Quais os Erros de Darwin e dos Evolucionistas?

A teoria da evolução “histórica” acaba ensinando que do simples veio o complexo, mas a ciência atual demonstra exatamente o oposto , que todos os seres vivos, incluindo o ser humano até vírus [1][2][3] , tem tendência média de entropia genética[4] e a verdadeira historia dos seres vivos, quando se observa as mutações, deve ser substituída pela teoria da estragação das espécies nas suas descendências sobreviventes que conseguiram ou tiveram sorte em se adaptar ou simplesmente sobreviver, e mesmo se houver um melhor “relativo” a um ambiente, em geral este “melhor ” como já dissemos , é apenas “relativo”.  The fundamental theorem of natural selection with mutations What’s wrong with evolutionary biology? 

De fato , tanto olhando o todo, como diversos aspectos a teoria da evolução apresenta erros gritantes. Em um de nossos artigos[5] , demostrei também As Múltiplas Funções do Apêndice que revela mais um dos muitos erros da teoria da evolução, que custou e custa a vida de milhões de pessoas e animais , além do apêndice multiplicam exemplos de erros, incentivando médicos a cortarem a garganta de bilhões de crianças para retirarem suas “amígdalas e tonsilas” pois a errônea teoria de Darwin pregava que não tinha “função” e era apenas um órgão vestigial.

Outro gravíssimo erro que a teoria da evolução recomendou foi ter influenciado a geocronologia que trás erros claros . Se alguém souber bioquímica proteica e conheça minimamente ações de bactérias , admitiria que os pedacinhos de carne com elasticidade do tiranossauro rex de Montana, datados pelo modelo evolucionista em 68 milhões de anos, não pode ter mais de 50 a 500 anos, e que existe problemas gritantes no sistema de datação da geocronologia atual . Veja :

https://qph.fs.quoracdn.net/main-qimg-c3987da87a19b0979da1dfd4c11a0a7f

Mas apesar de toda obviedade, centenas de artigos científicos (maquiados de metodologia científica) em vez de questionarem a “sagrada” datação, defendem a possibilidade milagrosa de um pedacinho de carne resistir a ação de bactérias por 68 milhões de anos . Calculo que nem Deus , até por falta de paciência, ia fabricar este milagre, pois ia ter que ficar impedindo ação de bactérias e vírus por 68 milhões de anos.

Quando Darwin, seguido até hoje pelos darwinistas e 99% defendido no darwinismo sintético, erra ?

 

  1. Hoje descobrimos que existem 4229 gêneros fósseis vivos que se repetem até hoje, quando sabemos que qualquer mudança de ambiente muda pelo menos morfologicamente a espécie, tal fato, foi verificado também relação a fósseis  fóssil vivos . Só isso destrói por completo a teoria de Darwin, exceto se você acreditar que muda morfologicamente hoje , mas não mudou durante milhões de anos! https://www.academia.edu/Documents/in/Catastrophic_Geomorphology
  2. Quando ele despreza o conhecimento cientifico da época que defendia espécies originais arriscando  por uma ancestralidade totalmente comum, sendo que 80% das famílias são conhecidas num mar de biodiversidade hoje. Esses 80% demonstram que , pelo menos em grau que deveria haver, não existe nenhuma inovação de linhagens a nível de esquemas corporais em torno do táxon família , mas praticamente apenas extinção de algumas e variabilização das conhecidas.  (exemplo: “Tigre dente de sabre” que é um tipo de felino já conhecido , esquema corporal já conhecido). Se a historia da evolução fosse correta, a gente deveria achar muitas novidades para alem das mesmas famílias , para alem dos limites taxonômicos. Porque se  considerarmos a  que fossilização é rara e que hoje temos muito mais possibilidades de estudar especies, do  que pelos fosseis, e que por isso temos 2 milhões delas catalogadas e estimativas de haver 9 milhões no planeta, logicamente que teríamos muito mais que apenas variações daquilo que já é conhecido. Isso revela que temos variações limitadas ao tipo básico ancestral ( baraminology), ou especie original criada ou surgida pronta no registro fóssil, e não inovações ilimitadas que espelhem uma evolução sem limites Darwin queria e os evolucionistas, a despeito destes fatos, continuam teimando até hoje desde 1859.
    A respeito disso recebi e-mail de conceituado paleontólogo de Harvard:
  3. Quando ele aposta em datações de tempos remotos, distantes da essência da ciência verificável, os quais entram em imenso choque anacrônico com mais de 100 perspectivas datacionais[6]incluindo testes de C14 que não deveriam estar presentes em rochas e diamantes de supostos 300 a 500 Ma ( e estão em quantidade datável)[7]testados pelo geofísico John Baumgardner[8]porque em apenas 100 a 250 mil anos é pra ter evaporado quase todo c14 no entanto lá estavam eles. Estas datações de milhões e bilhões de anos contraditórias e em conflito com outros métodos e até entre si, tem apoio quase apenas de um grupo escolhido de isótopos e calibrações as vezes em conflito, os quais dependem de confiar na constância de decaimento, que não pode ter existido no remoto passado devido apenas uma queda de bólido poder gerar aceleração de partículas pelo efeito plasma + piezzoelétrico + som + temperatura imediata , as quais podem arrancar neutrons e perturbar o núcleo atômico[9][10][11][12][13][14] . Ou seja , já caiu a confiança nos velhos e antiquados métodos de datação de longos períodos . Eles não podiam antes e não podem afirmar mais nada depois da compreensão os mecanismos de fusão nuclear (tokamak) associados a bólidos , pois havendo aceleração de decaimento isso, além de dar aparência de velha a muitas rochas, aumentaria a incidência de C14 em algum momento, ou seja, e isso somado ao fato de que em algum tempo as camadas não receberam chuva, o que daria menor numero de C14, complicaria muito o cenário de datações radiométricas, obrigando toda ciência geocronológica a se escorar em algo mais firme.
  4. Quando ele aposta no passado distante que todos os troncos e clados se cruzaram e que havia fósseis comprovando isso (famosos elos perdidos). Isso nunca existiu e os darwinistas só aceitaram bem este fato quando Stephen Jay Gould e Eldredge arrumaram uma desculpa pro saltacionismo fóssil[15] que já era admitido desde alhures. A justificativa de Gould une especiação rápida +preservação das espécies da “moda estatística” que tiveram maior sucesso + “raridade” do evento fossilização. No modelo darwinista admite grandes catástrofes com várias extinções em massa, o que obriga eles a terem que aceitar o sepultamento repentino de grande parte da biodiversidade nestes momentos, o que faz exigir amostragem tanto de espécies da moda quanto fora de moda, como vemos hoje na nossa biodiversidade. A fotografia fóssil deveria conter parte de toda biodiversidade e nunca uma amostragem com 71% de repetição morfológica[16][17] como ocorre[18], o que revela claramente que populações inteiras foram sepultadas pois somente isso poderia produzir tal imensa estase de mesma morfologia . Isso ainda é confirmado pelo fato de termos 250 a 300 mil espécies fósseis, num mar de haver trilhões de fósseis no planeta, o que faria elas repetirem mesmo caso não houvese tempo e mudanças ambientais para se especiarem e/ou mudarem morfologia. Somente um modelo de sepultamento das populações inciais que viviam num ambiente bem estável e mais próprio para vida (devido seu gigantismo) , os ancestrais de nossa biodiversidade, pode corresponder aos padrões fósseis.
  5. Quando ele aposta que um “lago quente” “sopa morna” inicial ou “caldo primordial”[19] como sendo capaz produzir a vida . Provavelmente pelo fato de Darwin desconhecer a célula com DNA e organelas , a qual chamava simplesmente de “caixa preta” pois não havia microscópios pra ensiná-lo” fez com que ele pensasse na hipótese de um lago quente ou sopa morna, parece que neste ponto , ele esteve apenas ressuscitando a teoria da “geração espontânea” (refutada por Pasteur com a lei da biogênese, vida só provém de vida). Darwin acabou por incentivar seus descendentes ideológicos Oparim e Miller a fazerem um experimento produtor de borra química (sujeiras com alguns aminoácidos racêmicos que ocorrem no mundo inorgânico) e alegarem ser isso a base da comprovação de como poderia ter começado a construção inicial da vida, o que para quem entende da dificuldade que é uma sopa ou raios, ou atmosferas quaisquer produzirem uma célula replicante é mais tema de revista de humor que de ciência , e este circo científico se perpetua até hoje envergonhando cientistas e fazendo com que eles percam a credibilidade junto a sociedade para temas importantes.
  6. Quando ele se desfaz dos geólogos pais da geologia e aposta num advogado chamado Lyell que defendia uniformismo[20] justamente na geologia que tem tantas evidências de gigantescas catástrofes nada uniformes ao que ocorre hoje . Darwin chega a citar esse desprezo a opinião dos pais da geologia na sexta edição, em favor de Lyell (apesar que em parte tenha se baseado na sucessão faunística de Cuvier) . Camadas grossas, largas e extensas se formam apenas por catástrofes estamos em cima de quatrilhões de pedras despedaçadas, misturadas ao barro, bolders arrastados na superficie, roladas, jogadas ao vento. Para que eu consiga sepultar vivo um animal continental gigante completo, eu preciso de uma maré altíssima de agua e lama , varrendo o continente, eu preciso que uma placa tectônica dobre e se movimente rapidamente pra poder fabricar um dinossauro completo fóssil, por isso que vc não vai ver elefantes, girafas e rinocerontes completos sendo fossilizados hoje , no máximo a cabeça ou partes mais duras deles e só. Não existem porque os acontecimentos que formaram as camadas geológicas que os contem não acontecem hoje. Darwin apostou no cara errado.
  7. Quando cita e despreza a alternativa na época corrente entre biólogos , de ter havido espécies originais[21] dando origem a diversidade, o que é confirmado nos fósseis que tem padrão de surgimento repentino de arquétipos[22][23] , em favor de uma ancestralidade totalmente comum que nunca foi confirmada nos fósseis. Já a ancestralidade comum a tipos básicos ancestrais é confirmada até pelo fato de termos praticamente o mesmo número de arquétipos tanto nos trilhões de fósseis contendo em torno de 250 a 300.000 espécies , como hoje quando temos estimativas de 2 a 10 milhões de espécies; o que revela por si que a diversidade ocorre dentro de um limite em torno de tipos básicos ancestrais e não fora deles.
  8. Quando ele, mesmo percebendo a repetição de formas fósseis (estase morfológica)[24][25][26] , que somente sepultamento de populações nas camadas poderia produzir , continuou defendendo que fósseis repetidos em estratos diferentes representavam amostras intercaladas por milhões de anos. Separei quase uma centena de exemplos de artigos científicos[27] que ficam tetando justificar a “misteriosa anamolia paradoxal ” da “estase morfológica” frente ao fato da plasticidade fenóptica das espécies super sensível a quaisquer mudançazinhas ambientais, e percebemos um artigo condenando o outro como insuficiente.A estase morfológica nunca seria esperada se observo mudanças plásticas rápidas nas espécie e por isto a estase é chamada de anomalia ou paradoxo para o qual centenas ou milhares de artigos tentam resolver [28] o “problema” .”Como o decano da teoria sintética, Ernst Mayr de Harvard, acaba de admitir, essa constância ( estase ) de formas de vida em face de genomas tremendamente dinâmicos é um dos maiores problemas da biologia evolutiva contemporânea e exige uma explicação”[29] [30]Desculpas “ad hoc” [31] uma atrás da outra. Isso ocorre desde Darwin, passando por Simpson, Gould, Benton, Vosh, e artigos recentes[32] “Em ciência e filosofia, ad hoc significa a adição de hipótese(s) estranha(s) a uma teoria para salvá-la de ser falseada. Hipóteses ad hoc compensam anomalias não previstas pelas teorias em sua forma original, ainda não modificada. Cientistas são frequentemente céticos sobre teorias que as apresentam frequentemente, não suportando ajustes para sustentá-las. Hipóteses Ad hoc são frequentemente características de pseudocientistas“.[33]
  9. Quando desprezou centenas de relatos antigos (mais de 270 fontes arqueológicas incluindo a bíblica ) que falavam do dilúvio e catástrofes de rochas incandescentes associadas (Maias[34] ).
  10. Quando desprezou a lógica filosófica, epistemológica e teológica do relojoeiro de Paley[35][36]
  11. Quando quis fazer média com a onda do iluminismo anti-religioso da época[37] que não é exatamente laicista, mas substitui a religião pelo ateísmo.
  12. Quando acreditou numa média de complexificação de seres vivos do simples ao complexo quando na verdade todos os seres vivos tem tendência de entropia genética, Historia dos seres vivos, quando se observa as mutações, deve ser substituída pela teoria da estragação The fundamental theorem of natural selection with mutations What’s wrong with evolutionary biology?

Segundo a tese publicada na Trends por um dos maiores neurologista e geneticista da atualidade : Gerald Crabtree, fator h: 110 do indice Scopus que mede relevância cientifica , a 1000 anos atrás éramos bem mais inteligentese mais maduros em diversos tipos de intelig|ência incluindo a emocional. Our fragile intellect. Part II

Outro gigante da ciência genética, John C Sanford, dono de mais de 30 patentes e inventor da técnica de melhoramento genético gene-gun, tem publicado na mesma linha defendendo entropia genética ( The fundamental theorem of natural selection with mutations que demonstra que a tendência da “evolução” é ladeira abaixo, que a historia dos seres vivos, quando se observa as mutações, deve ser substituída pela teoria da estragação, muitos outros)

Entropia Genética

A saúde da humanidade caiu 11% por mais que vivemos um pouquinho mais diz o relatório:

“Levando-se em conta a gravidade, em média, todas as pessoas do mundo tiveram uma redução de 11% em sua saúde geral em 2010 devido a doenças e lesões https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(12)61729-2/fulltext

Todas as coisas sofrem entropia , inclusive entropia genética, até vírus sofrem entropia genética veja: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK8181/?fbclid=IwAR3_nxLXd_ufbE3Lh6FouRWiTCojyFYfmoNUCQu62olhI3J2DzKfCouflIo[12] , O fato de precisarmos de esforço para organização é que as forças que operam naturalmente para a ordem são infinitamente menores que as forças que tendem a bagunça; Portanto, por mais que tenhamos exceções que ocorrem no caos, renovações de sistemas menores, o envelhecer como pessoa, como código genético, como populações, como planeta, como cosmos; nos parece ser a pessimista e fatal tendência universal; portanto, organização seja de temas , informação, materiais, formas de vida, seja de qualquer coisa, é o que nos faz sobreviver .

A entropia genética confirma também o Criador ou alguma coisa super inteligente como milhares de grandes cientistas do “design inteligente” mencionam , pois se todos os seres vivos tem tendência de ir acumulando defeitos e mutações deletérias nas próximas gerações, no passado fomos mais organizados, mais recém saídos das mãos de um codificador de informações intactas . Se a tendência a bagunça é 1 trilhão de vezes maior que a tendência a organização em todas as coisas, não é muito difícil perceber que a teoria histórica da evolução ao faltar com este item (que é uma lei) , é totalmente irreal como demonstra este artigo cientifico do ex-evolucionista e hoje criacionista terra jovem (pois publicou também que DNA possui vida média curta e não suportaria sequer muitas dezenas de milhares de anos, muito menos centenas ou bilhões de anos) https://link.springer.com/article/10.1007/s00285-017-1190-x[13]

De forma que não existiu realmente a historia da evolução, existiu apenas modificação, quase sempre não existiu aperfeiçoamento, existiu muito mais apenas sobrevivência do que sobreviveu, não existiu mais apto, existiram os mais sortudos, não existiu média de complexificação na inexistente historia (porque existe de fato e de verdade entropia genética) que simplifica, estraga, deixa escapar com ranhuras (mutações deletérias que vão se acumulando como esta no epítopo ligante do corona vírus) o que sobrevive, e no máximo se desgasta trocando produção gênica importante por desgastantes venenos e/ou neutralizantes e armas de defesa, diminuição de longevidade e telômeros para sobreviver sem câncer, diminuição de tamanho e complexidades para comer menos e viver mais; “seleção” de tipos mais nervosos e agressivos, não existe “seleção” natural, como já dissemos, existe sim “na verdade na verdade” sobrevivência de parte de populações e escapamento com ranhuras e perdas (empobrecimento do pool gênico e perda de aptidão geral cada vez maior em troca de ganho ou sobrevivência de aptidão preexistente relativa a uma situação ou outra) de parte da população que sobreviveu. Também não existiram milhões de anos de vida na terra , pois a meia vida do DNA é muito curta e frágil e não aguentaria nem 100 m anos, não existe infalibilidade papal absolutista nos métodos de datação radiométrico pois até achamos c14 datável em 40-60 mil anos em rochas e diamantes praticamente incontamináveis de supostos 300 milhões de anos , não existe teoria da evolução, existe apenas uma pequena historia da vida criada pronta, (pois surgem prontos os fósseis e é isso que os fósseis nos contam) com populações sepultadas (pois 71% da morfologia fóssil está se repetindo, ou seja, o sepultamento de populações é o que os fósseis nos contam) que se modifica pra tentar sobreviver e sobrevive tipos em geral cada vez mais desgastados no pool gênico de suas respectivas populações-. Por fim, não existiu nem a geocronologia , pois mais de uma centena de perspectivas evidenciam outra cronologia, entre elas estudos em colisões de íons pesados que mostra que apenas a queda de um bólido tamanho médio poderia dar aparência de velha a uma rocha arrancando nêutrons e acelerando decaimento ( favor estudar tokamak, plasma, piezoelétrico, temperatura , som, etc..que são aceleradores de elétrons que dependendo da velocidade atingem o núcleo no link https://entropia.comunidades.net/teoria-do-neocatastrofismo-de-impactos-sodre-neto )

Catastrofismo Geológico

Conseguimos fazer uma publicação nesta área que rendeu muitas polêmicas e perseguições no meio acadêmico. Catastrophic Geomorphology             http://www.criacionismo.com.br/2017/11/baraminologia-e-especiacao-rapida-apos.html

Ao ver as estatísticas apontando 95% dos fósseis como marinhos , e para 95% dos 5% restantes termos muitas algas e plantas imóveis, insetos, invertebrados, e apenas 0,124% serem vertebrados terrestres sendo a maioria peixes , qualquer pessoa percebe que se trata de uma gigantesca catástrofe que afogou o mundo onde sedimentos decantariam mais ao fundo do planeta (primeiro mares profundos, médios, rasos , depois rios, depois bacias sedimentares ou terrenos que estavam no fundo e soergueram devido a elevação de terrenos devido a criação de rachaduras na inteiriça crosta terrestre que formou gigantescas placas movediças (tectônicas) que passaram a ser empurradas devido a formação de outra crosta bem fininha e diferente: a crosta marinha.

Tal gigantesca catástrofe é associada com o fato de termos 71% de repetição morfológica que se esperaria se eu sepultasse populações. Este alto percentual de repetição de formas fósseis é chamado de “paradoxo ou anomalia da estase (permanência repetidora) da morfologia fóssil, que ao contrário de admitir se tratar de sepultamento de populações (óbvio) ficam publicando um artigo atrás do outro tentando justificar a “anomalia” (que não seria anomalia alguma sob o modelo catastrofista de um diluvio global)

Mas por mais lógico que isso seja , é lógico que iluministas anti religiosos, anti Biblia, e anti Deus (pra não falar anticristos ou 666) , não vão admitir isso, e continuam ensinando (pagos com dinheiro publico de contribuintes 95% cristãos) que isso é uma anomalia e que apesar dos fosseis serem 95% marinhos, e a coluna geológica do fanerozoico conter em 60% a presença de animais terrestres, pregam que a vida era quase toda marinha e depois TBUM ,veio virar mais terrestre só agora a ponto de algumas estimativas publicadas na Plos One descreverem 6,3 milhões de terrestres contra 2,4 milhões de marinhas , como se na existência passada não houvesse biodiversidade na terrestre .

Outra vez, seria muito mais fácil entendermos que numa catástrofe mundial , somente os momentos de maior energia atingiria os continentes com marés de lama (algo necessário para produzir fósseis inclusive de animais completos gigantes, que teriam que ser enterrados em lama vivos para se tornarem fósseis exceptuando casos de vulcanismo) mas preferem dizer que só agora que grande biodiversidade “resolveu ” florescer e radiar nos continentes.

Se não bastasse estudantes ouvirem que a terra veio de trombadas e que era uma bola de fogo que foi resfriando até criar nossa linda natureza (geração espontânea versão geológica) , inclusive a antiga era mais exuberante ainda que esta natureza de hoje, pois abrigava seres gigantes que foram se extinguindo na medida que o planeta foi se estragando, principalmente depois que a crosta continental rachou em pedaços de placas movediças (tectônicas) causando terremotos o tempo todo.

Agora , sob um planeta menos ajustados a vida, as espécies foram se degenerando, simplificando, perdendo tamanho , sub especiando, extinguindo, adoecendo (entropia genética) .

Podemos perceber que a defesa em Harvard da tese doutoral em paleontologia do Dr. Kurt Wise , poderá gerar hoje uma mudança radical na ciência moderna.

Não foi coincidência que Stephen Jay Gould, orientador da tese de @Patrick Kurt Wise, revolucionou a teoria da evolução ressuscitando o saltacionismo (pontualismo) que revela ausência de interligações filogenéticas no registro fóssil, apresentando uma interpretação de mudanças rápidas e preservação de espécies estabilizadas gerando mais fósseis. Saltacionismo – Wikipédia, a enciclopédia livre

O Dr kurt Patrick Wise (kwise@truett.edu) , sob orientação daquele que é considerado pela maioria dos paleontólogos como maior paleontólogo da atualidade: Stephen Jay Gould , pai do pontualismo, apresentou tese com mais de 1200 paginas, e acredito que usando seus dados podemos provar o modelo de história da vida da Bíblia e do criacionismo, ao mesmo tempo que desbancar de uma vez por todas essa confusa e longa historia de seres evoluindo indefinidamente do darwinismo durante bilhões de anos.

Pra começar a tese demonstrou que mais de 99% dos trilhões de fósseis são marinhos (95%) ou algas e plantas(4,7%), e menos de 0,0125% são animais vertebrados continentais , sendo a maioria destes peixes. Ora, isso demonstra ser , juntamente com milhares de outras observações, que claramente se trata de um retrato nítido de afogamento , erosões e catástrofes mundiais, onde sedimentos decantaram e sepultaram vivos principalmente populações que ficam no fundo dos oceanos e rios, que são os locais mais profundos da terra para onde se depositam maior quantidade de sedimentos carregados por movimento de águas.

O fato da repetição de formas fósseis em 71% (Benton, 2009; Gould, 1984; Simpson, 1944) reforça totalmente este quadro catastrófico por ser uma amostragem que somente o sepultamento de diversas populações também repetidas morfologicamente , produziria. A disputa neste ponto se resume em perguntar se o padrão de repetição de formas fósseis se deve ao sepultamento de todas as populações ou se foi preservado muito mais as formas de sucesso reprodutivo da época. Daí achamos a datação que vai recomendar mais a segunda hipótese bem menos provável, mas perguntamos, a datação de bilhões de anos estaria correta? O Dr. John Baumgardner provou com testes no laboratório nuclear de LOS ÁLAMOS que não está, ao testar carbono 14 em rochas contendo material de origem orgânica, os quais não deveriam conter NADA de carbono 14 se fossem mais velhos que 250 mil anos, dado o fato de cair pela metade a quantidade de C14 em apenas 5730 anos. Mas apesar destes testes dele bastarem, temos mais de 100 outros tipos de observações e testes que concordam com ele e discordam dos bilhões e milhões de anos³.

Hoje também temos melhores estimativas de 6,4 milhões de espécies continentais e 4,3 milhões de especies marinhas em bilhões de formas ) , portanto , o verificar que das trilhões de amostras fósseis, 99% são marinhas ou aquáticas, qualquer pessoa pode facilmente enxergar e raciocinar que o registro fóssil representa o retrato de uma catástrofe envolvendo muita água, pois caso não enxergue isso vai ter que explicar por que as espécies terrestres que se especiaram tanto hoje, ficaram quietinhas durante mais de 500 milhões de anos deixando só as aquáticas se proliferarem. Ora, isso seria forçar toda a realidade evolutiva das espécies terrestres ir contra os fatos , ainda mais levando em conta que a pangeia existia, bem como continentes que estão hoje afundados, o que geraria mais possibilidades numéricas de espécies terrestres preservadas no registro fóssil e não esta quantidade tão mínima das mínimas: O,0124% sendo a maioria ainda peixes.

Por isso podemos concluir sim que uma espécie de dilúvio associado a grandes tragédias tectônicas é um modelo que combina muito mais com os dados que defender que fósseis são provas de bilhões de anos de evolução.

Uma catástrofe capaz de gerar sedimentos sepultadores nos sulcos e lugares mais baixos da terra (mares e rios) que receberiam maior aporte de lama capaz de sepultar repentinamente vivos os animais e plantas ( algo fundamental para os transformar em fósseis bem preservados) é de fato um modelo que combina com os dados fósseis.

Um ponto importante que se agrega a esta perspectiva paleontológica é o fato de que para sepultar vivo um animal gigante continental e preservá-lo por completo como ocorre em muitos casos , necessitaria uma maré de lama muito alta e uma mega transgressão marinha, muito maior que um tsunami gigantesco, 10000 vezes maior que aquele tsuami da Asia que foi gerado por um deslize de 15 cm de uma placa tectônica, ou seja, esta preservação de animais gigantes sepultados nos fala claramente de grandes movimentos bruscos tectônicos da crosta da terra , assim como na arqueologia não somente a Bíblia mas 274 outras fontes fala, inclusive o famoso sábio Platão ao falar da cidade afundada Atlântida (será que os antigos sabiam mais das coisas antigas que nós modernos?)

Os maiores paleontólogos da atualidade discordam de que existem elos perdidos de Darwin ou comprovações fósseis evolutivas, e por isso são quase todos pontualistas ( exceto quem não estuda muito paleontologia atual que já admite que isso não existe como apostava Darwin e muitos darwinistas até hoje, apesar que já na época deles já se percebiam as dificuldades que ficaram como desafios a serem resolvidos, mas para sua infelicidade ideológica, se perpetraram até a chegada do pontualismo que confessou estas esperanças como encerradas.

O pontualismo parece que só foi aceito porque tentou explicar esta falta de elos , de variabilidade tanto vertical quanto lateral, caso contrário seria considerado uma pseudociência , pois assim tratavam os criacionistas que sempre acusaram a falta de transicionais.

Pra complicar ainda mais a esperança dos darwinistas que ainda acreditam em ancestralidade totalmente comum, existem grupos de pesquisa que identificam uma descontinuidade sistemática hoje também, por mais que tenhamos estimativas de 9 milhões de especies em bilhões de formas (são os biólogos e cientistas da baraminology ) mostrando que a descontinuidade fóssil apenas engrossou em variações, mas persistiu até hoje.

Vale aqui ressaltar que o número de arquétipos fósseis é quase o mesmo dos arquétipos hoje, mostrando que a variação ocorre a partir de espécies ancestrais e não fora delas , mas se os darwinistas acharem alguma aberração na natureza, pode saber, nestes alfinetes construirão um edifício e continuarão a fazer a mesma festa que Oparim e Miller fazem até hoje por ter produzidos aminoácidos racêmicos (lixo químico) e estabelecerem na ciência um modelo de origem abiogênica da vida ressuscitando aquela velha ideia ateia de geração espontânea refutada por Pasteur com a lei da biogênese (vida só provém de vida) ; ou seja, quando a vontade é maior não existe razão que vença.

Deus criou tudo. Existem trilhões de dados que demonstram claramente isto. Se alguem não tem ciência disso nega a ciência fato, nega a realidade , e cultua uma ideologia doutrinária, uma religião falsa espírita antiga de evolução dos seres e das almas desde Alan Kardec maquiada de ciência , a qual cientiatas brasileiros em getal católicos, espiritas e ateus-darwinistas, idolatram querendo relacionar toda a ciência a suas hipóteses absurdas, como por exemplo; planeta terra, super diferente, vem de trombadas (geologia contaminada por “ciência” absurda antiDeus); DNA vem de sopa morna primordial (biologia e bioquimica contaminada pela “ciência” baseada numa especulação profética de Darwin com seu achismo pensando que a vida teria vindo de sopa morna). Podemos multiplicar exemplos desta ciência doutrina querendo se passar por ciência.

E como são idólatras que substituem Deus por quaisquer afirmações tolas, idolatram até mesmo a limitadissima ciência fato, onde fazem indexação dos seus absurdos, em troca de receberem alguns poucos anos de vida, achando que a ciência seja caminho, verdade e vida e um dia nos salvará até da morte com suas ficções e esperanças do novo evangelho da tecnologia.

Enquanto isso, existe outra realidade científica e teológica iminente: A entropia genética acumula a passos largos milhares de doenças na pobre humanidade, que fica correndo, cada vez mais, atrás de soluções ocas, que no máximo, postergam um pouquinho nossa morte.

Acordem! Essa historia de ciência versus religião não existe; o que existe é guerra ideológica entre ateus e espíritas que apoiam a ideologia evolucionista versus criacionismo, usando ciência cono estrategia.

Referências 


Sodré Neto
Sobre Sodré Neto 23 Artigos
Sodré GB Neto Lattes: http://lattes.cnpq.br/2777670829319806 Orcid: https://orcid.org/0000-0002-8867-5429

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*