Técnica de mapear a informação do DNA expõe ainda mais a tolice evolucionária

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Nota do editor: Texto publicado em 2012 sobre técnicas desenvolvida naquele ano. Outra vez editado por razões de publicidade. Informações sobre origem do texto no rodapé.

Eis nova técnica de mapear a informação do DNA que expõe ainda mais a tolice evolucionária.

Um novo método foi desenvolvido para mapear os locais exatos nos quais o DNA foi marcado com um grupo de hidroxila. A molécula de hidrogênio-oxigênio, como o grupo de metila ao qual está ligada, influencia a expressão do gene e assim ajuda os organismos a se adaptar. A adaptação das espécies às pressões ambientais pareceria evidência óbvia a favor da evolução. Mas em anos recentes nós começamos a entender a enorme complexidade da adaptação. Não é uma história da seleção natural agindo sobre variações biológicas não dirigidas (isto é, variações que são cegas às pressões ambientais). Esse tipo de processo não dirigido tem sido o dogma evolucionário desde o século passado. No que era conhecido como Síntese Moderna, a adaptação biológica era descrita como resultante das variações cegas, por exemplo, a partir do rearranjos genéticos ou mutações não guiadas. Agora, não graças à evolução, nós estamos começando a entender a verdadeira versão da adaptação biológica. O que nós estamos vendo é uma máquina de adaptação incrivelmente complexa que ajusta os designs dos organismos em resposta às pressões ambientais.

Não é uma história simples, pois há uma variedade de maneiras diferentes que tais adaptações podem ocorrer. Esses mecanismos, em termos gerais, rotulados de herança epigenética, pode regular a expressão de genes bem como redesenhar os genes. A conclusão é que as adaptações não são não-dirigidas, elas beneficiam o organismo, e elas são extremamente complexas. A história evolucionista está completamente errada. Como um evolucionista admitiu, a Síntese Moderna:

“... afirma que as variações são cegas, são genéticas (baseadas no ácido nucleico) e que os eventos saltacionais não contribuem significativamente para a mudança evolutiva. A perspectiva epigenética desafia todas essas pressuposições, e parece que uma nova teoria ampliada, informada pelas pesquisas de desenvolvimento e de herança epigenética, incorporando quadros referenciais darwinistas, lamarckistas, e saltacionais, irá substituir a versão atual da Síntese Moderna.”

Uma nova teoria ampliada? Isso deve ser interessante, pois teria que explicar como a evolução cria os mecanismos que, por si mesmos, causam a evolução (na forma de adaptação). Na verdade, os evolucionistas já estão explicando isso sem perder tempo. Por exemplo (do mesmo artigo):

“A herança epigenética deve ser favorecida em condições ambientais flutuantes que durem mais do que uma geração (mas não por muito tempo) e pode ser particularmente importante no tipo de ambientes experimentados por muitos micro-organismos. Em tais ambientes flutuantes, a herança epigenética eficiente provavelmente evolui: (i) se o ambiente parental portar informação confiável sobre o ambiente da descendência, (ii) quando a resposta à indução for longa e incorrer em um alto custo, e (iii) quando o recall não for uma opção ou incorrer em um custo muito alto.”

Isso foi fácil. A evolução simplesmente acontece. Sempre que houver uma vantagem para um novo design, então ele irá surgir. É assim que funciona a evolução.

Um dos bem conhecidos mecanismos epigenéticos é a metilação do DNA, no qual um grupo de metil é adicionado à citosina, uma das quatro letras químicas do DNA. O grupo metil é um tipo de marcador que pode ajudar a regular a expressão de genes. A metilação do DNA é realizada através da ação de uma máquina molecular complicada (a DNA metiltransferase) que adiciona o grupo metil exatamente no local certo no filamento de DNA.

Assim, a evolução configurou a DNA metiltransferase e a informação molecular associada que diz onde adicionar o grupo metil, a fim de que mais tarde o organismo e sua descendência possam se beneficiar quando surgirem certas pressões ambientais. Isso é bom planejamento¹.

Nota do editor ¹: Perceba a ironia de Hunter, ele sabe que nós temos então um mecanismo que atua de maneira não-imediata, avesso ao selecionismo, e que expressa características relevantes que até então escapavam à dinâmica reprodutiva.

E para complicar mais ainda a questão, este marcador molecular pode, ele mesmo, ser modificado. Isto é, a marca pode ser marcada, adicionando assim outro nível de informação ao mecanismo epigenético. Neste caso, o grupo metil é hidroxilizado. E, é claro, uma diferente máquina molecular complicada é exigida para a tarefa, e a informação de quando e onde ir atuar é necessária.

A evolução teria que ter criado todos esses processos e máquinas moleculares para que a “evolução”² pudesse ocorrer. Mas isso não é tudo. Os pesquisadores descobriram padrões de metilação diferentes entre ratos do mesmo lixo, e criados no mesmo ambiente. Como foi relatado:

Nota do editor ²: Coloquei a expressão evolução entre aspas por causa da forte denotação ao darwinismo e ancestralidade comum, que gera as controvérsias. A plasticidade das espécies e riqueza de seus repertórios de adaptação já eram mencionados frequentemente no início do século XIX (época pré-darwiniana), portanto essa acepção de evolução sempre foi aceitável.

“[Pesquisadores] descobriram regiões na composição genética do animal com padrões extremamente diferentes. Além disso, essas regiões ocorriam entre os genes responsáveis em determinar a anatomia durante o início do desenvolvimento.”

Em outras palavras, regiões variavelmente metiladas do DNA têm sido descobertas, e tal variabilidade poderia levar ao aumento dos traços de variabilidade. Os evolucionistas especulam que isso pode ajudar a população sobreviver:

“Nós estamos propondo que certos genes variantes contribuem para a heterogeneidade nas populações. Em um ambiente flutuante, isso concede às gerações mais oportunidade de sobreviver.”

E talvez esta nova capacidade possa ajudar responder a perguntas de longa data sobre como que evolução pode trabalhar tão bem. Como os autores do artigo explicam:

“Por mais de 100 anos, a ciência dominante abraçou os princípios básicos da visão de Darwin de que as características que aumentam a capacidade de um organismo sobreviver e se reproduzir serão passadas de geração a geração. … Características que afetam a capacidade de um organismo se adaptar e sobreviver em tempos de mudança ambiental têm sido consideradas como tendo surgido pelo acaso através de mutações aleatórias no DNA de um organismo. Contudo, esta visão não conseguia explicar como tais mutações, que surgem apenas raramente, ajudam a organismos de todo o tamanho e variedade a se adaptar rapidamente ao longo do tempo.

Assim, a evolução criou os genes, os cromossomos e alelos, transferência horizontal de genes, os íntrons, a metilação do DNA, e o seu sinal adicional de hidroxila, só para nomear algumas estruturas e processos. É claro que tem uma série estonteante de máquinas moleculares coreografando este drama exatamente nos momentos necessários. Tudo isso para que mais evolução pudesse ocorrer.

E nós podemos adicionar outro milagre à lista: regiões do DNA variavelmente metiladas a fim de que gerações futuras possam sobreviver quando alguma mudança ambiental inesperada surgir. Seria difícil imaginar uma teoria mais idiota. Os níveis absurdos aos quais os evolucionistas descem são verdadeiramente notáveis.


Cornelius Hunter. Here’s a New Technique For Mapping DNA Information Which Exposes Yet More Evolutionary Foolishness. Terça-feira, maio 22, 2012.

Tradução: Enézio E. de Almeida Filho. Nova técnica de mapear a informação do DNA que expõe ainda mais a tolice evolucionária. 17 de maio de 2012.


Junior Eskelsen
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Responsável pelo portal tdibrasil.org e pela página Teoria do Design Inteligente no Facebook. Colabora com as atividades do movimento do Design Inteligente no Brasil.

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