{"id":1922,"date":"2016-11-30T11:20:53","date_gmt":"2016-11-30T13:20:53","guid":{"rendered":"http:\/\/tdibrasil.org\/?p=1922"},"modified":"2021-10-10T03:50:38","modified_gmt":"2021-10-10T06:50:38","slug":"milagres-na-teoria-da-evolucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tdibrasil.org\/index.php\/2016\/11\/30\/milagres-na-teoria-da-evolucao\/","title":{"rendered":"Milagres na Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_7446\" aria-describedby=\"caption-attachment-7446\" style=\"width: 660px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tdibrasil.org\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/trilobehe.jpg\" alt=\"\" width=\"660\" height=\"410\" class=\"size-full wp-image-7446\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7446\" class=\"wp-caption-text\"><center>Como \u00e9 comum na literatura evolucion\u00e1ria, [eles] n\u00e3o perguntam se as partes duras evolu\u00edram, mas somente como elas evolu\u00edram. De acordo com as &#8220;regras da ci\u00eancia&#8221;, questionar o naturalismo \u00e9 proibido.<\/center><\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por <strong><a href=\"https:\/\/pos-darwinista.blogspot.com.br\/2016\/07\/milagres-na-teoria-da-evolucao.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">En\u00e9zio Eug\u00eanio de Almeida Filho<\/a><\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Charles Darwin deu \u00e0 ci\u00eancia um grande passo adiante no progresso intelectual, muitos sup\u00f5em. Ele substituiu o que considerou &#8220;milagres&#8221; de design por processos naturais. Seu objetivo pareceu nobre para muitos: unificar os organismos diferentes da Terra em uma imagem unificada de descend\u00eancia com modifica\u00e7\u00e3o, unidos por uma lei da natureza que ele chamou de sele\u00e7\u00e3o natural. A ci\u00eancia foi, assim, liberta de milagres.\u00a0Assim ele pensou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A lei da natureza de Darwin, contudo, resultou em pouco mais do que conting\u00eancia hist\u00f3rica. Na sua opini\u00e3o, as varia\u00e7\u00f5es surgiam aleatoriamente &#8211; sem dire\u00e7\u00e3o ou prop\u00f3sito &#8211; na base da vida que hoje os evolucionistas localizam nos genes. A partir do ponto de vista &#8220;bottom up&#8221; [de baixo para cima], para evitar parecer milagrosas, as varia\u00e7\u00f5es teriam de ser pequenas e graduais, pouco fazendo diferen\u00e7a ao organismo, exceto por algum leve incremento em uma qualidade nebulosa que ele chamou de &#8220;aptid\u00e3o&#8221;. A partir do ponto de vista &#8220;top down&#8221; [de cima para baixo] todavia (a \u00e1rvore da vida), muitos organismos diferentes precisavam ser unidos por linhas de descend\u00eancia comum com enormes lacunas entre si. Reunir os quadros bottom-up e top-down n\u00e3o tem sido f\u00e1cil. Dois artigos recentes mostram como os evolucionistas modernos fazem isso empregando milagres &#8211;\u00a0esticando a credibilidade al\u00e9m do ponto de ruptura para trazer as duas imagens juntas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">In <a href=\"https:\/\/www.cell.com\/current-biology\/abstract\/S0960-9822(16)30562-0\">Current Biology<\/a>, Thibaut Brunet e Detlev Arendt parecem animados com a possibilidade de solucionar &#8220;o problema dif\u00edcil da origem da cartilagem&#8221;. O t\u00edtulo deles, uma brincadeira com &#8220;o problema dif\u00edcil da consci\u00eancia&#8221; descrito por <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2012\/08\/david_chalmers_063591.html\">David Chalmers<\/a>, refere-se aqui \u00e0 origem das partes duras nos corpos dos animais. Podem todos os planos corporais dos animais serem unidos por um ancestral comum?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Os esqueletos s\u00e3o mal interpretados. Devido \u00e0 sua resist\u00eancia a deteriora\u00e7\u00e3o, os ossos se tornaram s\u00edmbolos de morte; no entanto, eles s\u00e3o tecidos intensamente vivos, submetidos a remodela\u00e7\u00e3o ativa por toda a vida. Para o bi\u00f3logo evolucionista, as partes duras dos animais s\u00e3o duas faces semelhantes: sua resist\u00eancia os torna os primeiros candidatos para fossiliza\u00e7\u00e3o e fornecem aos paleont\u00f3logos uma riqueza de informa\u00e7\u00e3o sobre os esqueletos de animais extintos. Do ponto de vista do paleont\u00f3logo, a evolu\u00e7\u00e3o animal \u00e9 assim, principalmente, a evolu\u00e7\u00e3o das partes duras (mais o que pode ser deduzido delas). Mas, pela mesma raz\u00e3o, a origem dos primeiros esqueletos de animais, as estruturas ancestrais que deram origem aos animais de corpos moles, permanece misteriosa; a preserva\u00e7\u00e3o de tecidos moles \u00e9 muito rara para fornecer uma solu\u00e7\u00e3o cristalina. Por mais de um s\u00e9culo, os morfologistas t\u00eam debatido, com pequena valiosa evid\u00eancia, as quest\u00f5es dif\u00edceis das origens dos esqueletos: Quando evolu\u00edram pela primeira vez os esqueletos dos animais? Eles surgiram uma vez ou persas vezes independentemente? Quais tecidos moles ancestrais se tornaram r\u00edgidas, e por quais mecanismos moleculares? Uma pesquisa recente por Tarazona e coautores, comparando a forma\u00e7\u00e3o de esqueletos entre invertebrados e vertebrados em n\u00edvel molecular, lan\u00e7a nova luz sobre essas quest\u00f5es.&#8221; [\u00canfase adicionada].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como \u00e9 comum na literatura evolucion\u00e1ria, Brunet e Arendt <strong><span style=\"color: #000000;\">n\u00e3o perguntam <i>se <\/i>as partes duras evolu\u00edram, mas somente <i>como<\/i><\/span><\/strong> elas evolu\u00edram. De acordo com as &#8220;regras da ci\u00eancia&#8221;, questionar o naturalismo \u00e9 proibido. Contudo, ao limitar a caixa de ferramentas explanat\u00f3rias de algu\u00e9m a processos naturais n\u00e3o guiados, as dificuldades surgem. N\u00e3o h\u00e1 nada como um apelo a milagres para se livrar de uma dificuldade. Como aconselhou Finagle, &#8220;N\u00e3o creia em milagres. Apoie-se neles&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os autores reconhecem que &#8220;tentativas hist\u00f3ricas de se comparar esqueletos de vertebrados e invertebrados n\u00e3o se deram muito bem&#8221;. \u00c9 por isso que a solu\u00e7\u00e3o de Tarazona os agrada. Aquele artigo encontrou semelhan\u00e7as na forma\u00e7\u00e3o de cartilagem entre uma lula e um caranguejo ferradura &#8211; criaturas muito distantes na \u00e1rvore ancestral de Darwin, pertencendo a filos diferentes. No pensamento deles, portanto, o ancestral comum desses animais deve ter tido a capacidade de produzir cartilagem. Brunet e Arendt ilustraram magistralmente os poss\u00edveis elos evolucion\u00e1rios entre aqueles animais e os anel\u00eddeos (minhocas), braqui\u00f3podes, artr\u00f3podes e vertebrados. destacando as semelhan\u00e7as entre a organiza\u00e7\u00e3o geral dos locais de express\u00e3o de col\u00e1geno e os genes de desenvolvimento que regulam a express\u00e3o do col\u00e1geno. Como um truque m\u00e1gico, parece simples at\u00e9 voc\u00ea examinar os detalhes. Considere:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\">Eles n\u00e3o deram nenhuma explica\u00e7\u00e3o para o surgimento de 3 conjuntos de genes que codificam col\u00e1geno. &#8220;O mesent\u00e9rio ventral ancestral soxD+ soxE+ colA+ \u00e9\u00a0<b>assumido como tendo dado origem<\/b>\u00a0tanto ao escler\u00f3tomo dos cordados e o endosternito dos quelicerados&#8221;, eles dizem, &#8216;assumindo que seis genes de fator de transcri\u00e7\u00e3o e o gene de colagenase conspiraram para criar as primeiras partes duras. Ou os genes foram cooptados de alguma outra fun\u00e7\u00e3o, ou surgiram por si mesmos. Isso \u00e9 m\u00e1gica? Sorte? O que mais na evolu\u00e7\u00e3o naturalista poderia &#8220;dar origem&#8221; ao improv\u00e1vel?<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">O col\u00e1geno \u00e9 uma prote\u00edna complexa que usa todos os 20 amino\u00e1cidos, menos o triptofano. A Wikipedia relaciona 7 etapas na sua manufatura dentro das c\u00e9lulas, inclusive a forma\u00e7\u00e3o de precursores (como o &#8220;pr\u00e9-pr\u00f3-p\u00e9ptido de pro-col\u00e1geno&#8221;) seguido de modifica\u00e7\u00f5es p\u00f3s-traducionais\u00a0extensivas.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">A\u00a0forma\u00e7\u00e3o de cartilagem envolve etapas adicionais complexas, incluindo um equil\u00edbrio entre as prote\u00ednas sinalizadoras Hedgehog e Wnt. Voc\u00ea n\u00e3o pode apenas assumir que a inova\u00e7\u00e3o do col\u00e1geno ir\u00e1 resultar automaticamente em cartilagem ou osso. Quanto ao osso, c\u00e9lulas especializadas (osteoblastos e osteoclastos) constroem e dissolvem o osso em um equil\u00edbrio delicado de processos.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Partes duras n\u00e3o surgem aleatoriamente em c\u00e9lulas ou planos corporais de animais, mas s\u00e3o dispostas especificamente para fun\u00e7\u00e3o. Olhe a armadura elaborada dos cnet\u00f3fors cambrianos (<a href=\"https:\/\/advances.sciencemag.org\/content\/1\/6\/e1500092.full\">Science Advances<\/a>), tido por alguns evolucionistas como sendo um dos <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2015\/07\/earliest_comb_j098091.html\">filos de animais mais antigo<\/a>. N\u00e3o \u00e9 suficiente criar blocos construtores de col\u00e1geno. Os materiais t\u00eam de ser entregues nos locais espec\u00edficos durante o desenvolvimento.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Uma inova\u00e7\u00e3o\u00a0&#8220;milagrosa&#8221; como o col\u00e1geno seria surpreendente, mas isso n\u00e3o \u00e9 suficiente. O col\u00e1geno faz uma &#8220;apari\u00e7\u00e3o esparramada&#8221; na \u00e1rvore da vida. Os autores invocam at\u00e9 mais milagres para explicar isso: &#8220;Se assim, isso exemplificaria <b>um tipo de evolu\u00e7\u00e3o independente frequentemente negligenciado<\/b>\u00a0chamado de <b>&#8216;evolu\u00e7\u00e3o parala&#8217;<\/b>, no qual a mesma estrutura ancestral experimenta\u00a0<b>uma sequ\u00eancia similar de modifica\u00e7\u00f5es em linhas separadas de descend\u00eancia<\/b>.&#8221; Dar um nome a uma maravilha improv\u00e1vel um nome tipo &#8220;evolu\u00e7\u00e3o paralela&#8221; n\u00e3o a faz menos &#8220;milagrosa&#8221;.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Partes duras aparecem subitamente no registro f\u00f3ssil. Balance a varinha m\u00e1gica para mais milagres! &#8220;Tamb\u00e9m, o registro f\u00f3ssil sugere que a\u00a0<b>maioria dos filos evoluiu esqueletos de modo r\u00e1pido e paralelo\u00a0<\/b>durante a <b>Explos\u00e3o Cambriana<\/b>, impulsionado por uma<b>corrida armamentista <\/b>entre os primeiros predadores complexos e suas presas.&#8221; Nossos leitores j\u00e1 ouviram o bastante sobre todas as explica\u00e7\u00f5es fracassadas para a Explos\u00e3o Cambriana, de modo que n\u00e3o iremos detalhar este ponto. Basta dizer que que os detalhes n\u00e3o fazem crer em &#8220;inova\u00e7\u00f5es evolucion\u00e1rias&#8221; como os darwinistas s\u00e3o pr\u00f3digos em chamar parecer coisa &#8220;natural.&#8221;<\/li>\n<\/ol>\n<p>Boa sorte, LUCA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um apelo a milagres ainda muito maior \u00e9 encontrado nas est\u00f3rias evolucion\u00e1rias sobre a origem da vida, porque at\u00e9 que uma autorreplica\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel comece, n\u00e3o pode haver sele\u00e7\u00e3o natural. Consequentemente, os evolucionistas n\u00e3o podem se valer de seu favorito dispositivo de resgate e s\u00f3 podem apelar para leis da qu\u00edmica e do acaso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O &#8220;\u00faltimo ancestral comum universal&#8221; [last universal common ancestor&#8221;] (LUCA) &#8220;\u00e9 o que os cientistas chamam de precursor de todas as coisas vivas&#8221;, observa a <a href=\"https:\/\/www.livescience.com\/55545-ancestor-of-all-life-had-steamy-beginning.html\">Live Science<\/a>. LUCA deve marcar o ponto, portanto, no qual a sele\u00e7\u00e3 natural come\u00e7a, porque se a sele\u00e7\u00e3o natural tivesse agido em qualquer coisa antes (tais como os replicadores especulativos do &#8220;Mundo RNA&#8221;), ela n\u00e3o teria nada a ver com a vida que n\u00f3s hoje observamos. Qualquer coisa antes, n\u00e3o deixou nenhum registro; isso est\u00e1 fora da ci\u00eancia emp\u00edrica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por mais que os evolucionistas quisessem simplificar o LUCA, chega um ponto no qual o organismo n\u00e3o teria sido capaz de desempenhar as fun\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias de metabolismo, mobilidade, e reprodu\u00e7\u00e3o para ser chamado de vivo. LUCA teria de ser uma &#8220;c\u00e9lula&#8221; de algum tipo, com um c\u00f3digo gen\u00e9tico e m\u00e1quinas de prote\u00ednas envoltas em uma membrana para mant\u00ea-los juntos. Como <a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2016\/03\/an_engineered_m102720.html\">aprendemos em mar\u00e7o<\/a>, a equipe de Craig Venter n\u00e3o conseguiu sua c\u00e9lula sint\u00e9tica mais simples do que 463 genes. A nova pesquisa diz:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Muito sobre o LUCA permanece incerto; embora pesquisa anterior sugeriu que ele era pouco mais do que uma sopa qu\u00edmica a partir da qual a evolu\u00e7\u00e3o construiu gradualmente formas mais complexas, pesquisa recente sugeriu que <b>ele pode ter sido um organismo sofisticado com uma estrutura complexa<\/b>.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qu\u00e3o sofisticado? Ao comparar milh\u00f5es de genes procari\u00f3ticos, os pesquisadores na Universidade Heinrich Heine, em D\u00fcsseldorf, Alemanha, calcularam os requisitos para o LUCA:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Os genes que os cientistas examinaram eram blueprints para a produ\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas. (Alguns genes n\u00e3o s\u00e3o considerados como produtores diretos de prote\u00ednas.) Dos <b>286.514 grupos de prote\u00ednas<\/b> que os pesquisadores consideraram, apenas <b>355 corresponderam aos crit\u00e9rios rigorosos<\/b>\u00a0que os pesquisadores estabeleceram como potencialmente pertencendo ao LUCA. Pesquisa anterior tinha revelado as fun\u00e7\u00f5es de muitos desses genes, assim eles agora lan\u00e7aram luz sobre o habitat e estilo de vida de LUCA&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo deles, publicado no <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nmicrobiol2016116\">Nature Microbiology<\/a>, imagina que este &#8220;precursor de todas as coisas vivas&#8221; tenha sido capaz de metabolizar hidrog\u00eanio, fixar nitrog\u00eanio, usar metais de transi\u00e7\u00e3o e coenzimas, e muito mais. Ele tinha gen\u00f4mica e epigen\u00f4mica: &#8220;Seu <b>c\u00f3digo gen\u00e9tico<\/b>\u00a0exigia modifica\u00e7\u00f5es do nucleos\u00eddeo e metila\u00e7\u00f5es dependentes de S-adenosilmetionina&#8221; Nenhuma delas s\u00e3o simples! Al\u00e9m disso, os pesquisadores creem que o LUCA era um term\u00f3filo que vivia em condi\u00e7\u00f5es hostis de fontes termais e fontes hidrotermais. Os term\u00f3filos que n\u00f3s vemos atualmente t\u00eam mecanismos sofisticados para consertar e preservar seu DNA e prote\u00ednas da destrui\u00e7\u00e3o pelo calor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O LUCA surgiu por acaso? Jeff Errington, bi\u00f3logo celular na Universidade Newcastle, nem sequer fez a pergunta. No\u00a0<a href=\"https:\/\/theconversation.com\/study-tracing-ancestor-microorganisms-suggests-life-started-in-a-hydrothermal-environment-62924\">The Conversation<\/a>, ele especula sobre o tipo de organismo que foi o LUCA, assumindo que ele se originou nas altas temperaturas de fontes termais, tinha enzimas e um c\u00f3digo gen\u00e9tico, metabolizou hidrog\u00eanio, e era bem equipado para sobreviv\u00eancia. No entanto, ele sabe que o LUCA tinha requisitos m\u00ednimos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Infelizmente, sem uma m\u00e1quina do tempo, <b>n\u00e3o h\u00e1 como se verificar diretamente<\/b> esses resultados. Mesmo assim, esta informa\u00e7\u00e3o ir\u00e1 agora ser de grande interesse, inclusive aqueles cientistas querendo usar a informa\u00e7\u00e3o para informar seus experimentos bottom-up [de baixo para cima] em recriar as formas modernas de vida primitiva. Mas isso n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil, considerando-se os requisitos para alta temperatura, nitrog\u00eanio, di\u00f3xido de carbono e g\u00e1s de hidrog\u00eanio, explosivo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No livro <a href=\"https:\/\/www.signatureinthecell.com\/\">Signature in the Cell<\/a>, apoiando-se na pesquisa de Douglas Axe sobre a fun\u00e7\u00e3o da prote\u00edna, Stephen Meyer calculou a probabilidade de uma prote\u00edna relativamente pequena de 150 amino\u00e1cidos de comprimento como sendo uma chance em 10 elevada \u00e0 pot\u00eancia de 164 (10-164, p. 210-212). Em outras palavras, esperando o surgimento de apenas uma prote\u00edna por acaso excede o\u00a0limite probabil\u00edstico universal\u00a0calculado por William Dembski (10-150) por 14 ordens de magnitude &#8211; uma improbabilidade de 100 bilh\u00f5es! A palavra &#8220;milagre&#8221; nem chega perto da cren\u00e7a de tal evento. Mesmo assim, esses evolucionistas querem que n\u00f3s creiamos que algo assim como 355 e 463 genes ou produtos prote\u00ednicos, todos funcionando coordenadamente, surgiu por acaso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 \u00e9 hora de parar a caricatura do Design Inteligente pelos evolucionistas que o primeiro acredita em milagres e o \u00faltimo n\u00e3o acredita. Faz melhor sentido pensar que as &#8220;inova\u00e7\u00f5es&#8221; que n\u00f3s observamos foram planejadas por um prop\u00f3sito por uma causa inteligente necess\u00e1ria e suficiente para explic\u00e1-las, em vez de confiar em sorte mais do que afortunada. Organizar as partes para fun\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9, de modo algum, um &#8220;milagre&#8221;. N\u00f3s fazemos isso o tempo todo contra a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.evolutionnews.org\/2016\/06\/why_should_evol102919.html\">ordem natural das coisas<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagem: Trilobitas, de Heinrich Harder (1858-1935) (The Wonderful Paleo Art of Heinrich Harder) [Dom\u00ednio p\u00fablico], <a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File%3ATrilobite_Heinrich_Harder.jpg\">via Wikimedia Commons<\/a>.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/twitter.com\/d_klinghoffer\">I&#8217;m on Twitter. Follow me @d_klinghoffer<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Questionar o naturalismo \u00e9 proibido. N\u00e3o h\u00e1 nada como um apelo a milagres para se livrar de uma dificuldade. Como aconselhou Finagle, \u201cN\u00e3o creia em milagres. 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