A Divisão de Faunas Fósseis nas Camadas Geológicas como Testemunho contra A Evolução Histórica –  Por Sodré GB Neto

DOI: 10.13140 / RG.2.2.16994.76482
Sodré GB Neto
https://www.researchgate.net/publication/343384538_The_Lack_of_Accumulation_of_Surviving_Faunas_in_the_Upper_Layers_httpstdibrasilorgindexphp20200801uma-revolucao-destroi-por-completo-a-teoria-da-evolucao-a-falta-de-acumulo-de-faunas-sobreviventes-nas

Introdução

A descontinuidade de camadas e a própria divisão de faunas fósseis nas camadas geológicas testemunham contra a teoria da evolução em sua parte histórica e favorecem uma visão catastrófica na formação das mesmas, uma vez que espelham segregação catastrófica.

Neste exemplo de famílias bivalves, olhando-o da perspectiva de uma interpretação (neste caso, catastrofista do modelo bíblico de criação da terra jovem), podemos ver uma única catástrofe atingindo gradualmente o pico de enterros repentinos (Permiano)? enterros repentinos que acertaram a maioria dos fósseis? 99%?

Após o pico dos enterros (Permiano), vemos o enterro e a extinção de famílias bivalves diminuindo? Enquanto aumenta a sobrevivência?

Então, nessa perspectiva, haveria um acúmulo de amostragem de famílias fósseis, exceto aquelas que foram extintas nas camadas inferiores?

Essa graduação de extinções atingindo um pico e, em seguida, o número de famílias extintas caindo, não revelaria uma inundação global formando quase todas as camadas sedimentares, com maior energia, até atingir um pico e depois gradualmente descendo até o fim?

In this example of bivalve families, looking at it from the perspective of an interpretation (in this case, catastrophist of the biblical young earth creation model), can we see a single catastrophe gradually reaching the peak of sudden burials (Permian)? sudden burials that made most of the fossils right? 99%?

After the peak of burials (Permian) do we see the burial and extinction of bivalve families decreasing? While increasing survival?

So, in this perspective, would there be an accumulation of sampling of fossil families, except those that were extinct in the lower layers?

This graduation of extinctions reaching a peak, and then the number of extinct families dropping, would not reveal a global flood forming almost all the sedimentary layers, with greater energy, until reaching a peak, and then gradually descending to the end?

Neste exemplo de famílias bivalves, olhando-o da perspectiva de uma interpretação (neste caso, catastrofista do modelo bíblico de criação da terra jovem), podemos ver uma única catástrofe atingindo gradualmente o pico de enterros repentinos (Permiano)? enterros repentinos que acertaram a maioria dos fósseis? 99%?

Após o pico dos enterros (Permiano), vemos o enterro e a extinção de famílias bivalves diminuindo? Enquanto aumenta a sobrevivência?

Então, nessa perspectiva, haveria um acúmulo de amostragem de famílias fósseis, exceto aquelas que foram extintas nas camadas inferiores?

Essa graduação de extinções atingindo um pico e, em seguida, o número de famílias extintas caindo, não revelaria uma inundação global formando quase todas as camadas sedimentares, com maior energia, até atingir um pico e depois gradualmente descendo até o fim?

 

Resumo: Se cada camada geológica representa um período e não uma das grandes estratificações gerada por forças e condições presentes, porque sumiços e falta de diversos acúmulos esperados das anteriores (muitas que vivem até hoje representadas em 4229 gêneros de fósseis vivos?  Este artigo inaugura definitivamente o fim da teoria histórica da evolução quando aponta em geral uma   falta de acúmulo de faunas sobreviventes nas representações de camadas superiores e se observar no registro fóssil muito   mais uma relativa sucessão faunística e muito menos um acúmulo faunístico esperado, pois famílias sobreviventes e com boa representatividade descendente hoje, precisariam estar tambem bem representadas nas camadas superiores ao primeiro achado. Existe um gradual aumento de sobrevivência de famílias desde as camadas do ordoviciano até as camadas recentes  quando o nível de extinção de famílias é próximo a   zero.    Estávamos fabricando uma tabela comparativa de interpretações evolucionistas, criacionistas e do Design Inteligente ,  dos fatos científicos ligados as nossas origens, e por acaso ou , acredito, mais por uma iluminação divina, descobrimos uma observação que destrói por completo o que se ensina desde 1859 sobre a historia da vida: A falta e/ou escassez de acúmulo de faunas sobreviventes nas representações fósseis de camadas  superiores, fato este que fez o grande Georges Cuvier (1869-1823) e todos os grandes cientistas de sua época (pais da paleontologia, biologia  e geologia) , supor durante décadas a mal fadada sucessão faunística. Neste estudo,  demonstraremos que Cuvier não estava de todo errado em suas observações dos fatos geológicos, pois aparentemente a sucessão de faunas realmente parece ocorrer e em muitos casos ocorre quando comparamos populações hoje por cima das fósseis; mas  que exatamente por causa desta parente sucessão faunística,    que a historia evolutiva está totalmente errada e que as explicações do catastrofismo criacionista bíblico, estejam bem mais próximas dos fatos revelados pelo registro fóssil.   Nesta observação inicial  de George Cuvier e todos os pais da geologia e paleontologia, exceptuando é claro a interpretação de sucessão faunística que dominou o consenso científico de sua época, podemos concluir que a historia que contam os fósseis é totalmente diferente do que se ensina na academia.

Palavras chaves: Sucessão faunística, Georges Cuvier, estratigrafia, tempo geológico, criacionismo, evolucionismo, extinção de familias fósseis

Abstract: This article definitively inaugurates the end of the historical theory of evolution when it points to the lack of accumulation of surviving fauna in the representations of upper layers and to observe in the fossil record much more a relative faunal succession and much less an expected fauna accumulation, as surviving families and with good descending representativeness today, they would also need to be well represented in the upper layers of the first finding. There is a gradual increase in the survival of families from the layers of the Ordovician to the recent layers when the level of extinction of families is close to zero. We were making a comparative table of evolutionary, creationist and Intelligent Design interpretations, of the scientific facts connected to our origins, and by chance or, I believe, more by divine illumination, we discovered an observation that completely destroys what has been taught since 1859 about the history of life: The lack and / or scarcity of accumulation of surviving faunas in the upper layer fossil representations, a fact that made the great Georges Cuvier (1869-1823) and all the great scientists of his time (parents of paleontology, biology and geology), assuming for decades the ill-fated faunal succession. In this study, we will demonstrate that Cuvier was not at all wrong in his observations of geological facts, because apparently the succession of faunas does seem to occur and in many cases it does when we compare populations today over the fossils; but that exactly because of this relative faunistic succession, that the evolutionary history is totally wrong and that the explanations of the biblical creationist catastrophism, are much closer to the facts revealed by the fossil record. In this initial observation by George Cuvier and all the parents of geology and paleontology, except of course the interpretation of the faunal succession that dominated the scientific consensus of his time, we can conclude that the history that the fossils tell is totally different from what is taught in the academy .

 

Germany

Abstract: Dieser Artikel eröffnet definitiv das Ende der historischen Evolutionstheorie, wenn er auf die mangelnde Akkumulation überlebender Fauna in den Darstellungen der oberen Schichten hinweist und im Fossilienbestand viel mehr eine relative Faunenfolge und noch weniger eine erwartete Faunaakkumulation als überlebende Familien beobachtet und mit einer guten absteigenden Repräsentativität heute müssten sie auch in den oberen Schichten des ersten Befundes gut vertreten sein. Es gibt eine allmähliche Zunahme des Überlebens von Familien von den Schichten des Ordoviziers zu den jüngsten Schichten, wenn der Grad des Aussterbens von Familien nahe Null ist. Wir machten eine Vergleichstabelle von evolutionären, kreationistischen und intelligenten Designinterpretationen, von den wissenschaftlichen Fakten, die mit unseren Ursprüngen verbunden sind, und entdeckten zufällig oder, glaube ich, eher durch göttliche Erleuchtung eine Beobachtung, die das, was seit 1859 gelehrt wurde, vollständig zerstört Die Geschichte des Lebens: Das Fehlen und / oder die Knappheit der Ansammlung überlebender Faunen in den fossilen Darstellungen der oberen Schicht, eine Tatsache, die den großen Georges Cuvier (1869-1823) und alle großen Wissenschaftler seiner Zeit (Eltern der Paläontologie, Biologie) ausmachte und Geologie), wobei jahrzehntelang die unglückliche Faunenfolge angenommen wird. In dieser Studie werden wir zeigen, dass Cuvier bei seinen Beobachtungen der geologischen Tatsachen überhaupt nicht falsch lag, da anscheinend die Abfolge von Faunen zu erfolgen scheint und in vielen Fällen auftritt, wenn wir heute Populationen über die Fossilien vergleichen; aber genau wegen dieser relativen faunistischen Abfolge, dass die Evolutionsgeschichte völlig falsch ist und dass die Erklärungen der biblischen kreationistischen Katastrophe den Tatsachen, die der Fossilienbestand enthüllt, viel näher kommen. In dieser ersten Beobachtung von George Cuvier und allen Eltern der Geologie und Paläontologie, außer natürlich der Interpretation der Faunenfolge, die den wissenschaftlichen Konsens seiner Zeit beherrschte, können wir schließen, dass die Geschichte, die die Fossilien erzählen, völlig anders ist als die, die in der Akademie gelehrt wird .

Introdução

Perguntamos se cada camada geológica sedimentar representa um período de tempo com amostragem fóssil daquela época, por que não existe um gradual acúmulo das amostragens fósseis sobreviventes  das camadas de  baixo nas camadas superiores a ela?  E por que  não vão aparecendo mais amostras a mais daquelas sobreviventes que já deveriam existir desde seu aparecimento na coluna geológica? Por que aparecem amostras fósseis  de faunas mais “substituidoras” que acumuladoras daquelas existentes? Por que somem as já existentes que sobreviveram e possuem descendentes semelhantes até hoje?  Por que a descontinuidade entre faunas é tanta  que fez que fez Cuvier e toda a comunidade científica de sua época errar tanto ao ensinar sucessão faunística? Onde está o acúmulo de faunas se as faunas fósseis presentes nas camadas de baixo, já estavam sobrevivendo e não precisaram “acontecer“, mas apenas continuar aparecendo junto com o acúmulo das que “surgiriam” na evolução?  Não deveriam estar até mais bem representadas cada vez mais nas camadas de cima?

Percebemos que o evolucionismo não foge muito da sucessão  faunística de Cuvier,  que ensinava que uma camada representava o período onde amostras fosseis de seres que viveram naquele tempo, e que, depois de uma catástrofe que a  destruísse , aquela fauna seria substituída por outros seres . Peter Lund e outros , falsearam o catastrofismo de   Cuvier (que era considerado representante máximo do consenso científico na época) , ao demonstrar que haviam algumas repetições de seres de camadas da fauna de camadas abaixo, presentes nas camadas acima . Hoje,  o evolucionismo ensina a evolução dos seres e o surgimento de novas faunas, e defende que aquelas formas que não foram extintas nas extinções em massa, permaneceram se repetindo nas camadas de cima. Mas se cada camada representa um período com amostragem fóssil , porque não existe um gradual acúmulo das amostragens fósseis sobreviventes  de baixo, e vai aparecendo mais imagens “substituidoras” e “sumiços” que fizeram Cuvier errar ? O criacionismo não tem nenhuma dificuldade com isto pois enxerga segregação de seres vivos por vários fatores segregadores como  flutuabilidade de corpos (algo testado), capacidade de fuga e/ou sobrevivência do ser vivo para poder escapar de uma grande catástrofe e estar mais acima, segregação automática de sedimentos (Berthaut) e   local de seu habitat (animais continentais seriam menos atingidos em termos de sepultamento repentino vivo necessário para a fabricação de 99,99999% dos fósseis) , mas o evolucionismo se embaralha todo com esta simples pergunta:  Cadê o acúmulo se as de baixo já estavam sobrevivendo e não precisaram “acontecer “? Não deveriam estar até mais bem representadas?

Introduction

We asked if each sedimentary geological layer represents a period of time with fossil sampling from that time, why is there not a gradual accumulation of surviving fossil samples from the lower layers in the layers above it? And why are more samples not appearing to more of those survivors that should have existed since their appearance in the geological column? Why do fossil samples of faunas appear more “substituting” than accumulating those existing? Why add the existing ones that survived and have similar descendants until today? Why is the discontinuity between faunas so great that it made Cuvier and the entire scientific community of his time make so many mistakes in teaching faunal succession? Where is the accumulation of fauna if the fossil fauna present in the lower layers were already surviving and did not have to “happen”, but just keep appearing together with the accumulation of those that “would” arise in evolution? Shouldn’t they be even better represented more and more in the upper layers?

We realized that evolutionism does not escape much from Cuvier’s faunal succession, which taught that a layer represented the period where fossil samples of beings that lived at that time, and that, after a catastrophe that destroyed it, that fauna would be replaced by other beings. Peter Lund and others, falsified Cuvier’s catastrophism (which was considered the maximum representative of scientific consensus at the time), by demonstrating that there were some repetitions of beings from fauna layers from below, present in the layers above. Today, evolutionism teaches the evolution of beings and the emergence of new faunas, and defends that those forms that were not extinct in the mass extinctions, continued to be repeated in the upper layers. But if each layer represents a period with fossil sampling, why is there not a gradual accumulation of surviving fossil samples from below, and more “substituting” and “disappearing” images appear that made Cuvier err? Creationism has no difficulty with this because it sees segregation of living beings by various segregating factors such as body buoyancy (something tested), escape capacity and / or survival of the living being in order to escape a major catastrophe and be higher, segregation automatic sedimentation (Berthaut) and place of its habitat (continental animals would be less affected in terms of sudden live burial necessary for the manufacture of 99.99999% of the fossils), but evolutionism is all mixed up with this simple question: Where is the accumulation if the ones below were already surviving and didn’t have to “happen”? Shouldn’t they be even better represented?

Einführung

Wir fragten, ob jede geologische Sedimentschicht einen Zeitraum mit fossilen Proben aus dieser  Zeit darstellt. Warum sammeln sich die fossilen Familien der Überlebenden nicht allmählich in den oben genannten geologischen Schichten an?Und warum erscheinen nicht mehr Proben mehr dieser Überlebenden, die seit ihrem Erscheinen in der geologischen Spalte hätten existieren sollen? Warum scheinen fossile Faunenproben eher „substituierend“ zu sein als die vorhandenen zu akkumulieren? Warum die vorhandenen hinzufügen, die bis heute überlebt haben und ähnliche Nachkommen haben? Warum ist die Diskontinuität zwischen den Faunen so groß, dass Cuvier und die gesamte wissenschaftliche Gemeinschaft seiner Zeit so viele Fehler beim Unterrichten der Faunenfolge gemacht haben? Wo ist die Anhäufung von Fauna, wenn die in den unteren Schichten vorhandene fossile Fauna bereits überlebt hat und nicht “passieren” musste, sondern immer wieder zusammen mit der Anhäufung derjenigen auftreten muss, die in der Evolution “entstehen” würden? Sollten sie in den oberen Schichten nicht immer besser dargestellt werden?

Wir erkannten, dass der Evolutionismus nicht viel von Cuviers Faunenfolge entgeht, was lehrte, dass eine Schicht die Zeit darstellt, in der fossile Proben von Wesen lebten, die zu dieser Zeit lebten, und dass diese Fauna nach einer Katastrophe, die sie zerstörte, durch andere Wesen ersetzt werden würde. Peter Lund und andere fälschten Cuviers Katastrophe (die zu dieser Zeit als der maximale Vertreter des wissenschaftlichen Konsenses angesehen wurde), indem sie zeigten, dass es einige Wiederholungen von Wesen aus Fauna-Schichten von unten gab, die in den darüber liegenden Schichten vorhanden waren. Heute lehrt der Evolutionismus die Evolution der Wesen und die Entstehung neuer Faunen und verteidigt, dass sich jene Formen, die beim Massensterben nicht ausgestorben waren, in den oberen Schichten wiederholt haben. Aber wenn jede Schicht eine Periode mit fossilen Proben darstellt, warum gibt es dann keine allmähliche Anhäufung überlebender fossiler Proben von unten, und es erscheinen mehr “ersetzende” und “verschwindende” Bilder, die Cuvier schief gehen ließen? Der Kreationismus hat damit keine Schwierigkeiten, weil er die Trennung von Lebewesen durch verschiedene Trennungsfaktoren wie Auftrieb (etwas Getestetes), Fluchtfähigkeit und / oder Überleben des Lebewesens sieht, um einer großen Katastrophe zu entkommen und eine höhere Trennung zu sein automatische Sedimentation (Berthaut) und Ort ihres Lebensraums (Kontinentaltiere wären weniger betroffen in Bezug auf plötzliche Lebendbestattungen, die für die Herstellung von 99,99999% der Fossilien erforderlich sind), aber der Evolutionismus ist mit dieser einfachen Frage verwechselt: Wo ist die Akkumulation? wenn die unten stehenden bereits überlebten und nicht “passieren” mussten? Sollten sie nicht noch besser vertreten sein?

Tabela Comparativa Evo-Cria-DI
FATOS INTERPRETAÇÃO EVOLUCIONISTA INTERPRETAÇÃO DO CRIACIONISMO/DI
Surgimento do Universo rápido num Big Bang Não se sabe o que fez acontecer DI apresenta CIACI (coeficientes de informação , antevidência e complexidades irredutíveis) . Criacionismos deduzem que seja o Deus judaico-cristão-islâmico e de outras culturas que sempre afirmaram existir um Criador todo sábio
Ordem no Universo Sem explicação DI apresenta CIACI  e criacionismos deduzem ser  Deus sem saber como foi feito
Terra Trombadas de planetas (acreção) DI apresenta CIACI e criacionismos deduzem ser  Deus sem saber como foi feito
Vida Sopa primordial ou panspermia DI apresentam CIACI e criacionismo deduzem ser Deus sem saber como foi feito
Padrão de Surgimento de diversas formas de vida no cambriano/Ediacara Explosão Cambriana (Estão querendo mudar esse título devido ser uma flagrante confissão que justamente nas camadas mais profundas sedimentares ocorra o “surgimento” desssas amostras de seres sepultados Aqui se inicia aspectos de testes mais diretos da cosmologia. Primeira decantação rápida de sedimentos originados de erosão do diluvio global
Ordem na coluna Geológica Sucessão faunística com sobrevivência de alguns mesmo sem um acúmulo gradual de muitos seres de baixo, já que já existiam e muitas famílias sobreviveram, ocorre muitos sumiços e aparecimentos admitidos recentemente pelo pontualismo fóssil de Stephen Jay Gould, Eldredge e outros Numa catástrofe haverá maior sedimentação no fundo dos mares e sulcos da terra (rios) por isso seres marinhos e algas compreendem mais de 95% de todos os fósseis. No movimento de sedimentos e marés de lama foram sendo enterrados vivos seres vivos conforme sua flutuabilidade , capacidade de fuga, e lugar onde seriam mais afetados
Explosão das Angiospermas a partir do cretacio Sem explicação Segregação sedimentar de plantas numa catástrofe
95% dos Fósseis são marinhos A vida começou nos mares e depois foi evooluindo pra terra Os mares receberiam maior aporte de sedimentos erodidos num diluvio e enterraria mais seres vivos
0,023% dos fósseis são insetos Sem explicação Insetos se modificaram e especiaram rapidamente depois do planeta mudado e por isso hoje metade das espécies são
0,0125% dos trilhões de fósseis são vertebrados continentais (maioria peixes) Fossilização é rara e vertebrados continentais surgiram a partir dos 400 milhões de anos e os continentais se fossilizariam menos que aquáticos Numa catástrofe se exigirá muita energia para alcançar vertebrados terestres
Animais gigantes completos fossilizados Catástrofe nas extinções em massa A energia necessária para sepultar vivo um animal gigante continental e completo, requereria uma maré de lama sedimentar gigantesca cobrindo continentes
Geocronologia Datação radiométrica se impõe até mesmo datando tecido mole orgânico em 60 a 200 milhões de anos e microbios vivos ressuscitados em 100 milhões de anos Por meio de observações em sistemas de aceleração de partículas se observa que diante da queda de um bólido não poderia haver constância de decaimento jogando por terra toda a base da geocronologia evolucionista que é a observação de relativa constância de decaimento radioativo
Crescente no numero de extinções até o permiano depois diminuindo quase gradualmente até nos dias de hoje . com extinção total de familias conhecidas no cambriano, e sobrevivencia cada vez maior de familias Sem explicação coerente A extinção total de familias do cambriano e o crescente nas extinções nas camadas acima até o permiano representam a obra catastrófica do diluvio matando cada vez mais e depois diminuindo as mortes deixando sobreviver cada vez mais os que já haviam escapado antes
Descortinando a Taxonomia

A imagem pode conter: texto que diz "REINO Animalia Estrela Raposa Anfioxo Cobra Homem Minhoca Peixe Ascidia Urso Ascidia Urso Cachorro Tiare Lobo Coiote Cavalo FILO Chor data Anfioxo Cobra Tiare Raposa Lobo Coiote Peixe Cavalo Cachorro Homem SUBFILO Vertebrat Raposa Cachorro Peixe Cobra Tiare Lobo CaclioteHomem Urso CLASSE Mammalia Lobo Urso Tiare Raposa Cachorro Homem Colote Cavalo ORDEM Carnivora Tiare Raposa Lobo Cachorro Urso Coiote FAMILIA Felidae Genero Felis ESPECIE Felis Silvestris"
Os classificadores dos seres vivos apenas pegam pontos comuns e estabelecem de pontos mais comuns até as espécies donas de singularidades. Mas em termos de parentesco e relações prováveis de cruzamentos laterais, temos espécies e gêneros em torno do nível família ou super famílias.

Falta de antepassados ​​identificáveis . O registro fóssil contém mais de duzentas mil espécies. Encontrar relações entre essas espécies é problemático. [34]Os táxons mais altos são freqüentemente chamados de ancestrais a outros táxons mais altos, mas os evolucionistas reconhecem que os táxons mais altos não podem ser ancestrais reais de nada, pois são construções taxonômicas e não entidades reais. Grupos de espécies com diferenças morfológicas sucessivamente menores podem ser identificados e relações genealógicas podem ser propostas. No entanto, é notavelmente difícil identificar uma espécie fóssil como diretamente ancestral de outra. A dificuldade é agravada à medida que a categoria taxonômica em discussão aumenta. Uma das principais razões para a dificuldade é que quase todas as espécies têm alguma especialização que as impede de ascendência direta de qualquer outra espécie conhecida. Nenhuma direcionalidade para esse padrão foi relatada”.

 

Dentro deste fato que ocorre relações de ancestralidade apenas entre membros de uma família ou super família, ou em torno de algumas que se separam por pequenas diferenças, vamos olhar agora a extinção de famílias e sobrevivência delas no registro fóssil.

Figura 5. Comparação do número de famílias bivalves extintas e vivas. (Dados compilados por Leonard Brand de Benton 1993; ver Nota de rodapé 2).

 

Fósseis através do tempo geológico


Sodré Neto
Sobre Sodré Neto 23 Artigos
Sodré GB Neto Lattes: http://lattes.cnpq.br/2777670829319806 Orcid: https://orcid.org/0000-0002-8867-5429

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