O Argumento Evolucionário da Ignorância

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Enguia elétrica, New England Aquarium, por Steven G. Johnson / ©

Por Cornelius Hunter

Observei os enormes problemas que o código de DNA, ou genético, estabelecem para a teoria da evolução. O artigo emblemático sobre assinaturas no código padrão, observado anteriormente no Evolution News, parece ter chegado à mesma conclusão. Os autores argumentam que os padrões subjacentes do código genético provavelmente não se devem ao “acaso associado a vias evolutivas presumíveis” (valor P < 10-13) e concluem que eles são “essencialmente irredutíveis a qualquer origem natural.”

Uma resposta comum dos evolucionistas, quando apresentadas evidências como essa, é que ainda não entendemos muito bem a biologia. Esse argumento da ignorância remonta a Darwin. Ele o usou no Capítulo 6 da Origem para descartar o problema de evoluir os órgãos elétricos nos peixes, como a enguia elétrica (que na verdade não é uma enguia). O Sábio de Kent concordou que é “impossível conceber em que etapas esses órgãos maravilhosos” evoluíram, mas tudo bem, porque “nem sabemos também para o que são usados”.

Deixando de lado o fato de que o argumento de Darwin da ignorância era uma falácia não científica; também foi preparado para o fracasso. Por enquanto, um século e meio depois, sabemos “para que eles servem”. E isso só piorou com a evolução.

É outra demonstração de que argumentos da ignorância, além de argumentos terríveis, não são uma boa ciência. A verdade é que, quando os evolucionistas de hoje afirmam que muitos problemas com sua teoria de acaso são devidos à falta de conhecimento, eles exibem uma cortina de fumaça.

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Original: Cornelius Hunter. The Evolutionary Argument from Ignorance. December 1, 2016.


Júnior Eskelsen
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Responsável pelo portal tdibrasil.org e pela página Teoria do Design Inteligente no Facebook. Colabora com as atividades do movimento do Design Inteligente no Brasil.

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