral Chromosome Fusion Site in 2q13-2q14.1 and Paralogous Regions on Other Human Chromosomes.\u00a0Genome Research. 2002;12(11):1651-1662.<\/p>\n[4] Fan, Y. et al. Gene Content and Function of the Ancestral Chromosome Fusion Site in Human Chromosome 2q13-2q14.1 and Paralogous Regions.<em>\u00a0<\/em>Genome Research.\u00a02002;12(11):1663-1672.<\/p>\n[5] Luskin C. And the Miller Told His Tale: Ken Miller&#8217;s Cold (Chromosomal) Fusion. Evolution News and Views (10\/10\/2005). Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2005\/10\/and_the_miller_told_his_tale_ken_miller_001067.html\">http:\/\/www.evolutionnews.org\/2005\/10\/and_the_miller_told_his_tale_ken_miller_001067.html<\/a><\/p>\n[6] Varki A, Altheide TK. Comparing the human and chimpanzee genomes: Searching for needles in a haystack. Genome Res.\u00a02005.\u00a015:1746-1758.<\/p>\n[7] Rana F. Chromosome 2: The Best Evidence for Evolution? Reasons to Believe, (01\/06\/2010). Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.reasons.org\/articles\/chromosome-2-the-best-evidence-for-evolution\">http:\/\/www.reasons.org\/articles\/chromosome-2-the-best-evidence-for-evolution<\/a><\/p>\n[8] Tomkins JP. Alleged Human Chromosome 2 \u201cFusion Site\u201d Encodes an Active DNA Binding Domain Inside a Complex and Highly Expressed Gene\u2014Negating Fusion. Answers Research Journal 2013; 6: 367-375. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/assets.answersingenesis.org\/doc\/articles\/pdf-versions\/arj\/v6\/human-chromosome-fusion.pdf\">https:\/\/assets.answersingenesis.org\/doc\/articles\/pdf-versions\/arj\/v6\/human-chromosome-fusion.pdf<\/a><\/p>\n[9] Tomkins JP. <a href=\"https:\/\/www.icr.org\/article\/new-research-debunks-human-chromosome\/\">New Research Debunks Human Chromosome Fusion<\/a>.\u00a0<em>Acts &amp; Facts<\/em><em>.<\/em> 2013;42(12). Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.icr.org\/article\/new-research-debunks-human-chromosome\/\">http:\/\/www.icr.org\/article\/new-research-debunks-human-chromosome\/<\/a><\/p>\n[10] Tomkins FP. Debunking the Debunkers: A Response to Criticism and Obfuscation Regarding Refutation of the Human Chromosome 2 Fusion. Answers Research Journal\u00a0 2017; 10:45\u201354. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/assets.answersingenesis.org\/doc\/articles\/pdf-versions\/arj\/v10\/human_chromosome_2_fusion.pdf\">https:\/\/assets.answersingenesis.org\/doc\/articles\/pdf-versions\/arj\/v10\/human_chromosome_2_fusion.pdf<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Por Everton Alves A ideia de que todas as formas de vida em torno de n\u00f3s s\u00e3o descendentes de um ancestral comum n\u00e3o \u00e9 nova. <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2017\/02\/21\/o-misterio-dos-cromossomos-perdidos\/\" title=\"O Mist\u00e9rio dos Cromossomos \u201cPerdidos\u201d\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":5,"featured_media":2616,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[178,240,251,252,289,304,374,383,453,459,460,477,618,621,905],"class_list":["post-2615","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comentario","tag-ciencia","tag-criacao","tag-cromossomo","tag-cromossomo-2","tag-design-inteligente","tag-dna","tag-everton","tag-evolucao","tag-fusao","tag-genetica","tag-genoma","tag-hipotese","tag-mito","tag-modelo","tag-telomero"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v18.9 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O Mist\u00e9rio dos Cromossomos \u201cPerdidos\u201d &raquo; Portal TDI Brasil +<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Por Everton Alves A ideia de que todas as formas de vida em torno de n\u00f3s s\u00e3o descendentes de um ancestral comum n\u00e3o \u00e9 nova. 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