Perguntas Frequentes (FAQ)

FAQ (Frequently Asked Questions)

Esta é a página de Perguntas Frequentes (FAQ) sobre o Design Inteligente. Assim como a página de diferenças entre criacionismo, evolucionismo e Design Inteligente, ela ficará aberta para comentários e será atualizada conforme contribuições.

O conteúdo deste FAQ está baseado nas “respostas curtas” do IDEA Center em seu recurso Intelligent Design FAQs & Primers (acessar). Aqui estarão todas as questões pertinentes, os “primers” (cartilhas) também devem ser traduzidos em algum momento.

Perguntas Frequentes:

01. O que é a Teoria do Design Inteligente?

O Design Inteligente é uma teoria científica que procura determinar se alguns objetos no mundo natural foram projetados através do reconhecimento e detecção dos tipos de informação que se sabe serem produzidos por ação de inteligência.

02. O Design Inteligente faz previsões? É testável?

Sim. A Teoria do Design Inteligente prevê: 1) que encontraremos complexidade especificada na biologia. Uma forma especial facilmente detectável de complexidade especificada é a complexidade irredutível. Podemos testar o design tentando fazer engenharia reversa de estruturas biológicas para determinar se existe um “núcleo irredutível”. O Design Inteligente também faz outras previsões, como 2) rápido aparecimento de complexidade no registro fóssil, 3) reutilização de partes similares em diferentes sistemas (isto é, diferentes tipos de organismos) e 4) função para estruturas biológicas. Cada uma destas previsões pode ser testada – e têm sido confirmadas através de testes!

03. Podemos dizer positivamente que algo foi projetado?

Essencialmente, sim, mas o design é uma inferência. No entanto, o design é uma inferência nem mais e nem menos do que a evolução é uma inferência. Ambas as teorias procuram por pistas da história para inferir o que aconteceu – mas, como qualquer teoria científica histórica, 100% de confiança não é alcançável. Poucas coisas na ciência são ditas com 100% de confiança – a maioria das afirmações científicas são, no âmago, inferências. A inferência ao design funciona assim: a partir de nossa compreensão de como agentes inteligentes operam, eles tendem a produzir altos níveis de informações complexas e especificadas (ICS). Assim, quando encontramos ICS, temos evidências positivas de design inteligente. Através desta evidência que avalia correspondência de padrões conhecidos de design inteligente, podemos inferir que um objeto de origem desconhecida foi projetado.

04. O Design Inteligente é a mesma coisa que Criacionismo?

Não. Há uma variedade de distinções cruciais entre Design Inteligente (DI) e Criacionismo:

Em primeiro lugar, o Criacionismo é sempre baseado em algum tipo de texto religioso, como tentar demonstrar o Livro do Gênesis na Bíblia. O Design Inteligente não se posiciona em textos religiosos e faz seus argumentos usando dados puramente científicos e empíricos. O DI não se baseia em textos religiosos para apresentar seus argumentos. De fato, existem vários cientistas pró-DI que não são religiosos ou têm pontos de vista religiosos amplamente diferentes. Assim, os cientistas do DI não são unificados em torno de um ponto de vista religioso ou texto religioso, mas sim unificam-se em torno da afirmação de que podemos detectar cientificamente o design em objetos naturais.

Em segundo lugar, o Criacionismo sempre postula algum tipo de criador sobrenatural ou divino. O Design Inteligente não tenta especular sobre a natureza ou a identidade do designer porque reconhece que os dados científicos, por si só, não podem responder a perguntas sobre se o designer é sobrenatural. Assim, o DI tenta limitar suas reivindicações ao que pode ser verificado por meio dos dados científicos. Essa é uma distinção crucial entre DI e o Criacionismo, porque o Criacionismo frequentemente vai além dos dados científicos e faz afirmações filosóficas ou religiosas sobre a identidade do designer.

Há uma página dedicada a isso:

05. É apropriado justificar a Teoria do Design Inteligente através de analogias?

Argumentos por analogia podem ser válidos se houver similaridade suficiente entre o caso na analogia e o caso real. A Teoria do Design Inteligente postula que podemos detectar o design encontrando padrões de intencionalidade – complexidade especificada. Tentamos detectar sinais enviados de forma inteligente ao espaço através do programa “Search for Extra-Terrestrial Intelligence” (SETI), procurando a complexidade especificada nos sinais. Da mesma forma, determinam que os artefatos arqueológicos, como as cabeças na Ilha de Páscoa, foram projetados de maneira inteligente devido à sua complexidade específica. Estes dois exemplos mostram como o princípio subjacente do design inteligente – que podemos detectar o design através da presença de complexidade especificada – é verdadeiro.

Se este princípio subjacente for verdadeiro, então podemos detectar o design não apenas na arqueologia e no SETI, mas também na biologia e talvez na cosmologia. As analogias são válidas porque há similaridade suficiente entre seus métodos de detecção de design (encontrar complexidade especificada) e pesquisa do design inteligente na biologia (procurar por complexidade especificada). Afirmar que realmente só entendemos o design “comum” humano e, portanto, não podemos procurar o design não-humano na biologia (“design aparente”) ignora o fato de que a complexidade especificada é um produto fundamental de todas as formas de design inteligente – sejam elas humanas produzido ou não produzido pelo homem; biológica ou não biológica.

06. O Design Inteligente rejeita completamente a evolução darwinista?

Não. Algumas estruturas biológicas podem ter resultado de uma combinação de design e evolução. A maioria dos proponentes do Design Inteligente aceita a microevolução, mas questiona se as mudanças macroevolutivas são possíveis. A Teoria do Design Inteligente questiona se a evolução pode produzir estruturas irredutivelmente complexas. Assim, o design inteligente sustenta que a evolução não é capaz de produzir todos os aspectos da vida.

07. A teoria do Design Inteligente usa o método científico?
Sim. O método científico vai através de observação -> hipótese -> experimento -> conclusão. O Design Inteligente começa com a observação de que agentes inteligentes produzem informações complexas e especificadas (ICS). Os teóricos do design supõem que, se os objetos foram projetados, eles conterão o ICS. Eles então procuram encontrar o ICS. Uma forma facilmente testável de ICS é a complexidade irredutível (CI). Pesquisadores do DI podem então experimentalmente fazer engenharia reversa de estruturas biológicas para ver se são CI. Se encontrarem, podem concluir o design.
08. O Design Inteligente contribui com outros campos da ciência?
Sim. Abaixo está uma breve lista de alguns campos científicos em que o ID fornece uma estrutura para prever, compreender e explicar os padrões que observamos na natureza:

  • Bioquímica, onde DI explica e prevê a presença de altos níveis de informação complexa e especificada em proteínas e DNA;
  • Genética, onde o DI prevê e explica a função do chamado DNA “lixo”, enquanto o neodarwinismo sufoca essa pesquisa;
  • Sistemática, onde DI explica porque existem semelhanças entre espécies vivas, incluindo exemplos de “convergência” genética extrema que conflitam gravemente com filogenias evolutivas convencionais;
  • Biologia celular, onde o DI explica porque a célula se assemelha a “estruturas projetadas, em vez de subprodutos acidentais da evolução neodarwinista”, permitindo aos cientistas entender melhor o funcionamento das máquinas moleculares;
  • Biologia de sistemas, onde o DI encoraja os biólogos a olhar para vários sistemas biológicos como componentes integrados de sistemas maiores que são projetados para trabalhar juntos de uma maneira coordenada, de cima para baixo, que é o que os biólogos estão procurando neste caso;
  • Biologia animal, em que o DI prediz a função de órgãos, estruturas ou sistemas alegadamente “vestigiais”, ao passo que a evolução fez muitas previsões defeituosas aqui;
  • Bioinformática, onde DI explica a presença de novas camadas de informação e linguagem funcional incorporadas nos códigos genéticos, bem como outros códigos dentro da biologia;
  • Teoria da informação, onde o DI encoraja os cientistas a entenderem onde as causas inteligentes são superiores às causas naturais na produção de certos tipos de informação;
  • Paleontologia, onde a predição do DI de complexidade irredutível em sistemas biológicos explica padrões paleontológicos como o surgimento abrupto de formas biológicas de vida, mudanças pontuadas e estase ao longo da história da vida;
  • Physics and Cosmology, onde o DI encoraja os cientistas a investigarem e descobrirem mais casos de aperfeiçoamento das leis da física e das propriedades do nosso universo, que exclusivamente permitem a existência de formas avançadas de vida;
09. O Design Inteligente ajuda a ciência a gerar novos conhecimentos?

Sim. Alguns exemplos:

  • O DI inspirou cientistas a fazerem pesquisas que detectaram altos níveis de informações complexas e especificadas em biologia na forma de ajuste fino de sequências de proteínas. Isso tem implicações práticas não apenas para explicar as origens biológicas, mas também para projetar enzimas e antecipar/combater o desenvolvimento futuro de doenças.
  • O DI inspirou os cientistas a procurarem e encontrarem exemplos de ajuste fino das leis e constantes da física para permitir a vida, levando a uma variedade de argumentos de ajuste fino, incluindo a Zona Habitável Galáctica. Isso tem enormes implicações para os modelos cosmológicos apropriados do universo, sugere caminhos adequados para o sucesso de “teorias de tudo” que devem acomodar ajustes finos e outras implicações para a física teórica.
  • O DI inspirou os cientistas a entender a inteligência como uma causa cientificamente estudável da complexidade biológica e a entender os tipos de informação que ela gera.
  • O DI inspirou pesquisas experimentais e teóricas sobre como as limitações na capacidade da evolução darwiniana em evoluir características que requerem múltiplas mutações para funcionar. Isto, obviamente, tem implicações práticas no combate a problemas como resistência a antibióticos ou engenharia de bactérias.
  • O DI inspirou pesquisas teóricas sobre os poderes geradores de informações das “buscas darwinianas”, levando à descoberta de que as habilidades de busca dos processos darwinianos são limitadas, o que tem implicações práticas para a viabilidade do uso de algoritmos genéticos para resolver problemas.
  • O DI inspirou os cientistas a estudarem medidas apropriadas de informação biológica, levando a conceitos como informações complexas e especificadas ou complexidade de sequência funcional. Isso nos permite quantificar melhor a complexidade e entender quais recursos estão, ou não, ao alcance da evolução darwiniana.
  • O DI inspirou cientistas a investigarem propriedades do DNA e do genoma semelhantes a computadores, na esperança de melhor entender a genética e a origem dos sistemas biológicos.
  • O DI inspirou cientistas a fazerem engenharia reversa de máquinas moleculares como o flagelo bacteriano para entender sua função como máquinas e entender como as propriedades de vida semelhantes às máquinas permitem que os sistemas biológicos funcionem.
  • O DI inspirou os cientistas a verem os componentes celulares como “estruturas projetadas, em vez de subprodutos acidentais da evolução neodarwinista”, permitindo aos cientistas proporem hipóteses testáveis ​​sobre as causas do câncer.
  • O DI inspirou os cientistas a verem a vida como sendo carregada de informações de tal forma que ela é projetada para se adaptar, esperando (e agora encontrando!) genes previamente imprevistos “fora do lugar” em vários táxons.
  • O DI ajuda os cientistas a explicar a causa da característica generalizada da “evolução convergente”, incluindo a evolução genética convergente.
  • O DI ajuda os cientistas a entender as causas das explosões de biodiversidade (assim como a extinção em massa) na história da vida.
  • O DI inspirou os cientistas a fazerem vários tipos de pesquisa, buscando a função de não-codificação do DNA-“lixo”, permitindo-nos entender o desenvolvimento e a biologia celular.
10. A falta de uma Teoria do Design Inteligente impediu o progresso científico?
Em processo de tradução.
11. O Design Inteligente é apenas um argumento negativo contra a evolução?
Em processo de tradução.
12. A teoria do Design Inteligente faz a falácia 'Inexplicável' = 'Inexplicável'?
Em processo de tradução.
13. As 'máquinas biológicas' não são muito diferentes das máquinas feitas pelo homem para serem consDesign Inteligenteeradas exemplos de máquinas projetadas?
Em processo de tradução.
14. O Design Inteligente levará a falsos positivos (ou poderia eventualmente dizer que 'tudo' foi projetado)?
Em processo de tradução.
15. Como ou quando o designer fez o design?
Em processo de tradução.
16. O Design Inteligente é meramente um 'argumento da ignorância?'
Em processo de tradução.
17. Como detectamos o design?
Em processo de tradução.
18. A teoria do Design Inteligente não foi provada errada?
Em processo de tradução.
19. Que tipo de progresso o Design Inteligente fez recentemente?
Em processo de tradução.
20. A teoria do Design Inteligente não seria o fim da investigação científica - uma 'rolha científica'?
Em processo de tradução.
21. Quem desenhou o designer?
Em processo de tradução.
22. O Design Inteligente está nos pedindo para aceitar a existência de um designer inteligente. Onde há evidências para o designer inteligente?
Em processo de tradução.
23. O Design Inteligente não é apenas uma repetição dos argumentos do design do século XIX de William Paley, refutados por Hume e Darwin?
Em processo de tradução.
24. De acordo com a teoria do Design Inteligente, quem é o designer e por que a teoria do Design Inteligente não pode identificar o designer?
Em processo de tradução.
25. Algumas coisas parecem 'desenhadas sem inteligência' ou são mal projetadas. O Design Inteligente é falsificado por 'design sub-ótimo'?
Em processo de tradução.
26. Design Inteligente é um argumento 'Deus-nas-lacunas'?
Em processo de tradução.
27. Qual é a Design InteligenteentDesign Inteligent diade do designer?
Em processo de tradução.
28. O Design Inteligente é um apelo aos milagres ou ao sobrenatural?
Em processo de tradução.
29. O Design Inteligente é apenas um conceito religioso ou teológico?
Em processo de tradução.
30. Poderia algo ser projetado se fosse um 'design maligno'?
Em processo de tradução.
31. O que são agentes inteligentes e como eles agem?
Em processo de tradução.
32. Podemos dizer o 'propósito' de um objeto projetado?
Em processo de tradução.
33. Qual é o mecanismo que o designer usou para projetar?
Em processo de tradução.
34. O Design Inteligente não sugere eliminar a evolução das escolas ou 'enfraquecer' o currículo?
Em processo de tradução.
35. Por que a Teoria do Design Inteligente é frequentemente controversa?
Em processo de tradução.
36. O Design Inteligente não é apenas um movimento que tenta impulsionar uma agenda política?
Em processo de tradução.
37. O que leva um grupo de pessoas a desafiar o paradigma científico dominante?
Em processo de tradução.
38. O Design Inteligente quer roubar o criacionismo através da 'porta dos fundos' (na ciência e nas escolas)?
Em processo de tradução.
39. A primeira Informação Complexamente Especificada deve vir de uma fonte não inteligente? (uma subquestão de 'Quem planejou o designer')
Em processo de tradução.
40. O Design Inteligente é apenas criacionismo (ou criacionismo 'Design Inteligentesfarçado')?
Em processo de tradução.
41. Por que o Design Inteligente não é publicado em revistas científicas revisadas por pares?
Em processo de tradução.
42. A revisão por pares é uma exigência da boa ciência?
Em processo de tradução.
43. O Design Inteligente não está apenas tentando 'sabotar a ciência'?
Em processo de tradução.

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Em breve atualização do Curso de Teologia Natural & Design Inteligente (TN&DI)(Mais informações)
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