{"id":2084,"date":"2016-12-22T07:11:32","date_gmt":"2016-12-22T09:11:32","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=2084"},"modified":"2021-10-10T03:50:48","modified_gmt":"2021-10-10T06:50:48","slug":"as-arvores-informacionais-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/12\/22\/as-arvores-informacionais-da-vida\/","title":{"rendered":"As \u00c1rvores Informacionais da Vida"},"content":{"rendered":"<figure style=\"width: 548px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/thetree.jpg\" alt=\"\" width=\"548\" height=\"503\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>A <b>\u00e1rvore org\u00e2nica<\/b> \u00e9 a forma estrutural pela qual sistemas cibern\u00e9ticos s\u00e3o organizados.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ancestralidade comum nos parecia \u00f3bvia, afinal, qual seria outra explica\u00e7\u00e3o para a configura\u00e7\u00e3o do universo biol\u00f3gico? Pois bem, as coisas n\u00e3o s\u00e3o bem assim. Aqui voc\u00ea poder\u00e1 entender um pouco do refinado cerne conceitual dos pensadores de outrora que foi suplantado por uma aposta, e hoje encontra a rara chance de ser expresso.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um dos t\u00f3picos que considero mais importantes no estudo na natureza.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando Carolus Linnaeus (1707 &#8211; 1778) organizou a vida classificando-a conforme caracter\u00edsticas, a \u00e1rvore org\u00e2nica tomava forma sob pura descri\u00e7\u00e3o da natureza. Esse sistema de classifica\u00e7\u00e3o come\u00e7ava a simplificar o universo biol\u00f3gico tal como a teoria dos conjuntos simplificaria a matem\u00e1tica, e opera segundo o mesmo princ\u00edpio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Linnaeus, assim como muitos antes e depois dele, se baseava em um concep\u00e7\u00e3o essencialista, o que lhe rendeu uma forte capacidade conceitual e abstrata. Linnaeus se destacou em muitas coisas, mas s\u00e3o seus trabalhos de\u00a0classifica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que interessam mais.\u00a0O que levaria algu\u00e9m a classificar com tanta confian\u00e7a as esp\u00e9cies sem medo que sua empresa terminasse frustrada em algum problema insol\u00favel, um beco sem sa\u00edda classificat\u00f3rio?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Linnaeus acreditava no sucesso de suas experi\u00eancias passadas, na coer\u00eancia das propriedades na natureza, com a vantagem que seu\u00a0essencialismo possui um esquema conceitual que produz modelos que podem ser absorvidos por qualquer teoria. S\u00e3o sistemas org\u00e2nicos baseados nas caracter\u00edsticas das entidades.<\/p>\n<figure style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp\/grafo.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"159\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>A estrutura em \u00e1rvore \u00e9 trivial na computa\u00e7\u00e3o. Cada bifurca\u00e7\u00e3o \u00e9 um <strong>n\u00f3<\/strong>.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Concep\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando realizamos um\u00a0trabalho mais complexo, a tend\u00eancia \u00e9 que o conte\u00fado processado, e o que ainda ser\u00e1 processado, se misture indiscriminadamente. Ao tentar resolver esse problema a solu\u00e7\u00e3o se apresenta como classifica\u00e7\u00e3o e o resultado \u00e9 um sistema com\u00a0distribui\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica dos conte\u00fados (entidades), que passam a configurar uma \u00e1rvore com n\u00edveis de profundidade. Cada elemento em um n\u00edvel \u00e9 um <strong>n\u00f3<\/strong> que se relaciona com outros <strong>n\u00f3s<\/strong>. Uma analogia aplic\u00e1vel \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o\u00a0de pastas de um computador, cada pasta \u00e9 um <strong>n\u00f3<\/strong> e a mesma analogia pode ser absorvida pela\u00a0ancestralidade comum sendo\u00a0hoje reivindicada a ela com suposta exclusividade. Todas as constru\u00e7\u00f5es informacionais\u00a0obedecem a essa organiza\u00e7\u00e3o que se distribui na forma de \u00e1rvore, sem exclusividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quest\u00e3o central \u00e9 que essa solu\u00e7\u00e3o vai muito al\u00e9m de resolver problemas existentes, sua aplica\u00e7\u00e3o mais poderosa vem nas atividades criativas. Os projetos possuem \u00e1rvores de processos, \u00e1rvores de prioridades, \u00e1rvores de crit\u00e9rios e \u00e1rvores de entidades. Talvez a exemplifica\u00e7\u00e3o mais forte e revolucion\u00e1ria seja a orienta\u00e7\u00e3o a objetos na programa\u00e7\u00e3o, que se tornou paradigma dominante na cria\u00e7\u00e3o de softwares.<\/p>\n<figure style=\"width: 331px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp\/oo.PNG\" alt=\"\" width=\"331\" height=\"166\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>&#8220;Superclasse&#8221; abstrata, classes abstratas e classes concretas em Orienta\u00e7\u00e3o a Objetos<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que todas as formas convergem para um ponto central, uma <strong>origem \u00fanica<\/strong>. Entenda aqui que origem \u00fanica, como j\u00e1 comentei outras vezes, pode se referir no caso da vida \u00e0 ancestralidade comum, mas n\u00e3o necessariamente. A classifica\u00e7\u00e3o org\u00e2nica de Linnaeus configura uma \u00e1rvore com origem comum, a ancestralidade comum foi atribu\u00edda mais tarde como uma aposta, compromisso de continuidade (nunca cumprido).<\/p>\n<p>Representa\u00e7\u00e3o em \u00e1rvore da <a href=\"https:\/\/www.digibarn.com\/stories\/desktop-history\/compyear-bushytree1970m.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">hist\u00f3ria dos computadores (desenvolvimento a partir do ENIAC)<\/a><\/p>\n<p><strong>\u00c1rvore Prim\u00e1ria &amp; Acess\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um sistema de design normalmente possui \u00e1rvores sobrepostas, as prim\u00e1rias, com as caracter\u00edsticas globais, e outras acess\u00f3rias, que desempenham pap\u00e9is secund\u00e1rios. Essa liberdade torna a infer\u00eancia ao design muito forte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da vida a estrutura prim\u00e1ria \u00e9 a \u00e1rvore principal, a qual propicia ilus\u00e3o de ancestralidade comum; as estruturas secund\u00e1rias tamb\u00e9m configuram uma \u00e1rvore, mas falseiam a ancestralidade comum, s\u00e3o respons\u00e1veis pelos conflitos e anomalias nas an\u00e1lises filogen\u00e9ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos concluir portanto que o modelo de infer\u00eancia ao design \u00e9 livre, pode expressar os dados puramente, sem restri\u00e7\u00f5es e sem necessidade de postular m\u00faltiplas trajet\u00f3rias fantasmas.<\/p>\n<div class=\"su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-folder-2 su-spoiler-closed\" data-scroll-offset=\"0\" data-anchor-in-url=\"no\"><div class=\"su-spoiler-title\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><span class=\"su-spoiler-icon\"><\/span>Problema de falseabilidade<\/div><div class=\"su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea pode dizer: &#8220;mas J\u00fanior, assim fica imposs\u00edvel falsear sua hip\u00f3tese, porque esse modelo \u00e9 ainda mais el\u00e1stico que a ancestralidade comum&#8221;. Sim, eu diria que \u00e9 a nossa &#8220;sele\u00e7\u00e3o natural&#8221; em termos de falseabilidade: se encaixa em qualquer coisa.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O interessante \u00e9 que esse modelo se identifica com as solu\u00e7\u00f5es bem conhecidas para projetos complexos sendo, portanto, uma explica\u00e7\u00e3o positiva, revela o m\u00e9todo de desenvolvimento dos sistemas biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A coloca\u00e7\u00e3o &#8220;partes reutiliz\u00e1veis para diferentes projetos&#8221;, comumente usada pelos proponentes do Design Inteligente, \u00e9 uma forma simplista de apresentar\u00a0essa ideia que nunca foi expressa, apenas absorvida. \u00c9 uma forma err\u00f4nea e fr\u00e1gil de se expressar a origem comum do design.<\/p>\n<p><strong>A Trilha da Ancestralidade Comum<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ancestralidade comum \u00e9 baseada na semelhan\u00e7a global, a qual \u00e9 considerada como grau de parentesco. Ela corresponde a \u00e1rvore prim\u00e1ria do modelo de infer\u00eancia ao design e \u00e9 um crit\u00e9rio valioso e justo em poder explanat\u00f3rio e ponto de falseabilidade:<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">A Sistem\u00e1tica Molecular \u00e9 (em grande parte) baseada na suposi\u00e7\u00e3o, articulada pela primeira vez por Zuckerkandl e Pauling (1962) de maneira clara, de que o grau de <strong>semelhan\u00e7a global<\/strong> reflete o grau de parentesco. [1]<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente uma onda doutrin\u00e1ria compara a representa\u00e7\u00e3o linear da evolu\u00e7\u00e3o negativamente e exalta a representa\u00e7\u00e3o em \u00e1rvore (cladograma). A estrat\u00e9gia \u00e9 persuadir pela &#8220;novidade&#8221;, porque presumem a incapacidade do cidad\u00e3o comum entender o processo evolutivo. N\u00f3s sabemos que a representa\u00e7\u00e3o linear privilegia a perspectiva de uma linhagem (abordagem anag\u00eanica) em detrimento da representa\u00e7\u00e3o cladog\u00eanica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 trivial que se saiba que nas popula\u00e7\u00f5es eucariontes a linhagem possui claramente uma trajet\u00f3ria \u00fanica ao retrocedermos aos ancestrais comuns (ou <strong>n\u00f3s<\/strong>\u00a0caso n\u00e3o existam ancestrais comuns).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar das cr\u00edticas, a representa\u00e7\u00e3o linear n\u00e3o importa em\u00a0preju\u00edzo no tocante a representa\u00e7\u00e3o ou trajet\u00f3ria particular de uma esp\u00e9cie atrav\u00e9s de seus ancestrais comuns, porque essa orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 somente linear.\u00a0Isso faz com as informa\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas apresentadas em uma esp\u00e9cie reflitam uma trajet\u00f3ria \u00fanica, que pode ser investigada at\u00e9 sua origem.<\/p>\n<figure style=\"width: 353px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp\/eskshow.gif\" alt=\"\" width=\"353\" height=\"375\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>A caracter\u00edstica linear da trajet\u00f3ria evolutiva.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">A popula\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do tempo,\u00a0acumula as informa\u00e7\u00f5es da sua trajet\u00f3ria e alguma informa\u00e7\u00e3o por transfer\u00eancia horizontal (THG). Essa caracter\u00edstica oferece um forte ponto de falseabilidade \u00e0 hip\u00f3tese de ancestralidade comum em determinada abrang\u00eancia.\u00a0Conjuntos de informa\u00e7\u00f5es que constituam \u00e1rvores alternativas possivelmente s\u00e3o anomalias para a ideia de ancestralidade comum de certa abrang\u00eancia. Essa anomalia se revela mais grave conforme a profundidade dos n\u00f3s afetados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porque se ela for verdade, a linearidade (salvo nos casos de THG) n\u00e3o ser\u00e1 encontrada em todas as inst\u00e2ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>arqu\u00e9tipos<\/strong> usados como refer\u00eancia pelos essencialistas podem ser considerados &#8220;inexistentes&#8221;, isso se eles realmente n\u00e3o forem reflexo de um projeto. Em casos onde h\u00e1 ancestralidade comum a ideia de arqu\u00e9tipo equivale exatamente \u00e0 esp\u00e9cie que deu origem \u00e1s popula\u00e7\u00f5es que s\u00e3o observadas em um dado momento.<\/p>\n<div class=\"su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-folder-2 su-spoiler-closed\" data-scroll-offset=\"0\" data-anchor-in-url=\"no\"><div class=\"su-spoiler-title\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><span class=\"su-spoiler-icon\"><\/span>O que \u00e9 arqu\u00e9tipo?<\/div><div class=\"su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o primeiro modelo ou imagem de alguma coisa. Como um prot\u00f3tipo. Se houver ancestral comum, ele \u00e9 o arqu\u00e9tipo padr\u00e3o. O arqu\u00e9tipo tamb\u00e9m pode ser a concep\u00e7\u00e3o do projeto, como um prot\u00f3tipo.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<p><strong>Exce\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os casos superficiais onde conjuntos de genes divergem da semelhan\u00e7a global podem ser evolutivamente justificados pela din\u00e2mica de varia\u00e7\u00e3o entre os descendentes comuns. Um determinado conjunto de genes pode permanecer conservado e se modificar ap\u00f3s um segundo n\u00f3 dando um resultado peculiar, mas n\u00e3o elimina necessariamente a ancestralidade comum.<\/p>\n<figure style=\"width: 235px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp\/trajetorias.png\" alt=\"\" width=\"235\" height=\"220\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>O gr\u00e1fico se orienta estruturalmente pela semelhan\u00e7a global, as cores representam varia\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica em determinada caracter\u00edstica. No cen\u00e1rio (1) <strong>A<\/strong> e <strong>C<\/strong> apresentam maior semelhan\u00e7a por conserva\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, divergindo da semelhan\u00e7a global. No cen\u00e1rio (2) o mesmo ocorre com <strong>A<\/strong> e <strong>D<\/strong>.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, quando a profundidade na trajet\u00f3ria evolutiva cresce, a melhor infer\u00eancia \u00e9 que a hip\u00f3tese de ancestralidade comum para o caso foi derrubada nesse ponto de falseabilidade. A profundidade no tempo, isso \u00e9, o n\u00famero de n\u00f3s ou ancestrais comuns de dist\u00e2ncia que configurar\u00e1 a anomalia pela implausibilidade dos eventos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tentativa de justificar a anomalia com transfer\u00eancia horizontal de genes (THG) encontra sucesso para casos espec\u00edficos, em todos os outros se torna um <em>ad hoc<\/em> para salvar a hip\u00f3tese.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um caso concreto<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escrevendo esse texto encontrei por acidente uma &#8220;refuta\u00e7\u00e3o&#8221; ao En\u00e9zio E Almeida Filho. En\u00e9zio havia comentado [2] um artigo [\u03c6] citando partes que revelavam anomalias na hip\u00f3tese de ancestralidade comum. \u00a0O artigo tratava da an\u00e1lise da \u00e1rvore da vida pela trajet\u00f3ria dos microRNA&#8217;s, e o resultado entrava em choque com a \u00e1rvore baseada nas semelhan\u00e7as globais. Na &#8220;refuta\u00e7\u00e3o&#8221; ao En\u00e9zio o autor diz [3]:<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">\"... o agrupamento filogen\u00e9tico que ele tem visto com estes dados sugerem <strong>uma hist\u00f3ria diferente<\/strong> para os mam\u00edferos. At\u00e9 a\u00ed, n\u00e3o h\u00e1 absolutamente problema nenhum! Ele n\u00e3o detona Darwin ou joga a evolu\u00e7\u00e3o na lata de lixo! <strong>Apenas mostra uma hist\u00f3ria diferente<\/strong>, mas de qualquer forma, baseada nos mesmos princ\u00edpios que todos os demais estudos s\u00e3o realizados!\" <strong>Rubens Pazza<\/strong><\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pazza dissimula porque as duas \u00e1rvores passam a coexistir configurando anomalia para a ideia de ancestralidade comum. &#8220;Mas ambas s\u00e3o ancestralidade comum!&#8221;, bom, as duas &#8220;ancestralidades comuns&#8221; n\u00e3o podem ser verdadeiras ao mesmo tempo segundo a linearidade da trajet\u00f3ria evolutiva da\u00a0ancestralidade comum (Eukaryota). Na verdade, as caracter\u00edsticas informacionais relevantes n\u00e3o poderiam configurar mais de uma trajet\u00f3ria. Ele tenta esconder uma anomalia apenas afirmando que as &#8220;hist\u00f3rias diferentes&#8221; n\u00e3o acarretam em qualquer preju\u00edzo. Apenas afirma sem justificar.\u00a0O car\u00e1ter radical das anomalias elimina a possibilidade de transfer\u00eancias horizontais de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um dos pontos de falseabilidade da ancestralidade comum, por isso a nega\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica. A imagem das \u00e1rvores distintas pode ser vista <a href=\"https:\/\/darwin.bio.br\/dnacetico\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/duellingtrees-300x265.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a> e abaixo o gr\u00e1fico da sobreposi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<figure style=\"width: 545px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp\/treeesk.gif\" alt=\"\" width=\"545\" height=\"408\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>O resultado da sobreposi\u00e7\u00e3o: a trajet\u00f3ria \u00e9 praticamente inversa. Vermelha:<br \/>\n trajet\u00f3ria global. Amarela: trajet\u00f3ria dos micro-RNAs<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O modelo baseado em design possui uma profundidade conceitual maior que o de ancestralidade comum, por isso eu nunca sei quando as obje\u00e7\u00f5es procedem de incapacidade cognitiva ou apelo \u00e0 ignor\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bom, ent\u00e3o as trajet\u00f3rias fantasmas de f\u00f3sseis tamb\u00e9m s\u00e3o equivocadas\u00a0mesmo como possibilidade? Sim, na atual configura\u00e7\u00e3o elas\u00a0n\u00e3o podem sequer existir: n\u00e3o existem contradi\u00e7\u00f5es na realidade, apenas no discurso. Ent\u00e3o, quando se \u00e9 sincero se tem a seguinte confiss\u00e3o:<br \/>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-3\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<figure style=\"width: 211px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp\/scroll-lock.png\" alt=\"\" width=\"211\" height=\"231\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><center>Representa\u00e7\u00e3o do discurso de Gould: o m\u00e1ximo que se pode apresentar.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-2-3\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: justify; font-size: 12px;\">\u201cA extrema raridade das formas transicionais no registro f\u00f3ssil persiste como o neg\u00f3cio secreto da paleontologia. As \u00e1rvores evolucion\u00e1rias que adornam nossos livros texto t\u00eam dados somente nas pontas e n\u00f3s de seus galhos\u2026 em qualquer outra \u00e1rea, uma esp\u00e9cie n\u00e3o surge gradualmente pelas transforma\u00e7\u00f5es graduais de seus ancestrais; <strong>ela aparece de uma vez e plenamente formada<\/strong>.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; font-size: 12px;\">\u201c&#8230; a aus\u00eancia de evid\u00eancia f\u00f3ssil para os est\u00e1gios intermedi\u00e1rios entre as principais transi\u00e7\u00f5es em <strong>design org\u00e2nico<\/strong>, na verdade, a nossa incapacidade, <strong>at\u00e9 mesmo em nossa imagina\u00e7\u00e3o<\/strong>, de construir intermedi\u00e1rios funcionais em muitos casos, tem sido um problema persistente e inc\u00f4modo para as explica\u00e7\u00f5es gradualistas de evolu\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; font-size: 12px;\">Stephen Jay Gould [4][5] reconhecendo o problema perene das ing\u00eanuas apostas do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre a Unidade do Universo\u00a0Biol\u00f3gico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os cr\u00edticos do design presumem que uma origem que n\u00e3o seja por ancestralidade universal comum tenha que necessariamente ser de variedades ex\u00f3ticas ao todo, exc\u00eantricas; a posi\u00e7\u00e3o do homem ainda mais, essa deve ser mais exc\u00eantrica, estar em choque com o Universo. O homem deve ser estranho a tudo, n\u00e3o deve participar da mesma natureza, nem possuir\u00a0as mesmas assinaturas dos outros seres para que seja design. \u00a0Reduzindo a exclusividade do nosso intelecto e a capacidade\u00a0de\u00a0entender isso em\u00a0algo banal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabemos que boa parte dos\u00a0ativistas\u00a0sabe de tudo isso, que eles sustentam as teorias por exerc\u00edcio de cren\u00e7a. Cabe a voc\u00ea ter o brio de rejeitar a imposi\u00e7\u00e3o de algo errado propagado em ass\u00e9dio consciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leituras recomendadas:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/26\/problema-6-biologia-molecular-falhou-fornecer-arvore-vida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Biologia Molecular Falhou em Fornecer uma \u201c\u00c1rvore da Vida\u201d<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/27\/problema-7-evolucao-convergente-desafia-darwinismo-destroi-logica-da-ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Evolu\u00e7\u00e3o Convergente Desafia o Darwinismo e Destr\u00f3i a L\u00f3gica por Tr\u00e1s da Ancestralidade Comum<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/25\/problema-5-aparecimento-abrupto-especies-registro-fossil-nao-condiz-evolucao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Aparecimento Abrupto de Esp\u00e9cies no Registro F\u00f3ssil N\u00e3o Condiz com a Evolu\u00e7\u00e3o Darwiniana<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/01\/02\/ancestralidade-comum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ancestralidade Comum<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/05\/13\/explosao-cambriana-um-fato-ser-negado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Explos\u00e3o Cambriana: Um Fato a Ser Negado<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n[\u03c6] <strong>Tarver, J. E., Donoghue, P. C. J. and Peterson, K. J<\/strong>. (2012), Do miRNAs have a deep evolutionary history?. Bioessays, 34: 857\u2013866.<br \/>\ndoi:10.1002\/bies.201200055<\/p>\n[1] <strong>Jeffrey H. Schwartz, Bruno Maresca<\/strong>, \u201cDo Molecular Clocks Run at All? A Critique of Molecular Systematics\u201d, Biological Theory, 1(4):357-371, (2006).<\/p>\n[2] <strong>En\u00e9zio Eug\u00eanio Almeida Filho<\/strong>.\u00a0<a href=\"https:\/\/pos-darwinista.blogspot.com.br\/2013\/11\/a-desonestidade-academica-dos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A desonestidade acad\u00eamica dos cientistas evolucionistas sobre o status heur\u00edstico da teoria da evolu\u00e7\u00e3o no contexto de justifica\u00e7\u00e3o te\u00f3rica<\/a>. Nov\/2013<\/p>\n[3] <strong>Rubens Pazza<\/strong>. <a href=\"https:\/\/darwin.bio.br\/dnacetico\/?p=475\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Criacionistas e o m\u00e9todo do papagaio<\/a>. Nov\/2013.<\/p>\n[4] <strong>W. W. Norton<\/strong>. The Richness of Life: The Essential Stephen Jay Gould, 2006.<\/p>\n[5] <strong>Stephen Jay Gould<\/strong>. \u201cIs a new and general theory of evolution emerging?\u201d, Paleobiology, Vol. 6 (1):119-130, 1980.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>A ancestralidade comum nos parecia \u00f3bvia, afinal, qual seria outra explica\u00e7\u00e3o para a configura\u00e7\u00e3o do universo biol\u00f3gico? 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